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Seções — Carta ao leitor

“A decomposição do indivíduo vivo”


Para o escritor russo Fiódor Dostoiévski (1821-1881), o ateísmo, a maior tragédia existente no mundo, “nada mais é do que a aposta na decomposição do indivíduo vivo” (Crítica e Profecia – A filosofia da religião de Dostoiévski. Editora 34, p. 83).

Há uma íntima relação entre a negação da existência de Deus e a vontade de viver uma vida solta, pois “se não há Deus, tudo é permitido” (outra frase de Dostoiévski). O filósofo ateu Michel Onfray revelou isso à revista Veja (25/5/2005, p. 11): “Se Deus existe, eu não sou livre; por outro lado, se Deus não existe, posso me libertar” (veja Fé e razão: irmãs gêmeas). E C.S. Lewis confessou que era ateu por causa do desejo de livrar-se da interferência de algum “Intruso Sobrenatural” (veja C.S. Lewis: uma vez ateu, sempre ateu?).

Portanto, há lógica na associação que há no Salmo 14 entre a primeira frase: “Diz o tolo em seu coração: ‘Deus não existe’”; e a segunda: “Corromperam-se e cometeram atos detestáveis”.

A “ateologia”, estudo da negação da existência de Deus, naturalmente só estuda o ateísmo daqueles que assumem abertamente uma posição anti-Deus e anti-religiosa. Todavia, o ateísmo dogmático tem poucos adeptos e é menos grave do que o ateísmo prático. Embora seja mais fácil enxergar e refutar os ateus confessos e militantes, alguns dos quais fazem parte do corpo docente das universidades de maior prestígio, o problema mais sério é o grande número de pessoas que confessam que Deus existe, mas acreditam que devem viver como se ele não existisse. Esse é um problema histórico: “Não há lugar para Deus em nenhum dos seus planos” (Sl 10.4). A tragédia de ontem e de hoje é enunciada na célebre passagem do livro de Jeremias: “O meu povo cometeu dois crimes: eles me abandonaram, a mim, a fonte de água viva; e cavaram as suas próprias cisternas, cisternas rachadas que não retêm água” (Jr 2.13).

Para esclarecer o problema do ateísmo e encorajar o rompimento progressivo tanto do pensamento ateu como da conduta atéia, a matéria de capa desta edição é dedicada ao assunto. Que o leitor seja “surpreendido pela alegria” tanto quanto C.S. Lewis, o foi da conversão, em abril de 1929!

E. César

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