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Seções — Abertura

Diga a verdade!

O mundo seria outro se os suspeitos e os culpados de algum crime abrissem o verbo e dissessem a verdade. Muitos inocentes sairiam da cadeia e muitos culpados poderiam fincar o pé na estrada que leva ao arrependimento. Não há perdão, não há redenção, não há recuperação, não há cura para o pecador que esconde sua culpa e mente (ou se desculpa). Ele terá de mentir e fugir a vida inteira. Mesmo enganando os outros com sucesso, não vai conseguir enganar-se a si mesmo. O doloroso problema da culpa só se resolve com a verdade, principalmente no que diz respeito ao conflito interior e ao conflito com a santidade e a justiça de Deus. A única regra absolutamente segura resume-se neste preceito: É preciso lembrar para confessar e confessar para não mais lembrar. O culpado que não diz a verdade continua no labirinto da mentira, sempre sobressaltado, sem qualquer alívio nem cura. 

A palavra que Josué, o substituto de Moisés, deu a Acã, o homem da tribo de Judá que causou uma desgraça em Israel, é um dos mais belos e sábios conselhos jamais oferecidos a quem carrega o fardo da culpa: “Meu filho, para a glória do Senhor, o Deus de Israel, diga a verdade. Conte-me o que você fez; não me esconda nada” (Js 7.19). 

Então, Acã respondeu: “O que fiz foi o seguinte: quando vi entre os despojos uma bela capa feita na Babilônia, dois quilos e quatrocentos gramas de prata e uma barra de ouro de seiscentos gramas, eu os cobicei e me apossei deles. Estão escondidos no chão da minha tenda, com a prata por baixo” (Js 7.20-21). 

Mas a verdade tem de ser dita antes do desmascaramento do culpado, quando a mentira é obrigada a recuar para dar lugar ao que realmente aconteceu. “Os pecados de alguns são evidentes, mesmo antes de serem submetidos a julgamento, ao passo que os pecados de outros se manifestam posteriormente” (1Tm 5.24). No juízo final, todos os crimes não lembrados nem confessados virão implacavelmente à tona. Então, não haverá mais nada a fazer. 

Quando Sara negou que tivesse rido da palavra de Deus a Abraão, o Senhor lhe disse: “Não negue, você riu” (Gn 18.15). 

Quem sabe o profeta Natã tenha falado a Davi: “Ó rei, para a glória do Senhor, diga a verdade. Não esconda nada, não esconda o adultério com Bate-Seba, não esconda o assassinato de Urias!” 

Quando o culpado esconde a verdade, colocando-a debaixo do estrado, Deus toma a dianteira e coloca-a em cima do palco. 

Enquanto o escândalo desonra o santo nome de Deus, a convicção e a confissão do pecado descobrem a glória do Senhor e a deixam outra vez visível. Além de propiciar perdão ao culpado!

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