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Seções — Abertura

Eles comiam, bebiam e eram felizes. E nós?

Nos países ricos, quase todos concentrados no hemisfério Norte, ninguém precisa se preocupar quanto ao que comer, beber e vestir (Mt 6.25). Porque têm pão com fartura, os ricos não passam fome; seus corpos não são esqueléticos, como os dos subnutridos de alguns países africanos. O problema deles não é com a magreza, mas sim com a obesidade.

Na época de Salomão (970-930 a.C.), Israel era um país do Primeiro Mundo, com uma diferença notável: “Eles comiam, bebiam e eram felizes” (1 Rs 4.20).

Não se pode dizer o mesmo hoje em dia. Temos fartura em muitos países e em muitos lares da América do Norte, da Europa, da Austrália, do Japão, e também aqui no Brasil e em outros países em desenvolvimento. Mas será que um historiador poderá registrar mais tarde que nós “comíamos, bebíamos e éramos felizes”?

Precisamos valorizar a felicidade e correr atrás dela. Temos cometido muitos equívocos no que diz respeito a esse contentamento interior. A felicidade tem tudo a ver com outro tipo de satisfação que não a das necessidades do corpo. Jesus deixou isso claro. A fome não é só de pão, não é só de bens materiais, não é só de estética, não é só de conhecimento, não é só de projeção pessoal, não é só de conforto tecnológico, não é só de lazer, não é só de realização sexual. A fome mais entranhada, mais antiga, mais gritante e mais envolta em mistério é a fome de Deus. Quantas vezes precisaremos ouvir as palavras de Jesus ditas por ocasião de sua tentação no deserto: “Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt 4.4)?

A verdadeira felicidade está mais na ética do que na estética; mais no altruísmo do que no egoísmo; mais nos “tesouros nos céus” do que nos “tesouros na terra”; mais no caminho apertado do que no caminho amplo; mais no domínio próprio do que na licenciosidade; mais na paz do que na guerra; mais na humildade do que na soberba; mais no perdão do que na vingança; mais na cruz do que na coroa.

Mas não é isso que os pais ensinam aos seus filhos, que os professores ensinam aos seus alunos, que os psicoterapeutas ensinam aos seus pacientes, que os artistas passam para os telespectadores, que os pregadores da teologia da prosperidade passam para as suas ovelhas.

Por causa dessa estrutura equivocada não se pode dizer a nosso respeito: “Eles comem, bebem e são felizes”. Apenas comemos e bebemos, apenas compramos e vendemos, apenas aumentamos o patrimônio e viajamos, apenas “fazemos amor” e sexo. Mas não somos realmente felizes! Porque estamos todos sempre correndo “atrás do vento”, como explicou há mais de três mil anos o rei Salomão (Ec 1.14, 18; 2.11, 17, 26)!

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