Apoie com um cafezinho
Olá visitante!
Cadastre-se

Esqueci minha senha

  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.
Seja bem-vindo Visitante!
  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.

Especial — Angolanos na diáspora — o drama da saída e o drama da volta

O que há de comum entre Maria da Piedade (especialista em turismo internacional), João Gaspar Bento (especialista em doenças cardiovasculares), Fernando Heitor (economista e professor universitário), Rui Mucaje (especialista em relações internacionais) e José Kimenga (conselheiro jurídico do Ministério da Justiça da Suécia)? Embora vivendo há mais de dez anos em diferentes países, são todos cidadãos angolanos que deixaram sua terra natal por causa da guerra civil que durou mais de um quarto de século (1975-2002).

Para dialogar com esses angolanos expatriados, o Secretariado do Conselho de Ministros de Angola promoveu em novembro de 2004 uma reunião em Luanda para troca de idéias e reflexões acerca dos problemas de Angola, com vistas ao possível retorno de angolanos especializados em várias áreas. Participaram da reunião 250 pessoas residentes em 25 países de todos os continentes, exceto Oceania. Só do Brasil, compareceram 25 angolanos. As discussões giraram em torno de temas mais do que oportunos: A Fuga de Cérebro: Causas e Efeitos; A Problemática dos Direitos, Liberdades e Garantias dos Cidadãos Angolanos na Diáspora; O Drama do Regresso à Pátria; Perspectivas de Emprego em Angola; Traumas da Guerra em Angola; Medidas e Programa de Financiamento e Fomento de Emprego e Auto-Emprego.

No final da reunião, os angolanos dispostos a voltar foram divididos em três grupos: os que desejam regressar o mais breve possível, os que têm perspectiva de médio prazo e os indecisos. Na opinião do estudante de ciências informáticas (na África do Sul) Miguel Kiala, “regressar à casa-mãe não é um drama, por mais que o país natal seja pobre, mas, sim, um motivo de alegria”.

A guerra civil angolana encheu o país de minas terrestres (de 8 a 11 milhões) e de homens e mulheres sem uma ou ambas as pernas (80 mil mutilados); separou milhares de maridos de milhares de esposas, milhares de pais de milhares de filhos, milhares de crentes de seus pastores e irmãos na fé; e matou por volta de 2 milhões de nativos. Naturalmente, a volta desses antropólogos, cientistas políticos, sociólogos, economistas, advogados e técnicos especializados vai ajudar e apressar a reconstrução do país, que abriga muitos missionários brasileiros, tanto protestantes como católicos. Alguns viveram em Angola durante o pique da guerra, como Antonia Leonora van der Meer (Tonica), hoje diretora da Escola de Missões do Centro Evangélico de Missões (CEM), Analzira Nascimento, da Junta de Missões Mundiais da Convenção Batista Brasileira, e Maria Pires, da Missão Antioquia.



QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.

Ultimato quer falar com você.

A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.

PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.


Opinião do leitor

Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta

Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.