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Seções — Pastorais

Qual é o problema?


Uma mulher do povo vê o rei bem perto dela e grita: “Socorro, majestade!” Atencioso, o soberano volta-se para ela e pergunta: “Qual é o problema?” (2 Rs 6.28).

“Qual é o problema?” — eis a questão. É a partir da consciência do problema que se começa a vislumbrar a solução para ele, por mais intrincado que seja. É o enfrentamento, e não a fuga, que provoca uma saída honrosa e sábia de qualquer situação constrangedora. O orgulho, a vergonha, a privacidade exagerada, o medo não devem aprisionar o problema dentro de nós a vida inteira.

O problema que precisamos arrancar de dentro e trazer para fora às vezes é de ordem emocional. Mas pode ser também de ordem espiritual (senso de culpa) ou de ordem moral (conduta sabidamente reprovável).

O problema da mulher que pediu socorro ao rei de Israel era muito complicado, mas ela o expôs ao seu interlocutor. Por causa do desespero da fome, ela havia concordado com a proposta de outra mulher segundo a qual as duas cozinhariam e comeriam os próprios filhos, primeiro o dela e, depois, o da outra. Porém, no dia seguinte, a segunda mulher perdeu a coragem e escondeu o filho. A traição da outra foi uma lente de aumento para o crime cometido pela primeira. E a situação era irreversível. Esse era o problema da mulher que pediu socorro ao rei.

O problema de Jacó era o risco de ser morto por Esaú (Gn 32.7); o problema de Rúben era ter se deitado com a mulher do próprio pai (Gn 35.22); o problema de Ana eram a impossibilidade de engravidar e as provocações de Penina (1 Sm 1.6); o problema de Salomão era a inexperiência diante da responsabilidade de governar (1 Rs 3.7-9); o problema de Paulo era o “espinho na carne” (2 Co 12.7) e assim por diante.

Para seu próprio bem, responda honestamente à pergunta do rei de Israel feita à desesperada mulher de Samaria: “Qual é o problema?”

Pode ser que o seu problema seja uma falta alheia que você nunca perdoou, um pecado antigo nunca confessado, um ódio nunca transformado em amor, um desejo de vingança nunca jogado fora, uma paixão extraconjugal nunca superada, uma displicência devocional nunca corrigida, uma inimizade nunca desfeita, uma inveja nunca vencida, uma incredulidade nunca considerada trágica, uma soberba nunca descoberta, um sentimento de inferioridade ou de superioridade nunca investigado, uma tristeza nunca tratada, uma perda nunca superada, uma ansiedade nunca debelada, uma conversão religiosa nunca acontecida, um tratamento médico nunca iniciado.

“Qual é o problema?” Responda sem rodeios, sem mentiras, sem evasivas.

“Qual é o problema?” Responda sem vacilo, sem medo, sem procrastinação.

“Qual é o problema? Responda a você mesmo, a Deus em oração e, se necessário, a seu cônjuge, seus pais, seus filhos, seus pastores, seus médicos!

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