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Seções — Cartas


Acabamos com a lepra, mas não com a hanseníase
Fiquei muito feliz em ler a matéria sobre hanseníase. Faz tempo que tinha vontade de saber algo sobre a doença, leprosários, contaminação etc. Agora sei que os leprosários estão em extinção, que posso abraçar uma pessoa infectada e que precisamos ser mais sensíveis à dor do nosso próximo, assim como Jesus o foi.
liana Arnaldo da Silva
São Paulo, SP


Ultimato feriu sua própria tradição
Sempre reputei Ultimato como uma excelente revista. Mas a edição de janeiro/fevereiro está agressiva e preconceituosa, em nada comparável à tradição da publicação. A referência indecorosa e intromissiva nas vidas financeiras de Hebe Camargo (p. 19) e Roberto Marinho (p. 33), por exemplo, pareceu antiética, desumana, fora do princípio cristão.
Helio Ricardo Marino Rainho
Rio de Janeiro, RJ


Aniversário
Queremos parabenizá-los pelos 38 anos de atividade abençoada, que tem enriquecido o nosso país com literatura de qualidade entre os evangélicos.
Diva Bueno Cunha
Anápolis, GO


Mineiro com Cara de Matuto
Tirando as reportagens do Mineiro com Cara de Matuto, que reputo como infelizes a partir do título que o repórter resolveu dar a si próprio, todo a Ultimato é de excepcional qualidade.
Pr. Harry Tenório
Comunidade Gênesis
Maceió, AL


Ultimato no café da manhã
Continuo aproveitando da leitura de Ultimato diariamente durante o café da manhã. Agradeço pelos últimos artigos, ao mesmo tempo sempre bíblicos e bem contemporâneos.
Charles Ernest Pocock
East Sussex, Inglaterra


Celibato compulsório
Jesus Cristo viveu em litígio constante com os escribas e fariseus; os padres casados vivem em contestação infinda com o celibato compulsório e... os doutores da lei. Ignora-se, contudo, que “há diversidade de dons, mas um e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, repartindo a cada um (não só ao clero) como lhe apraz” (1 Co 12.4). O celibato e o casamento não se excluem, mas convivem em santa harmonia, no altar da Eucaristia, no mundo ocidental! E na igreja ocidental “é melhor não se casar” (Mt 19.10)! Jesus Cristo admitiu o celibato e o casamento no número dos doze. A liberdade está acima do celibato compulsório na instituição da eucaristia. Então ele é incompreensível, danoso e irracional, injusto e não verdadeiro!
Paulo Barabasz (padre dispensado legalmente do sacerdócio)
União da Vitória, BA

O XVI Encontro Nacional do Movimento das Famílias dos Padres Casados, realizado em Salvador, de 11 a 15 de janeiro, foi uma boa experiência. Deu-nos mais uma vez a impressão de que o nosso movimento, conquanto pouco visível, está vivo e que, embora os mais antigos não cheguem a ver-lhes os frutos, eles aparecerão com o tempo. No fundo o que queremos é que se crie na igreja condições de maior liberdade para a dádiva de cada um. Com a presença de 70 a 80 participantes, o evento teve lugar no Centro de Treinamento de Líderes, pertencente à Arquidiocese de Salvador. No terceiro dia do encontro, com a participação de um representante da Igreja Católica, da Igreja Católica Independente, da Igreja Batista e do Candomblé, discutiu-se, em mesa redonda, o diálogo ecumênico e o diálogo inter-religioso. Um debate muito rico e interessante.
Luís Guerreiro
Brasília, DF


Augusto Cury
O que os editores de Ultimato acham das obras do psiquiatra Augusto Cury, principalmente a que trata sobre a inteligência de Cristo?
Laudemir Lopes Bacelar Jr.
Fortaleza, CE

— Os escritos do dr. Augusto Cury são interessantes e podem ser úteis, sobretudo aqueles que destacam a pessoa de Jesus Cristo. Ganham valor na medida que, pelo estímulo à leitura da Bíblia, levam ao seu reconhecimento como Salvador e Senhor. Eu nutria maior identificação com o autor dos anos passados, que se declarava cristão. O atual, que se identifica como espiritualista, teria cedido ao deus mercado?
(Resposta do psiquiatra Uriel Heckert, do Corpo de Psiquiatras e Psicólogos Cristãos.) 


O bem e o mal
Assisti ao filme As Crônicas de Nárnia e me veio à mente o desejo de sugerir que Ultimato publicasse algo sobre as diferenças entre os filmes de Harry Potter e as As Crônicas de Nárnia, pois as abordagens entre o bem e o mal nos dois filmes são bastante diferentes.
Pr. Rodolfo Salvato
Igreja Metodista
Rio de Janeiro, RJ

— Em suas palestras e escritos, a professora Gabriele Greggersen, de Londrina, PR, tem tratado dessa questão. Em seu livro A Magia das Crônicas de Nárnia (GW Editora), Gabriele levanta alguns pontos sobre o assunto. Ela é autora também de A Antropologia Filosófica de C. S. Lewis (Editora Mackenzie) e criou um site dedicado a Lewis (www.cslewisbrasil.org).


Visão deveras crítica e cética
Tenho ouvido que Deus tem um canhão de maldições e castigos para o crente que não cumpre seu dever de dizimista. Mas quase não se ouve pregações sobre a responsabilidade de quem recebe e aplica os dízimos. Fala-se em sustento missionário, quando na verdade grande parte da receita proveniente do dízimo é utilizada em manutenção, compra de prédios, terrenos e imóveis, sob a alegação de que isso também é indiretamente obra missionária. Ao mesmo tempo, ficamos sabendo que missionários são abandonados em seus campos e outros não conseguem sustento. Além do mais é comum fazermos controle de quem é e de quem não é dizimista, sem amor, sem misericórdia. É claro que nem tudo está perdido. Graças a Deus há aqueles que estão mais interessados nas pessoas do que em seus bens. Tenho convicção de que, quando Jesus voltar, teremos muitas surpresas. Perdoem-me, pois após 13 anos de conversão estou com uma visão deveras crítica e cética acerca de muita coisa. Nosso Senhor Jesus tenha misericórdia de todos nós!
Carlos Cardoso
Osasco, SP


Presidente Lula
Lula é vítima de companheiros petistas que não souberam conviver com o poder. Deslumbrados com o prestígio conquistado após a vitória nas urnas, usaram as estratégias e métodos viciados da política brasileira. Enxovalharam a credibilidade de um partido e comprometeram a imagem do presidente, como nos ensina o livro dos Provérbios: “Há companheiros que nos levam à ruína...” (Pv 18.24). Apesar de ser tragado pela crise, Lula não perdeu seu equilíbrio emocional. Não fez nenhum discurso no qual tivesse ofendido ou agido com deselegância com alguém. Tratado com preconceito e desrespeito, não guarda rancor. Seu governo é de inclusão e não de exclusão. Lula sabia? Não, não sabia. Assim eu creio. A luta continua.
Paulo Cezar Soares (jornalista)
Rio de Janeiro, RJ

Pobre e inocente é o leitor Marcos César Gouvea, de Londrina, PR (“Cartas”, jan./fev., p. 11). Ele deve atentar para o fato de que não é “o coro irresponsável da grande imprensa que tenta, todos os dias, desacreditar o governo Lula”. O próprio presidente, com seus ministros e lideranças, na Câmara e no Congresso, se encarregaram dessa tarefa. Há bastante tempo o presidente se encontra morto politicamente. O leitor Roberto Santos, de Fortaleza, tem toda razão. Onde estão os “evangélicos progressistas”? Devem se manifestar urgentemente, quanto à presente situação. Não podem ficar omissos, como os “artistas e atores da Globo”.
Oséas Álvares Soares
Patrocínio, MG


Sem fronteiras
Sou uma das responsáveis pelo site da Igreja Evangélica Baptista em Évora. A área que procuro desenvolver neste site é a da fé, que inclui diferentes vertentes, desde apologética a meditações. Neste sentido, depois de ter visto a qualidade do material de Ultimato, consulto sobre a possibilidade de usar alguns textos da revista.
Helena de Oliveira Netto
Évora, Portugal

Pedimos permissão para publicar o artigo Estou cansada, mas vou continuar, de Esmeralda Campelo Vilela, na edição de abril a junho de 2006 de Apuentes Mujer Líder, uma de nossas publicações.
Ismaela de Vargas
San José, Costa Rica

— Os artigos publicados na revista Ultimato podem ser reproduzidos. Favor citar a fonte e enviar à Editora Ultimato uma cópia da reprodução.


Testemunho
Aos 22 anos, conheci uma família no Rio de Janeiro, que me falou de Jesus, o que mudou por completo a minha vida. Hoje, não somente eu, mas meus filhos, minha nora e meus netos somos todos crentes. Na ocasião, eu era babá dos filhos desse casal — sr. Gilson e d. Lígia M. Dias.
Benigna Reis
Viçosa, MG


Mark Carpenter
Ao ler o texto do Mark Carpenter Onde estão os artistas? (“Arte e cultura”, jan./fev.), não pude deixar de ficar inquieta. Há tempos penso algo parecido, no que diz respeito à arte entre os cristãos. Perdemos muito por causa do consumismo, que nos leva a fazer arte sem qualidade ou a esconder o talento nos bancos das igrejas devido a diversas barreiras existentes no seio da própria igreja. Esse quadro precisar ser revertido.
Cybele Carneiro
Florianópolis, SC

Fiquei em dúvida quanto ao sentido do artigo de Mark Carpenter. Se ele procura bons artistas, a página 63 da mesma revista já responde parte da pergunta, com a excelente coluna do Pr. Calinhos Veiga. Se for uma chamada para bons artistas saírem da “toca”, creio que a abordagem deveria ser diferente. Escrevo sem nenhuma intenção de ser polêmico. Fico animado com a idéia de abrirem mais espaço para o assunto, mas falar sobre artistas cristãos no Brasil requer muita atenção. Muitos começaram e encontraram tantas barreiras que acabaram desistindo.
Uassyr Verotti
São Paulo, SP

Gostei muito do texto de Mark Carpenter. Ele expressa bem a deficiência da igreja evangélica, que não tem investido em atividades de qualidade, não apenas nas artes, mas até mesmo na pregação do evangelho. Eu acrescentaria que outra área artística sofre do mesmo mal. É a dança, que tem invadido as igrejas mais como um elemento de entretenimento puro, e não de louvor e adoração ao Deus Santo, que faz todas as coisas com excelência. Tantas vezes, em nome da arte, posturas incompatíveis com a Palavra de Deus (sensualidade e superficialidade, por exemplo) entram nas igrejas. Não é o caso de impedir toda forma de arte nas igrejas, nem mesmo a dança artística como o balé, o jazz ou mesmo o street dance. Porém, será que a arte, que pode ser um meio de anunciar as boas novas, da forma como vem sendo usada, cumpre este papel?
Sarah Barros
Brasília, DF


Ricardo Gondim
Cumprimento Ultimato pela publicação do artigo "Recado aos evangélicos brasileiros que votaram no não" (jan./fev., p. 42), de Ricardo Gondim, um homem que tem coragem para assumir seus posicionamentos políticos, coisa rara hoje em dia entre nós cristãos. Eu assino embaixo desse texto e vou além: acho que a igreja brasileira perdeu uma oportunidade histórica de expressar para o país um dos valores mais essenciais do evangelho, que é a paz, a militância contra a violência. Senti na pele a ira de muitos militantes do NÃO. Comandei a Frente Evangélica Desarma São Paulo, tempo durante o qual fui ofendido, xingado, amaldiçoado por vários deles. Diria, aliás, que os pró-NÃO têm em comum o gosto pelos ataques virulentos, o apreço por cartas destruidoras, por ofensas e agressões. Parabenizo Ricardo Gondim. Continue, pastor, a ser essa voz lúcida dentro da igreja brasileira.
Carlos Bezerra Jr.
São Paulo, SP

Acho que quase todos os evangélicos ou quase todos os pastores brasileiros aprenderam a admirar o pr. Ricardo Gondim. Eu sou um deles! Mas acabei de receber o “recado” dele porque votei NÃO, e sem constrangimento. Não foi um recado, mas um quase “carão”, porque nessa questão nem todos pensam como ele e não têm um espaço em Ultimato como ele tem. Quando Ricardo cita Lucas 6.29 eu leio diferente, porque Jesus aqui nos manda confrontar; sim, dar a outra face não é atitude de humildade, mas de reação. No entanto, continuo leitor do Ricardo, reservando-me o direito de discordar dele e não aceitar esse recado; outros, em outras áreas, recebi e arquivei.
Pr. Francisco Veloso
Itaperuna, RJ

Tenho notado que as reflexões de Ricardo Gondim estão ficando enfadonhas, cheias de um cunho humanista ao extremo. Queria ver textos daquele Ricardo que tinha orgulho de ser evangélico, que pregava nas ruas e participava de reuniões simples, porém cheias do Espírito!
Rogério Germano
Teresina, PI 


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