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Notícias — Nomes


O norueguês que tem um filho de 45 anos e uma filha de 9

Embora tenha se casado aos 25 anos e hoje esteja com 71, ainda faltam 36 anos para o norueguês Björn Willoch comemorar suas bodas de ouro. Depois de um casamento de 32 anos e de ganhar três filhos (Björn-Erik, 45 anos, John Eystein, 42 anos, e Christian, 40), Björn enviuvou aos 56. Menos de um ano depois, casou-se novamente, desta vez com a paranaense Ruth Jucksch, vinte anos mais nova, que lhe deu dois filhos (Jan Samuel, 12, e Hanne-Berit, 9). Assim, a diferença entre a idade do filho mais velho do primeiro casamento e do filho mais novo do segundo é de 36 anos.

Curiosamente (tudo é curioso na vida desse norueguês), Björn se sentiu chamado para missões (por influência da escola dominical da Igreja Luterana) aos 6 anos, antes de tomar uma decisão pessoal por Cristo, o que aconteceu oito anos depois, por influência de uma organização semelhante à Aliança Bíblia Universitária do Brasil. Depois de cursar a Faculdade Livre de Teologia, em Oslo, onde nasceu, e de se especializar em ética social num seminário americano, Björn foi ordenado aos 26 anos. Desenvolveu seu ministério na Noruega (pastor de estudantes na “ABU” da Noruega, professor de missões, membro do Comitê de Assuntos Internacionais da Igreja Luterana), no Equador (missionário em bairros pobres de centros urbanos) e no Brasil (pastor em Guaraí, TO, e agora professor assistente de missiologia na Faculdade de Teologia Evangélica, em Curitiba, PR). Ruth Jucksch Willoch é diaconisa e professora.


Venefredo quer um título de nobreza para colocar bem à vista

“Hoje, 12 de janeiro de 2006, completo 71 anos. De acordo com dados recentes, meu prazo de validade está vencendo nesta data, porque a média de vida do brasileiro é 71 anos! Portanto, a partir do presente, cada dia que eu viver será lucro.

Em 2006, completo também 53 anos de vida cristã evangélica. E, como tenho visto muitos cristãos pleiteando e se concedendo títulos, eu também quero um título de nobreza, pois me restam poucos anos ou dias de vida. Não quero os títulos de papa, cardeal, arcebispo, bispo, patriarca, apóstolo, “paipóstolo” ou outros parecidos.

Achei na internet um título de nobreza à venda (10.000 reais divididos em quatro vezes). Chama-se Unção de Salomão. Com um pouco de esforço, eu até poderia comprá-lo. Mas não tenho estatura espiritual para tanto. Quero um título que não me custe dinheiro, que tenha em si a essência do evangelho e que eu possa ostentar sem nenhum constrangimento. Que seja merecido e de verdadeira nobreza e tenha a aprovação do Senhor. Até dispenso mordomias, como passagem para Israel, painel de oração folheado a ouro, kit New Land e jantar de gala.

Quero alcançar o título de meus sonhos e colocá-lo na parede da sala ou do escritório, bem à vista. Refiro-me ao tiítulo de nobreza “Servo Inútil'”, mencionado pelo próprio Jesus: “Depois de haverdes feito quanto vos foi ordenado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos apenas o que deveríamos fazer” (Lc 17.10).

Venefredo Barbosa Vilar, casado, cinco filhos, foi pastor da Igreja Cristã Evangélica em Palmares de Goiás, GO, e em Taguatinga, DF.

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