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Colunas — O Mineiro com Cara de Matuto

“O discurso bíblico diz melhor que o discurso filosófico”

Fórum Internacional de Teologia Contemporânea e no Retiro de Espiritualidade com Philip Yancey

O herege e o livre-pensador
Lá estavam protestantes e católicos, mais estes (225 pessoas) do que aqueles (185), embora o evento tenha acontecido sob a coordenação de dois teólogos e pastores presbiterianos. Eles eram Luiz Longuini Neto, doutor em ciências da religião, professor do Instituto Metodista Bennett e do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, e Ronaldo de Paula Cavalcanti, doutor em dogmática, professor da Escola Superior de Teologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo. Entre os católicos havia madres e padres (alguns estavam supondo que o Fórum fosse uma iniciativa católica). Entre os protestantes, havia teólogos, diretores e professores de seminários, seminaristas e pastores. O número de mulheres era quase igual ao de homens. De acordo com o programa, entre os preletores principais haveria um egresso do clero católico (Leonardo Boff) e outro do clero protestante (Rubem Alves). Mas, por motivo de doença, Boff não pôde estar presente. Ele faria duas palestras: Teologia e Ecologia: Em Busca de uma Morada Habitável para o Corpo Peregrino e O que Significa Ser Teólogo numa Situação de Marginalidade: Os Excluídos Querem Comer as Migalhas que Caem da Mesa.

Com o apoio do Conselho Latino-Americano de Igrejas (CLAI), da Visão Mundial, da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE), da Faculdade Teológica Sul Americana e da Escola Superior de Teologia da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil, realizou-se no Paineiras Hotel, em Mendes, RJ, de 26 a 30 de julho de 2005, o Fórum Internacional de Teologia Contemporânea (FITEC 2005). A iniciativa foi do Instituto Mysterium, criado em 2001, como “fruto da inquietação de teólogos, filósofos, pedagogos e sociólogos com a situação educacional no Brasil”, com a proposta de “caminhar com estudantes e graduados em teologia numa busca constante de refletir criticamente sobre o papel do conhecimento e do processo educacional brasileiro nas diversas áreas”.

Logo no início, o Mineiro com Cara de Matuto percebeu que muitos dos preletores e participantes do FITEC 2005 eram pessoas revoltadas contra a igreja como instituição humana, seja protestante ou católica. (O evento parecia uma reunião de desabafo principalmente contra a intolerância religiosa.) Ele não se sentiu lisonjeado quando Luiz Longuini o convidou para compor a mesa na seção solene de abertura, dizendo mais ou menos o seguinte: “Por último, quero chamar este ícone da resistência contra a ditadura eclesiástica...” Lá foi o Mineiro, agora “ícone da resistência” (para a esposa deNehemias Marien, o Mineiro é tão conservador quanto o cardeal Joseph Ratzinger...), assentar-se ao lado do notável educador Rubem Alves, palestrante daquela noite, cuja mensagem quase ninguém entendeu patavina, por causa da péssima acústica do bonito templo católico que servia de auditório, localizado no meio do hotel (o problema foi corrigido no dia seguinte).

Enquanto Rubem Alves falava, o Mineiro se lembrou da triste confissão que o apreciado teólogo, filósofo e psicanalista fez à revista Istoé, na véspera do Natal de 2000: “Hoje, as idéias centrais da teologia cristã em que acreditei nada significam para mim: são cascas de cigarras, vazias. Não fazem sentido. Não as entendo. Não as amo. Não posso amar um Pai que mata oFilho, para satisfazer sua justiça”. Essas palavras, o Mineiro incluiu no artigo O Jesus Esvaziado .

A grande virtude de Rubem Alves é a honestidade. Depois de homenageado longamente por Antonio Gouvêa de Mendonsa, de São Paulo, e Jonas Resende, do Rio de Janeiro, e depois de muitas palmas de todo o auditório, por sua atuação como educador, teólogo e poeta, o orador da primeira noite se identificou como herege, quando segredou aos ouvintes: “Nas bifurcações da estrada, prefiro a trilha menos trilhada”.

Rubem Alves seria o revoltado-mor que se levanta das hostes protestantes e o teólogo espanhol Xavier Pikaza, outro palestrante das seções plenárias, seria o revoltado-mor que se levanta das hostes católicas (tanto quanto Leonardo Boff). O primeiro se diz herege e o segundo se declara livre-pensador (Boff seria “ecologicista”, uma espécie de adorador da ecologia?).

Xavier Pikaza, de 64 anos, é doutor em filosofia pela Universidade de Santo Tomás, de Roma. Nasceu em Vizcaya, na província bascada Espanha, foi professor de teologia até 2003,e tem mais de cinqüenta livros publicados. Fez duas palestras em Mendes: Há Esperança para a Teologia Católica Romana? e A Relevância da Fé e daCruz na Teologia Contemporânea. Na primeira, o ex-padre,agora casado, apresentou as seguintes alternativas para asituação atual da igreja católica romana: separar-se do poder político (o Vaticano); dar liberdade para as comunidades se organizarem e dialogarem; aceitar a multiplicidade das igrejas com suas formas próprias de entender a herança de Jesus e promover caminhos de unidade com elas; representar e ajudar os excluídos da sociedade; abrir mão das “muitas coisas” para buscar em primeiro lugar o reino de Deus; não monopolizar, mas compartilhar o Espírito etc.

Teologia da ternura e teologia do tapa
O Mineiro conheceu a irmã Nelsa Cechinel, que defendeu em março de 2005 uma tese de mestrado na Pontifícia Universidade Católica sob o simpático título Zelo como Ternura: Uma Re-leitura de Aníbal Di Francia à Luz da Teologia da Ternura de Carlos Rocchetta. O oposto da teologia da ternura é a teologia do tapa ou do “fogo do céu”, aquela da qual se agradam os “Boanerges”, [nome] que quer dizer: filhos do trovão (Mc 3.17), dado por Jesus aos dois filhos de Zebedeu (Tiago e João), por causa da agressividade deles contra os samaritanos que não queriam receber o Senhor (Lc 9.54). João acabou mudando da teologia do tapa para a teologia da ternura. Só na Primeira Carta, o apóstolo usa 26 vezes o verbo amar, 18 vezes o substantivo amor e seis vezes o adjetivo amados. Ele aprendeu a amar Jesus e as pessoas ao mesmo tempo. Quem ama só Jesus pode ser presa fácil do fundamentalismo; quem ama só os homens pode ser presa fácil do liberalismo.

A teologia do tapa é uma das grandes responsáveis pela contra-evangelização. Há muitas pessoas, atéias ou não, vacinadas contra o evangelho por causa da teologia do tapa. O maior número de vítimas pode estar entre professores e estudantes de história. Pelo menos esta é a desculpa que muitos dão, pois é provável que a história tenha mais capítulos sobre a teologia do tapa do que sobre a teologia da ternura. Parte do ódio muçulmano contra o Ocidente cristão e contra o cristianismo vem das expedições militares patrocinadas pela igreja medieval com o propósito de libertar pela espada os cristãos, as relíquias e os lugares santos do domínio muçulmano no Oriente. Esse esforço bélico que aconteceu nos séculos 11 a 13 foi “santificado” com os nomes de “Guerra Santa” e “Cruzada”. Mal acabaram as Cruzadas, a igreja instituiu o famoso Tribunal da Inquisição para combater e suprimir a heresia ou aquilo que ela considerava heresia (séculos 13 a 19). O mais famoso inquisidor é o dominicano espanhol Tomás de Torquimada (1420-1498), que reuniu pelo menos 9 mil autos defé. Muitos Domini canes (“cães do Senhor”), nome dado aos inquisidores, levaram à fogueira milhares de crentes e descrentes, inclusive a camponesa Joana d’Arc, em 1431.

Quase ninguém escapa da teologia do tapa. Até mesmo aqueles que sofreram os efeitos dela costumam usá-la. A teologia do tapa está mais de acordo com a natureza humana do que a teologia da ternura. É por essa razão que de vez em quando uma autoridade religiosa pede desculpas em público pelo uso da espada em situações históricas, o que não impede a continuação da mesma estratégia em outras situações. Basta lembrar o mau testemunho do televangelista americano Pat Robertson, que um mês depois do Fórum de Mendes sugeriu o assassinato do presidente venezuelano Hugo Chávez, em seu programa The 700 Club, com uma audiência de 1 milhão de americanos. Sua fala não poderia ter sido mais infeliz: “Não precisamos de outra guerra [santa?] de US$ 200 bilhões [como a do Iraque] para nos livrarmos de um ditador de mão forte.É muito mais fácil que alguns agentes disfarçados cuidem desse trabalho e se livrem disso” (Folha de São Paulo, 24/08/2005, p. A15).

É preciso tomar muito cuidado. O adepto da teologia da ternura não pode sacrificar a verdade nem fazer pouco caso dela. Se ele usar mais o amor, o testemunho coerente, a humildade, a persuasão e o diálogo, fará muito mais pela verdade e cometerá muito menos escândalo.


Campo de futebol e campo santo
O hotel onde se realizou o FITEC 2005 é também um parque ecológico incrustado na desgastada mata Atlântica. O Mineiro se enfiou por uma das trilhas e encontrou uma encruzilhada. A seta à esquerda indicava o campo de futebol e a seta à direita, o campo santo. Embora, naquele momento, não estivesse com o “desejo de partir e estar com Cristo, o que é muito melhor” (Fp 1.23), o Mineiro seguiu à direita.

Valeu a pena! O Cemitério Marista está completando cem anos em 2005. Pertence à Congregação dos Maristas, dedicada ao ensino, fundada pelo eclesiástico francês Marcellin Champagnat (1789-1840) em 1817. Uma modesta placa caracteriza o sítio no meio da mata, numa das partes mais altas da propriedade: “Comunhão dos santos da família marista”. O Mineiro contou 189 cruzes toscas fincadas no chão em onze fileiras. Quase todos os epitáfios estavam em francês e tinham os mesmos dizeres: o nome, a posição dentro da irmandade, a data da morte, a idade do morto e o tempo de vida consagrada. Mas nem todos os mortos eram franceses. Havia italianos, espanhóis e brasileiros.

Entre os que morreram em idade mais avançada, o Mineiro achou o italiano Fortanidi Aldichiero e o alagoano José Antonio, ambos mortos aos 93 anos. Entre os irmãos que morreram na mais tenra idade, encontrou Antônio Mafra e Marie Régis, ambos de 18 anos. Mas, entre os juvenistas (alunos do Juvenato de Mendes, aberto em 1904) mortos, havia sete adolescentes entre 11 e 17 anos. Os maristas de vida consagrada mais longa são o brasileiro José Antonio e o espanhol Martiniano Arroyo, ambos com 77 anos de votos religiosos.

Em algumas cruzes está escrita a frase que encerra a mais profunda esperança daqueles que crêem: “Jesus — ontem, hoje e sempre”.

O Mineiro ficou sabendo que a direção do Hotel e Parque Ecológico está investigando a existência de outro cemitério na área, antigamente uma enorme fazenda de café. Trata-se de um cemitério de escravos, sem cruzes, sem nomes e sem epitáfios.

Sozinho lá em cima do campo santo, o Mineiro enfrentou o mysterium da morte, que arrebata sem aviso prévio justos e ímpios, jovens e idosos, religiosos e mundanos, livres e escravos.

Então se lembrou da oração de Walter Rauschenbush lida na cerimônia de abertura do Fórum: “Quando chegar o nosso fim, e não mais pudermos fazer uso deste mundo, e tivermos de dar nosso lugar a outros, que não deixemos coisa alguma destruída pela nossa amibição ou deformada pela nossa ignorância”.

Ninguém ficará com fome!”
“O cristianismo pode apresentar uma alternativa concreta de esperança para o homem contemporâneo se retomar a mensagem original do evangelho e tomar a inciativa do diálogo — interface com outras religiões e ‘intraface’ entre denominaçõescristãs — para evitaro risco de constantinização”.

Quem proferiu estas palavras foi o teólogo batista americano Harvey G. Cox, doutor em divindade pela Universidade Harvard, onde exerce o magistério há quarenta anos. Para este teólogo de 76 anos, a teologia pós-moderna deve ser mais vivencial. Para tanto, é necessário equilibrar a proclamação da Palavra com sua demonstração na vida comunitária e no serviço à sociedade; resgatar a tradição mística abrindo espaço para experiências de êxtase na devoção particular e na liturgia congregacional; e tomar consciência do corpo e aproximar-se das manifestações do contexto cultural, abrindo espaço para a estética e a comunicação não-verbal.

Harvey Cox condenou o fundamentalismo, o narcisismo espiritual (a influência da teologia do sucesso, que usa soluções de auto-ajuda) e o consumismo (algo como a adoração do “deus-mercado”, como faz a teologia da prosperidade). Ele fez questão de lembrar que a igreja primitiva não se deixou seduzir pelas alternativas fáceis de sua época: isolamento e expectativa messiânica, busca de soluções individualistas e adesismo ao sistema.

A teóloga metodista mexicana Elza Tamez, 54 anos, radicada em Costa Rica, onde é professora da Universidade Bíblica Latino-Americana, fez duas palestras: Teologia e Bíblia e Um Continente Crucificado em Busca de Graça e Justificação. Ela é doutora em teologia pela Universidade de Lausanne, na Suíça, casada e mãe de dois filhos. Depois de fazer um trocadilho com o verbo comemorar (comer + memorar), a propósito da celebração da Ceia do Senhor, Elza Tamez fez o convite: “Celebremos a Ceia do Senhor. Façamos todos juntos um pão enorme e preparemos muito vinho. Hoje renovamos nosso compromisso com o reino. Ninguém ficará com fome!”

Onde está a cabeça do prego?
Os ninivitas estavam tão complicados que não sabiam distinguir a mão direita da mão esquerda (Jn 4.11). Jesus censurou dois grupos opostos — fariseus e saduceus — porque eles sabiam interpretar os sinais atmosféricos (se haveria tempo bom ou tempestade), mas não sabiam interpretar os sinais terrestres (as conjunturas decisivas da história). Nem sempre é fácil distinguir o joio do trigo e o trigo do joio. Nem sempre os teólogos e os “apóstolos” mostram o verdadeiro rosto.

O Mineiro ouviu dizer que Russell Shedd, quando fazia doutorado em Edimburgo, na Escócia, depois de ouvir uma palestra do teólogo alemão Rudolf Bultmann (1884-1976) sobre a ressurreição de Jesus, viu alguém perguntar-lhe: “Quer dizer que o senhor acredita na ressurreição, dr. Bultmann?”. Ao que o teólogo respondeu: “Claro que sim! Como não poderia acreditar em um dos marcos do cristianismo?”. O interlocutor então prosseguiu: “Mas o senhor acredita na ressurreição corpórea de Cristo?”. Bultmann disse que não e explicou: “Acredito na ressurreição de Cristo na mente dos apóstolos”...

Parece que separar o trigo dojoio, as ovelhas dos bodes e as virgens prudentes das virgens insensatas é uma tarefa arriscada demais, enquanto o joio não mostra o seu verdadeiro rosto nem as suas verdadeiras motivações nem a sua verdadeira conduta. Esse é um problema histórico. Quando Jesus disse que um dos doze o trairia, ninguém desconfiou de Judas. Ele próprio disse ao Senhor: “Com certeza não sou eu, Mestre!”, ao que Jesus respondeu: “Sim, é você” (Mt 26.25).

Além da equipe de organização do FITEC (50 pessoas) havia 410 participantes. Entre estes, o Mineiro anotou a presença de Ariovaldo Ramos, Carlos Queiroz, Antonio Carlos Barro, Jorge Barro, Ágabo Borges de Sousa (reitor do Seminário Teológico Batista do Nordeste), Wilson Emerick de Souza (diretor do Instituto Presbiteriano Gammon) e muitos outros. É possível que as alas mais conservadoras da igreja brasileira tenham estranhado a presença de alguns dos seus líderes no Fórum Internacional de Teologia Contemporânea. Ariovaldo Ramos, que ofereceu junto com Carlos Queiroz, ambos da Visão Mundial, um precioso seminário sobre a Teologia da Missão Integral — A Dimensão Diaconal do Trabalho Eclesial —, entende que “temos de aprender uns com os outros, pois todos mudamos no decorrer da história; nem os catolicismos nem as igrejas reformadas são o que eram”. Todavia, Ariovaldo fez uma confidência ao Mineiro: “O convívio com outros cristãos, mesmo que não professem Cristo do meu jeito, foi rico e gerador de humildade”.
Wilson Emerick de Souza disse ao Mineiro que “Ultimato bate na cabeça do prego e não erra”. O problema é saber com precisão onde está a cabeça doprego.

Camelos e mosquitos
De Mendes, no Estado do Rio de Janeiro, o Mineiro foi para Vargem Grande Paulista, para participar do Retiro de Espiritualidade com Philip Yancey, promovido pela Editora Mundo Cristão, no Centro Mariápolis. Nos ônibus e nas três baldeações, terminou a leitura de A Cruz de Hitler (Editora Vida). No retiro, ele abraçou o amigo Pedro Cunliffe, fundador da Editora Mundo Cristão, que comemorava o 40o aniversário.

Foi agradável ouvir Yancey. Embora tenha se criado numa igreja protestante fundamentalista e tenha sofrido muito por causa disso, o escritor não caminhou nem se deixou levar para a posição oposta, a chamada linha liberal. Yancey denuncia duramente tanto o pecado de coar mosquitos e engolir camelos como o de coar camelos e engolir mosquitos. Livrar-se de ambas as tentações, do fundamentalismo e do liberalismo, deve ser o ideal de todo servo de Deus; é o que entende e ambiciona o Mineiro com Cara de Matuto. São intocáveis as doutrinas do pecado, do sacrifício vicário, do arrependimento, da conversão, da santificação progressiva e a doutrina da plenitude da salvação, bem como a autoridade e a suficiência das Escrituras como a Palavra de Deus revelada.

O Mineiro conseguiu gravar na memória alguns dos pronunciamentos de Yancey:
Algumas mulheres dizem: “Se Deus me der um marido, minha vida vai se acertar”. Outras: “Se Deus me livrar do meu marido, minha vida vai se acertar”...

A Irlanda tem um dos mais altos índices de freqüência aos cultos, mas irlandeses vivem se atirando uns nos outros...

Na África do Sul, a igreja cresce muito, mas é onde há o maior índice de aids...

O cristianismo na Europa é, hoje, apenas casca e nada mais
.

Os Estados Unidos têm dezenas de canais de TV a cabo. O americano pode ficar o dia inteiro se distraindo com a televisão ligada. Ele não tem tempo para sentir fome de Deus nem para saciá-la. E Deus caminha para onde há mais fome dele. Aprecio países como Brasil e Filipinas, que ainda estão naquela fase de lua-de-mel com o evangelho. Nos Estados Unidos, a lua-de-mel foi parao beleléu.

Antes de se deslocar de Mendes para Vargem Grande Paulista, o Mineiro folheou, no estande da Editora Vozes, o livro Para Falar de Deus e com Deus, do frei Carlos Josaphat, cujo subtítulo é: “Inquietante questão para a humanidade: crescem as religiões e aumenta a ausência de Deus”. E, depois de terminar a leitura de A Cruz de Hitler, começou a ler O Mal, de Adolphe Gesché, que diz: “O discurso bíblico diz melhor que o discurso filosófico” (p. 29).

Leia mais:

Entrevista com Philip Yancey — Avivamento Envolve Humilhação, Arrependimento, Dependênciae Oração

A morte do conservadorismo, de Valdeci S. Santos, pastor da Igreja Evangélica Suíça de São Paulo e professor do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper

Teologia contemporânea, de Oadim Salum, professor do Seminário Presbiteriano de Campinas

Deus está morto?, de Carlos Caldas, professor da Escola Superior de Teologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

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