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Clima de decepção

Vivemos um perigoso clima de decepção. Cada vez mais surpreendente e maior

Estamos decepcionados com as ideologias
Os dois mais graves movimentos imperialistas do mundo moderno fracassaram: o marxismo, que serviu de inspiração aos esquerdistas mais obcecados, e o nazismo, que inspirou a direita mais abjeta. O primeiro trucidou os divergentes, o segundo matou os diferentes. Radicalismo, seja de esquerda ou de direita, dá nisso.
Gilberto Ramos (Jornal do Brasil, 29/06/04)

Cometi dois grandes erros intelectuais na minha vida. O primeiro foi pensar que o comunismo duraria cem anos; o segundo, foi achar, quando o comunismo caiu, que todos os nossos problemas estariam resolvidos. Isso se mostrou falso.
Cardeal Joachim Meisner, de Colônia, Alemanha (Folha de São Paulo, 20/04/05)

Estamos decepcionados com o governo
Neste momento, meu estado de espírito (e o da maioria dos brasileiros, provavelmente) é uma espécie de decepção, mais triste do que raivosa. É sempre doloroso e desanimador descobrir que as figuras que pairam acima da gente não têm legitimidade.
Contardo Calligaris, psicanalista (Folha de São Paulo, 04/08/05)

Entra governo, sai governo, e a gente não vê grandes mudanças. Não vemos as mudanças que gostaríamos para o país. O sentimento geral hoje é de muita desilusão. Percebe-se um clima muito triste, um clima de desalento. É o que mais tenho visto nas pessoas.
Luiz Vilela, 62 anos, escritor, autor de O Fim de Tudo (Jornal do Brasil, 06/09/04)

Com uma quadrilha “em cima” — nossos governantes — e outra “em baixo” — o PCC —, como sobreviveremos?
Rose Villanova (em carta à Folha de São Paulo, 16/05/06)

Estamos decepcionados com o presidente
O sentimento mais presente em mim tem sido o da oportunidade perdida. Um ex-líder operário teve a possibilidade de começar a realizar a grande utopia brasileira — a da igualdade social, no país mais desigual do mundo — e a está perdendo.
Emir Sader, sociólogo (Época, 31/10/05)

Lula está de pés e mãos atados e parece que não vai conseguir fazer as grandes medidas que prometeu no plano social. Foi uma decepção para o mundo.
José Saramago, escritor português, Nobel de Literatura (Jornal do Brasil, 13/05/06)

Quando Lula ganhou, o mundo inteiro se curvou diante dele e achou que de repente teria chegado a revolução do proletariado ao Brasil. Deu no que deu.
Clóvis Rossi, colunista (Folha de São Paulo, 22/12/05)

A decepção com Lula é muito mais profunda do que as decepções anteriores.
César Benjamim, ex-dirigente do PT (Jornal do Brasil, 08/01/06)

Estamos decepcionados com a democracia
Derrubada a ditadura, vem a luta pelo poder, e o poder, na democracia representativa, tem a fachada de idéias, programas mirabolantes, mas apenas a fachada. No subsolo das alianças, das campanhas, o que prevalece é a lei da selva, dividido em dois escalões: o dinheiro, o excremento do demônio, como dizia santo Agostinho, e o botim, o resultado do saque, a distribuição dos cargos e dos lucros.
Carlos Heitor Cony (Folha de São Paulo, 08/05/06)

Estamos decepcionados com a nação mais poderosa do mundo
Se você acredita que tudo isso está relacionado à missão de levar a democracia ao Oriente Médio, você também acredita que Stalin estava, como dizia, levando a democracia para os países do Leste Europeu.
Noam Chomsky, um dos maiores pensadores vivos, autor de Hegemonia ou Sobrevivência — uma história da política externa dos EUA (Carta Capital, 17/12/02)

Gasto mais tempo pensando no governo Bush no que nas próximas eleições. Bush é um desastre. Precisaremos do resto de nossas vidas para reparar o estrago que ele fez.
Joan Dilion, jornalista, escritora e roteirista (Jornal do Brasil, 13/05/06)

Os EUA saem dizendo pelo mundo que mais algumas ogivas nucleares são perigosas e imorais enquanto eles mesmos possuem 12 mil.
Fareld Zao Karia, colunista e editor-chefe da edição internacional de Newsweek (Época, 24/04/06)

Gostaria que as pessoas entendessem que há muitos cristãos americanos que estão bastante desapontados com a arrogância e auto-suficiência da política externa dos EUA, e que acreditam que a guerra do Iraque foi um erro terrível.
Philip Yancey, jornalista e teólogo americano (Seu Mundo, n. 20)

Estamos decepcionados com a pós-modernidade
Nesta “era” em que o homem atingiu sua máxima liberdade e independência, é para ele a ‘era’ em que conseguiu sua maior insegurança interior, vivendo angústias e incertezas, e povoando os bancos de psicólogos e psiquiatras, ao ponto de, nos EUA — em pesquisas de alguns anos — terem descoberto que,no início do século 20 havia apenas 3% de pessoas que sofriam de problemas psicológicos, hoje chegando a 30% dos americanos.
Ives Gandra Martins, jurista (Jornal do Brasil, 11/08/05)

Neste momento estamos vivendo um período bastante perigoso da história. Há instabilidade, desordem e violência. Com certeza mais do que existia dez anos atrás.
Francis Fukuyama, autor da teoria do fim da história (Veja, 17/11/04)

Estamos vivendo em tempo de catástrofes, as coisas estão terríveis, o que está acontecendo no mundo é algo verdadeiramente terrível.
Lygia Fagundes Telles, escritora, vencedora do Prêmio Camões (IstoÉ, 25/05/05)

Estamos decepcionados com os meios de comunicação
Sem dúvida a mídia americana está atravessando sua maior crise de credibilidade. Toda sondagem de opinião pública mostra ser esse o caso. Em parte, isso se deve a uma série de erros crassos impressionantes, em parte deve-se a uma atitude arrogante e à relutância em se admitir erros.
Howard Kurtz, crítico de mídia do Washington Post (Folha de São Paulo, 20/11/05)

Mark Twain (1835-1910) dizia que “a função da imprensa é separar o joio do trigo e publicar o joio. Não se deve acreditar nos jornais, com exceção da data registrada no cabeçalho”. Mesmo assim, por erro de composição ou de revisão, as datas saem erradas.
Carlos Heitor Cony (Folha de São Paulo, 07/05/06)

[Ando descrente com o jornalismo] porque os jornais não são mais uma fonte de informação confiável... Os norte-americanos estão percebendo que não podem confiar no que o New York Times ou o Los Angeles Times oferecem. Sabem que algo diferente do que estão vendo na CNN ou na FOX está acontecendo. E, para acessar outra versão, têm de buscar a mídia independente, ou estrangeira.
Robert Fisk, repórter do diário britânico The Independent (Folha de São Paulo, 14/05/06)

Talvez, na chamada “era do conhecimento”, nós, jornalistas, estejamos produzindo mais barulho do que informação — e, assim, ficando menos relevantes.
Gilberto Dimenstein (Folha de São Paulo, 16/04/06)

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