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Seções — Cartas

Assembléia Mundial de Igrejas
Ultimato 300 está excelente. Destaco a reportagem sobre a Nona Assembléia do Conselho Mundial de Igrejas. Ultimato soube destacar o lado bom do CMI, mas sabiamente fez alertas quanto ao seu excessivo inclusivismo, além da aceitabilidade de Deus. A revista mostrou muito bem a posição bíblica contrária ao homossexualismo, sem com isso ignorar que Deus e nós amamos os homossexuais, mesmo sem aprovar o estilo de vida deles. 
Pr. Silas Tostes
Presidente da Missão Antioquia e da Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB)
Araçariguama, SP 

A matéria sobre o CMI tem duas qualidades que gosto muito de ver combinadas. Foi escrita com firmeza e ternura. 
José Bernardo
Santo André, SP 

Vocês se preocupam em reportar o evento do CMI como ele foi, enfatizando o que houve de positivo e fazendo uma crítica responsável daquilo que é contrário à ortodoxia. O CMI tem algo muito bom para comunicar ao mundo cristão, ao tentar pensar em cristianismo de uma forma menos institucionalizada e mais corporativa. Mas os perigos deste ecumenismo são evidentes, visto que o diálogo entre diferentes e extremamente conflitantes posições teológicas está se tornando cada vez mais frouxo e permissivo. Isso pode trazer prejuízos irreparáveis à ortodoxia cristã.
Pr. Antonio dos Passos (Missão AMEM)
Belo Horizonte, MG 

Trabalho como assessor do moderador do CMI, dr. Walter Altmann, eleito para a função durante a Nona Assembléia, em Porto Alegre. Ele é também pastor presidente da Igreja Evangélica da Confissão Luterana no Brasil. Como uma das quatro pessoas direta e exclusivamente responsáveis pela organização logística do evento, sinto-me um pouco provocado a encaminhar a Ultimato uma reação. O artigo Assembléia do CMI: tudo muito bonito e muito complicado causa espanto e estranheza não só a mim, mas a todos que têm trabalhado na caminhada ecumênica no Brasil. A Nona Assembléia teve uma agenda administrativa e, paralelamente, o “Mutirão” (ciclo de oficinas, estandes de exposição, atividades culturais e debates informais que não representam, necessariamente, posições oficiais do CMI). Nesse particular, causou ainda maior estranheza o desmesurado interesse do autor no tema do homossexualismo (a ponto de dedicar a ele seis parágrafos). Esta era uma das partes que o CMI não adotou como agenda para a Assembléia, mas que, ao mesmo tempo, não vetou que suas igrejas membros trouxessem à tona em suas atividades e celebrações. A própria revista Ultimato alerta, em outro artigo sobre o evento: “Não se pode confundir CMI com ICM. A ordem das letras é muito importante. CMI significa Conselho Mundial de Igrejas e ICM significa Igrejas da Comunidade Metropolitana. Nem todas as igrejas membros do CMI concordam com as concessões da ICM em relação ao homossexualismo”. Além disso, lamento que o Mineiro não tenha se dado ao trabalho de ler e avaliar nenhuma das decisões da assembléia. Aliás, além da menção aos estudos bíblicos, nada há no artigo e nas observações do autor sobre a agenda da assembléia; tampouco sobre as conversações ecumênicas, sobre os temas debatidos em plenárias. Isso tudo nos dá a impressão de que ele esteve um dia na assembléia, o que foi suficiente para ele emitir todos os seus juízos. 
Marcelo Schneider
Porto Alegre, RS 

Gostei muito da reportagem sobre o CMI. Os comentários sobre a importância dos fundamentos do evangelho e a soberania das Escrituras foram muito oportunos; certamente não poderiam passar em branco. 
Pr. Enelcio Santos
Livramento, RS 

A edição de maio/junho está excelente. Nestas mais de três décadas, a influência de Ultimato tem sido notável, não só entre evangélicos, mas também fora de nossos arraiais. 
Pr. Ebenézer Soares Ferreira
Rio de Janeiro, RJ 

Assembléia Geral do CMI — que salada mais indigesta! E Ultimato sempre querendo agradar céus e terra, adicionando ora sal, ora açúcar, não ajuda em nada. Fica mais indigesto ainda. Pelas cartas que tenho lido de meus amigos Paulo, Pedro, Tiago, Judas, eles, com certeza, eles não provariam de tal salada. Coisa que nem é quente nem fria, causa náuseas (Ap 3.15-16). Nos meus tempos de católico romano, eu diria: “Cruz credo!” 
Alceu Alves Figueiredo
Marília, SP 

A edição de maio/junho está excelente, como sempre. Gostei especialmente das reflexões do Mineiro com Cara de Matuto na assembléia da CMI. Parece que o movimento ecumênico está substituindo a reconciliação com Deus pela reconciliação com o homem e a evangelização pela ação social. Creio, como o Mineiro afirmou, que uma não invalida a outra. 
Sérgio Prates Lima
Rio de Janeiro, RJ 

O que está acontecendo com a qualidade dos artigos desta revista? Já foram melhores. Agora, parecem textos de um Paulo Coelho evangélico. Não dizem o que gostariam de dizer. Exemplo: a matéria sobre o CMI ficou o dito pelo não dito. 
Juscelino Marques
Itapira, SP 

Lutero morreu, Calvino morreu, Spurgeon morreu. E não ando me sentindo muito bem.
Orlando Brasil 
São Gonçalo, RJ 


A dança do rei Davi
Gostaria de expressar a minha recusa ao texto A dança do rei Davi e a dança da deputada Angela Guadagnin (maio/junho). A dança davídica nunca pertenceu à liturgia judaica. Mical foi a única pessoa a contestar Davi. Ela tinha razão, sim. Essa matéria é uma insinuação a dançar nas igrejas. A igreja não é clube social: é a casa de Deus e merece muita reverência e respeito. Não me consta que, nas igrejas do Novo Testamento, os crentes dançavam para louvar o Senhor. Isso é invenção da teologia pós-moderna. Não sou fundamentalista, mas “Deus precisa de santos no púlpito e nos bancos”. 
Valdeni Andrade
Eunápolis, BA 


As misturas de Braúlia
É impossível ler o texto de Braúlia e ficar indiferente. Li na seção “Cartas” de Ultimato que ela mistura as coisas: missão com PT, missão com política, missão com isso e aquilo. Espero que ela continue misturando. Só assim o sal se misturará com o resto.
Márcia Rosa
Boa Vista, RR 


No ventre da dor
Li com imensa satisfação e gratidão o artigo sobre a aids. Foram precisas as exposições médicas, sociais e do compromisso cristão para o tratamento caridoso e libertador de nossos irmãos infectados pelo vírus da aids e pela discriminação. Enobrece-nos ler as referências da excelência científica com que o Instituto Emílio Ribas enfrenta essa doença e todas as outras de natureza infecciosa. Em São Paulo, luta-se contra a aids com seriedade e espírito de fraternidade. Nosso “Quarteirão de Saúde”, integrado pelo Hospital das Clínicas, Emílio Ribas, Instituto Adolpho Lutz e faculdades de medicina, enfermagem, saúde pública, fisioterapia e nutrição, além da própria sede da Secretaria de Saúde, são instrumentos da ciência e de humanismo em favor de nossos semelhantes. Com a breve inauguração do Instituto Dr. Arnaldo, o HC terá acrescido aos seus 2.600 leitos mais 700. 
Rev. Luís Roberto Pinheiro Chagas
Capelão do Hospital das Clínicas
São Paulo, SP 


Trabalhadores sem terra
De fato, a edição 300 trata de assuntos sérios e atuais. Sugiro a publicação de um pequeno comentário de Os pobres possuirão a terra — pronunciamentos de bispos e pastores sobre a terra (Editora Sinodal e Paulinas). A imprensa e a elite se apressam em divulgar com alarde a violência que acompanha alguma das manifestações dos trabalhadores, mas não abrem espaço para suas lutas, conquistas e reivindicações. Taxam como violência as ações dos trabalhadores, mas se negam a enxergar como violência a estrutura injusta que eles mesmos fazem questão de manter intocada e que impede que os trabalhadores do campo tenham acesso à terra. Não é violência a situação de mais de 200 mil famílias acampadas à beira das estradas, à vezes por vários anos, em situações mais que precárias, à espera da terra sonhada e prometida? Não é violência o despejo de centenas de famílias de trabalhadores, tanto no campo como na cidade? Onde estava a imprensa quando, no dia 19 de maio, em Vargem Grande, MA, uma comunidade quilombola inteira, a de São Malaquias, que vivia na área há mais de cem anos, foi violentamente despejada? 
Dom Xavier Gilles
Bispo Diocesano
Viana, MA 

Seria interessante que, ao divulgar o número de prisões arbitrárias contra trabalhadores rurais nos últimos dezessete anos Ultimato informasse aos leitores o número de invasões arbitrárias em propriedades produtivas, realizadas pelos movimentos dos “sem-terra”, neste mesmo período. 
Oséas Álvaro Soares
Patrocínio, MG 


O noivo vem logo!
Tive o prazer de conhecer Ultimato na biblioteca do meu tio (edições de 1989 e 1990). Naquele tempo, o conteúdo era maravilhoso. Tenho pouco tempo de assinante, mas vejo que a revista tem sido enfraquecida ao se expor ao ecumenismo, ostentando-se junto ao catolicismo. A Igreja Católica Romana não mudou nenhum dos princípios essenciais. Sei que Ultimato é órgão de imprensa evangélica sem cor denominacional, que procura defender a fé bíblica e genuína, que procura ser luz. Todavia está se ofuscando muito. Cuidado para não apagar de todo. Pois o Noivo vem logo! 
Jairo A. Mielnik
Iguatemi, MS 


Cinqüenta anos antes de Zico
Além de inspetor de alunos e professor de alemão no Colégio Rokko Gakuen, dos padres jesuítas em Kobe, no Japão, em 1950 e 51, fui também técnico do time de futebol; a convite do diretor, já que, sendo brasileiro, eu vinha do país do futebol. Tínhamos um excelente campo para os treinos e jogos. Lembrando-me dessa atividade esportiva com a juventude japonesa pós-guerra, tudo me parece um sonho! Tenho orgulho de dizer que nós precedemos Zico, nosso ídolo nacional em tempos recentes. Muitos técnicos e jogadores seguiram nossas pegadas. Graças ao esforço conjugado, o Japão se tornou hoje o país onde imensas massas populares se concentram nos campos de futebol. 
Prof. Benno Wagner
Curitiba, PR

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