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Seções — Cartas

A igreja não poderia estar em melhor ou pior situação, pois é formada por seres humanos, que nunca estiveram tão doentes quanto nos últimos séculos.

Janete Borges de Oliveira
Goiânia, GO



Transformações de ontem e de hoje roubam a beleza e a autoridade da igreja

Parabéns à equipe de Ultimato pela excelente matéria de capa da edição de julho/agosto. É por tratar de temas assim de maneira imparcial e criteriosa que admiro a revista.

Pr. Paulo Henrique A. da Silva
São Gonçalo, RJ



Ao ler a edição anterior, perguntei-me da possibilidade de ser feito um livreto apenas com os artigos relativos ao tema de capa. Seria um excelente material para ser distribuído entre a liderança e a membresia das comunidades que têm os mesmos questionamentos nos diversos artigos.

Ingo Brust
Canoas, RS



Será que não é o momento de surgirem novos Neros contra a igreja atual? Estes líderes religiosos com a síndrome de Sílvio Santos agüentariam uma perseguição religiosa? Honrariam a Deus como os apóstolos o honraram?

Helder Valaci
Medford, Massachusetts, EUA



Certos modismos têm mais atrapalhado do que ajudado certas igrejas. O conteúdo da edição anterior está divinamente edificante. Temos de tomar todo cuidado, pois Jesus quer se encontrar com uma noiva adornada de jóias preciosas e não bijuterias.

Sandra Regina Moraes Vilhagra Faria
Igreja Presbiteriana Independente
Cardoso, SP



Um dos principais assuntos da reunião de julho da Ordem dos Pastores Evangélicos de Natal (OPEN) foi o grito de alerta da edição anterior. Um dos pastores declarou que Ultimato está sendo uma voz profética.

Egídio Mascena, Jornal União
Natal, RN



Fico envergonhada e até indignada quando passo em frente a uma certa igreja perto de minha casa e vejo a faixa preta com letras brancas: “Passe pelo vale do sol para desfazer trabalhos, tirar encostos, mau-olhado...” e coisas assim. Estou fazendo meu trabalho de “formiguinha”, divulgando o conteúdo desta revista, que sempre remete suas bases à verdade bíblica, o fundamento da vida cristã.

Elaine Castilho
São Paulo, SP



A meu ver, a revista reservou pouco espaço para demonstrar que Cristo é o verdadeiro pastor dessa igreja invisível; que ele está no controle de tudo; que foi ele próprio quem afirmou que as portas do inferno não prevalecerão contra esta igreja; e, o melhor de tudo, que ele vai voltar para buscar a sua igreja, sem ruga e sem mácula, a noiva de Cristo! Penso que posso falar dessas coisas com a autoridade de quem esteve por sete anos decepcionada e fora da igreja institucional. Foi o meu supremo pastor, Jesus, quem me chamou, curou minhas mágoas, mostrou-me o poder reparador do perdão e agora me dá alegria em servi-lo unicamente por amor, sem esperar reconhecimento da igreja institucional. A igreja não poderia estar em melhor ou pior situação, pois é formada por seres humanos, que nunca estiveram tão doentes quanto nos últimos séculos. As pessoas estão centradas em si mesmas; o egoísmo, a vaidade, tudo se exterioriza no consumismo (você vale o que você possui). Logo, só há interesse pelos dividendos de seu investimento no reino de Deus. O que me entristece é que até mesmo líderes e pastores são levados a crer nessas coisas. A culpa é nossa, pois aceitamos neófitos como pastores, trocamos o sagrado pelo profano e nos encantamos pela quantidade. Assumo a minha parcela de culpa em tudo isso; não vou fazer ares de hipócrita, de achar que não tem nada a ver comigo. Se eu não lutar, não buscar os fundamentos da Palavra de Deus, serei levada pela torrente deste século e adoecerei espiritualmente, e isto eu absolutamente não quero! Advogo na Procuradoria de Assistência Judiciária do Estado de Goiás; atendo às pessoas carentes, aos necessitados de justiça; portanto, sou um instrumento de justiça. Mas o único que nos faz justiça é o Senhor Jesus, que virá em glória e trará a verdadeira justiça a esta terra. Para este mundo virá como juiz; para a igreja, como noivo amado!

Janete Borges de Oliveira
Goiânia, GO



Nicodemos disse a Jesus Cristo: “ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não estiver com ele”. Parafraseando, eu diria: Ninguém oferece uma ordem de artigos e mensagens que, decodificados com intelecto e coração, provêem saberes e profunda edificação espiritual, se Deus não estiver presente nesse labor; para a sua glória.

Jairo Barbosa Pessoa, diácono
Recife, PE



Fiquei surpresa e feliz com a edição de julho/agosto. Acredito que não somente eu, mas milhares de irmãos em Cristo estavam e estão precisando de um incentivo como esse para continuar caminhando mesmo com tantas dificuldades. Fica aqui a minha mais sincera congratulação pela forma corajosa como vocês estão conduzindo a revista, como veículo da obra do Senhor.

Esmília Medeiros
Rio Branco, AC



Saudades dos crentes

Conheci Ultimato em 1986 ou 1987. Era uma edição que falava de evangelizar Asa Branca, aquela do Roque Santeiro. Apaixonei-me pela revista e leio todas as edições desde então. De lá para cá, minha vida mudou, inclusive a maneira de ver a igreja. Às vezes, sinto-me um estranho nos cultos. Som estridente, gritos, pulos (animadores de auditório?). E penso: “Será que ainda há lugar para nós tradicionais nas igrejas?” E eis que chega a revista de julho/agosto. Todos os artigos sobre as transformações na igreja falaram comigo. Mas a reflexão de Robinson Cavalcanti foi a melhor. Também sinto saudades dos crentes. Jamais abandonarei a Deus. A Bíblia sempre estará comigo. Já a igreja... não tenho tanta certeza.

José Moacir Portera de Melo
Pontes e Lacerda, MT



S. O. S.

Meu nome é Renata. Escrevo a vocês de Ultimato, pois preciso receber cartas de pessoas que tenham sofrido grandes perdas. Preciso de ajuda e quero recorrer aos irmãos do imenso corpo de Cristo. Meus pais morreram em 2001 e até hoje não consegui superar a dor e a falta que eles me fazem. Amo o corpo de Cristo, mas vejo nele uma falha muito grande. Infelizmente nossos líderes não sabem o que fazer com o emocional das pessoas que sofrem grandes perdas. Se você tem algo para compartilhar comigo, por favor, deixe que Deus seja a sua mão e a estenda para mim. Sou soldado ferido em batalha espiritual. Jesus voltaria para me estender a mão... E você, voltaria?

Renata Amengual
R. Engenheiro Rebouças, 64-B, Cerâmica
09540-000 São Paulo, SP



Pastores de gabinete

Estamos vivendo a era dos pastores de gabinete e das grandes multidões, nas grandes igrejas e nos luxuosos hotéis onde são realizados os congressos de que poucos, por motivo financeiro, podem participar. Vem-me à memória como o evangelho chegou até nós, por meio de pastores, evangelistas, homens de Deus anônimos, sem fama, mas poderosos no Senhor. Por que nossos tão famosos líderes que pregam na televisão, nas grandes igrejas e nos congressos não estão nas praças, nos bairros carentes, na casa daquele irmão da igreja menos conhecido que tem passado por tantas lutas e não tem coragem de ir ao gabinete pastoral refinado, freqüentado apenas pelas pessoas mais importantes da igreja?

Sérgio Montezuma
Sete Lagoas, MG



Chesterton

Ricardo Gondim cita G. K. Chesterton (“Reflexão”, jul./ago.). Conheci Chesterton via Tristão de Athayde. Antes de me converter ao cristianismo evangélico, o Tristão era a minha leitura de cabeceira. Peço perdão aos irmãos evangélicos, mas continuo “amigo” do Tristão (Alceu Amoroso Lima), Dom Helder, Boff, Gandhi e até Tereza de Calcutá (tirante as heresias em que crêem).

Pedro Callado
Niterói, RJ



O prazer e a dor

Para valorizar a formidável antologia da depressão que Ultimato publicou na edição de março/abril de 2001, envio o poemeto de Huckert, traduzido para o português por Fernando Pessoa, intitulado “A casa do coração”:

O coração tem dois quartos;

Moram ali, sem se ver,

Num a Dor, noutro o Prazer.

Quando o Prazer, no seu quarto

Acorda cheio de ardor,

No seu adormece a Dor...

Cuidado, Prazer, cautela!

Canta e ri mais devagar...

Não vá a Dor acordar.”

Flávio Mussa Tavares
Campos, RJ



Céu e inferno

Sou católico apostólico romano. Ultimamente, tenho ouvido que católicos não são cristãos. Isto é uma novidade para mim. E, para espanto meu, leio numa das cartas da edição de julho/agosto que “os católicos estão perdidos, condenados ao inferno” (p. 11). Cruz, credo! Sei que não é a opinião da revista.

Jacob Ignácio
Passo Fundo, RS



Paulo Coelho

Parabéns a Mark Carpenter pelo artigo sobre Paulo Coelho. Que o mago possa entender que há um só caminho: Jesus Cristo!

David Livingstone Figueiredo
Guarapuava, PR



Por que Jesus morreu?

Enquanto brigamos contra ou a favor do ecumenismo, existem pessoas que nem sequer sabem por que Jesus morreu. Outro dia, eu estava vendo o filme A Paixão de Cristo com um colega não-crente. De repente, ele começou a chorar e perguntou: “Como alguém pode morrer sem sentido?”

Antonio Ferreira
Campo Grande, MS



“Habeas corpus”

Leio Ultimato com prazer. Considero-a, no geral, muito boa e faço questão de passá-la adiante para meus amigos. Aprecio muitíssimo os articulistas que demonstram conhecimentos de história bíblica. Discordo de alguns pontos, como daquele artigo Acredito no Diabo. Acredito em Deus, mas o diabo é um habeas corpus que o ser humano inventou para se eximir dos seus erros.

Agenor Magalhães
Niterói, RJ



Daisy

Parece mesmo que nós como igreja não estamos preparados para receber “próximos” como o travesti Daisy, cuja história Bráulia nos contou na edição anterior. Assim como nós, eles são alvos da graça de Deus. Participante de uma igreja histórica, peço perdão ao Senhor por nossa omissão, negligência e preconceito.

Alexandre Andrade
Joinville, SC



Estou chocada, chorando por dentro, magoada, ferida e revoltada com o que aconteceu com Daisy. Fica no ar a pergunta: O que podemos fazer? Como mudar a mente desses crentes fariseus? (Confesso que, às vezes, sou um deles, mas me debato dentro de mim contra isso.)

Márgara Barros
Assembléia de Deus, Palmas, TO



Algumas pessoas são incapazes de amar as Daisy. Mesmo aquelas que se dispõem a ajudar, nos bastidores ou pelas costas, sempre fazem piadinhas, que acabam aflorando.

Sílvio Teixeira



Jubileu da Terra

Surpreendi-me ao não encontrar nem uma letra sequer em “Cartas” sobre o suplemento Jubileu da Terra, encartado na edição de maio/junho, dedicado à questão do meio ambiente. Isso demonstra o nível de compromisso que temos com o planeta em que vivemos. Enquanto olhamos para o céu esperando a volta de Jesus, destruímos tudo o que está ao nosso redor.

Reivan Franca
Salvador, BA



Fé e atualidade

Sou adolescente (acabei de completar 18 anos) e a minha geração parece não se interessar por nada que se diga importante e sério. Quando li o artigo Quero aprender a lamentar (maio/jun., p. 44), o peso da responsabilidade caiu sobre mim de tal forma que precisei limpar as lágrimas para continuar a leitura. Eu amo a revista. Ela correlaciona fé com atualidade sem margens de erro. Li também As cartas de amor (lindo!), A lei do celibato: uma cruz desnecessária e Viventes e (sobre)viventes. Que tal vocês criarem uma seção jovem na revista?

Maeve Pereira Rêgo
Salvador, BA

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