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Notícias — Mais do que notícias


Professor da UFPE sugere que a igreja seja mais Pedro e menos Paulo


O conselho é do professor Anco Márcio Tenório Vieira, do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal de Pernambuco: “Sugiro que sejamos mais Pedro e menos Paulo” (Caros Amigos, 01/2006, p. 22).

Por que ele prefere Pedro? “Sinalizar Pedro é aceitar as fraquezas de um homem que negou três vezes Cristo, afundou nas águas por ter pouca fé, mas que, não obstante tantas falhas de caráter e de fé, é o escolhido pelo próprio Cristo para erguer sua Igreja”. Por que tem alguma restrição contra Paulo? “Aceitar Paulo é acatar a fé do convertido, a fé fundamentalista de quem precisou provar que era digno de ser parte da comunidade que viu e conviveu com o Deus vivo”. Para o professor, Paulo “é mais dono da ‘verdade’ e da ‘retidão’ do que aqueles que compartilharam do convívio de Jesus”.

O título e o contexto do artigo publicado em Caros Amigos são uma crítica à posição da Igreja quanto ao homossexualismo. O autor entende que a Igreja, “apesar de ter em Pedro e em Paulo seus fundadores, foi se tornando, ao longo dos séculos, cada vez mais a Igreja de Paulo e menos a Igreja de Pedro”.

Deixando de lado as questões de temperamento e estilo, não há diferença entre Pedro e Paulo, senão quanto ao campo de ação. A liderança da igreja primitiva reconhecia que o Senhor da seara havia dado a Pedro a responsabilidade de anunciar o evangelho aos judeus e a Paulo a responsabilidade de anunciar o mesmo evangelho aos não-judeus, também chamados de gentios ou pagãos (Gl 2.7).

Pedro não era mais condescendente com o pecado do que Paulo. Basta ler as duas epístolas que levam o seu nome, principalmente a segunda. Nessas cartas, o apóstolo é tão zeloso pela “verdade” e pela “retidão” quanto Paulo. Ele escreve para os novos convertidos nestes termos: “Não deixem que a vida de vocês seja dominada por aqueles desejos que vocês tinham quando ainda eram ignorantes” (1 Pe 1.14, NTLH). Depois, Pedro insiste: “Peço [...] que evitem as paixões carnais que estão sempre em guerra contra a alma” (1 Pe 2.11, NTLH). Um pouco mais adiante, ele chama a atenção dos crentes para a sua vida pregressa: “No passado vocês já passaram bastante tempo fazendo o que os pagãos gostam de fazer. Naquele tempo vocês viviam na imoralidade, nos desejos carnais, nas bebedeiras, nas orgias, na embriaguez e na nojenta adoração de ídolos” (1 Pe 4.3, NTLH).

Na Segunda Epístola de Pedro, escrita pouco antes de seu martírio por volta do ano 65 depois de Cristo, o cálice entorna, principalmente no capítulo dois. O apóstolo denuncia os falsos mestres que vão tentar mudar a doutrina e a ética; isto é, a “verdade” e a “retidão”, usando as palavras do professor da UFPE. Paulo não seria mais duro do que Pedro, quando este compara os tais convertidos que abandonaram a fé e os comportamentos cristãos ao cachorro que volta ao seu próprio vômito e à porca lavada que volta a revolver-se na lama (2 Pe 2.22). Antes de fazer uso dessas figuras, porém, o preferido do professor Anco Márcio chama aqueles apóstatas de “nuvens levadas pelo vento” (2 Pe 2.17).

A ética cristã é uma só. Tanto Pedro como Paulo beberam na mesma fonte. Antes de petrina ou paulina, a ética é cristã, isto é, deriva de Jesus Cristo.

A idéia de uma guerra entre a virtude e o pecado dentro do coração humano desenvolvida em primeiro lugar por Paulo (cerca de 56 d.C.), em segundo lugar por Pedro (cerca de 60 d.C.) e em terceiro lugar por Tiago (antes de 70 d.C.), vem do ensino de Jesus de que “os maus pensamentos, as imoralidades sexuais, os roubos, os homicídios, os adultérios, as cobiças, as maldades, o engano, a devassidão, a inveja, a calúnia, a arrogância e a insensatez” vêm do interior do coração dos homens (Mc 7.20-23; Gl 5.17; 1 Pe 2.11; Tg 4.1).

A Igreja precisa ser mais Pedro, mais Paulo e mais Jesus. Tanto na condenação do pecado quanto na proclamação da graça salvadora!


O choro dos familiares dos mineiros mortos

A explosão ocorreu na manhã do dia 2 de janeiro, a oitenta metros abaixo da superfície e a cerca de três quilômetros da entrada de uma mina de carvão no estado da Virgínia Ocidental, nos Estados Unidos. Dos dezenove mineiros que lá estavam, apenas seis conseguiram escapar. Os outros treze ficaram presos. No terceiro dia depois do acidente, os familiares dos mineiros pararam de chorar e de sofrer com a notícia de que eles haviam sido resgatados vivos.

Como não poderia deixar de acontecer, jornais matutinos estamparam manchetes alegres. Uma delas anunciava: “Vivos!” Outra era mais eufórica e religiosa: “Milagre na mina”. Três horas depois, veio o desmentido: Apenas Randal McCloy, de 27 anos, havia sobrevivido ao acidente. Os outros doze mineiros estavam mortos.

Imagine se a notícia da ressurreição de Jesus no terceiro dia depois de sua morte também fosse um equívoco! Não haveria decepção maior e as conseqüências seriam funestas. Ou melhor, o cristianismo já teria desaparecido por completo da face da terra. Paulo dizia que “se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm” (1 Co 15.14).

Até hoje, passados quase dois milênios, a ressurreição de Jesus permanece intocável. Todos os dias, algum turista vai ao jardim que era de José de Arimatéia, encontra o túmulo de Jesus vazio e lê a pequena placa na qual está escrita a segunda maior notícia de todos os tempos: “Ele não está aqui”. A primeira maior notícia está relacionada com o Natal: “Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor”.

Com a notícia da ressurreição de Jesus, Maria parou de chorar. Com a correção da notícia equivocada, os familiares dos doze mineiros de Tallmansville caíram em pranto novamente.


Poeta coloca Maria no pináculo da história da redenção

Por mais tolerante e ecumênico que um protestante seja, ele não consegue ficar calado depois de ler a poesia intitulada Maria, brilhante aurora, publicada na Revista Eletrônica Inaciana e no Jornal São Judas (jan-fev/2006).

Certamente, deve haver fiéis, teólogos e bispos mesmo no Brasil (onde o culto mariano é mais acentuado) que não concordam com a extravagância do poeta. A bem do cristocentrismo da redenção, eles deveriam fazer os reparos necessários. 

Basta ler os primeiros versos, que se referem a Maria e não a Jesus:
"Estavas com Deus desde a eternidade.
Viste-o criando as estrelas, o mar, a terra.
E Ele, com certeza, viver sem ti não queria,
Mas no dia em que Adão
Atirou a imagem divina ao chão,
O Criador te chamou e disse: vai, Maria
E leva contigo meu Filho,
A tirar o mundo das trevas
E salvar a humanidade.
Vieste, então, sem demora,
Como fulgente aurora,
Sobre o píncaro das serras."

No meio do poema, o autor insiste:
“Permaneceste desperta na noite milenar do pecado,
Levando nas mãos a tocha acesa da esperança.
A história da redenção foi um longo e penoso amanhecer.
Tu foste sua estrela d’alva, sua aurora." 

Para terminar o poeta conclui:
“E a humanidade olhava admirada as tuas virtudes,
A beleza de tuas cores, Aurora de Deus,
Depois, pouco a pouco, desapareceste
Para dar lugar ao Astro-Rei,
Ao Sol que é teu Filho.
E voltaste à noite da humildade.
Mas Ele, o próprio Deus, que vê no escuro,
Descubriu-te dentro dessa noite,
E reacendeu em nosso céu,
Na meia noite do nosso pecado,
Uma Aurora Boreal." 


O corpo precisa de cuidados por ser o templo de Deus

O médico americano Michael Roizen, 53 anos, diretor do Departamento de Anestesia e Tratamento Crítico da Universidade de Chicago, autor de Idade Verdadeira, Dieta da Idade Verdadeira e Você: Manual do Proprietário, chama o corpo humano de templo, o que coincide com a conhecida idéia de Paulo de que os cristãos são o santuário do Espírito Santo (1 Co 3.16-17; 6.19, 2; Co 6.16). A idéia tanto de Roizen como de Paulo é que o corpo merece todo o cuidado. O médico está mais preocupado com o bom funcionamento de todas os membros e órgãos do corpo. O apóstolo está mais preocupado com o bom comportamento do corpo. Se o corpo é o templo do Espírito Santo, deve-se abster de muitas coisas que ofendem o inquilino e profanam e prejudicam a sua habitação.


Simão, o mago, de novo

A lenda diz que o mágico de Samaria que ofereceu dinheiro a Filipe para receber o poder sobrenatural do Espírito Santo (At 8.9-25), teria reunido uma enorme multidão em torno do templo de Jerusalém para vê-lo fazer o que Jesus não fez: Jogar-se da parte mais alta do santuário sem quebrar nem um osso sequer (Mt 4.5-6). Esse modelo de arrogância doentia de vez em quando é repetido. No final do ano passado, um jovem austríaco de 23 anos, depois de tomar várias garrafas de vinho e antes de saltar do quarto andar de um edifício em Graz, no sudeste da Áustria, anunciou: “Eu sou o super-homem. Nada acontecerá comigo”. Segundo a notícia, o rapaz ficou levemente ferido, e, segundo a lenda, Simão se espatifou no pátio do templo.

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