Apoie com um cafezinho
Olá visitante!
Cadastre-se

Esqueci minha senha

  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.
Seja bem-vindo Visitante!
  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.

Seções — Carta ao leitor

A voz de Deus em meio à barulhada

Em nosso interior e ao nosso redor há muitas vozes. Distinguir a voz de Deus em meio a toda essa barulhada não é fácil. A respeito do casamento, por exemplo, existem vozes de todos os matizes.

Onde já se viu uma mulher com Ph.D. em teologia e professora de ética cristã da Universidade de Edimburgo, na Escócia, declarar em uma entrevista que ela não funciona com o “monoamor” porque é “poliamorosa” e que se supõe bissexual? Onde já se viu uma pesquisadora, escritora e professora da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, afirmar também em uma entrevista que “a idéia de que o amor leva à felicidade é uma invenção moderna”? A primeira entrevista aparece na revista Época (6/11/04, p. 26) e a segunda, na Veja (19/5/04, p. 11). Onde já se viu uma mulher traída inocentar o marido dizendo que “traição é uma palavra dura demais” para um ato “inofensivo”, “romântico” e “alegre”, que “combina cada vez menos com a realidade sexual vigente”? Onde já se viu uma mulher (a escritora americana Laura Kifnis) argumentar que, quando a paixão matrimonial inevitavelmente morre, o adultério funciona como antídoto? Para essa senhora, o adultério dá muito menos trabalho do que o esforço de salvar o casamento.

Ultimato não é ingênua, mas acredita na heterossexualidade, na monogamia, no amor, no casamento, na felicidade conjugal, na indissolubilidade dos laços matrimoniais e nos padrões bíblicos e cristãos da plena realização tanto do amor como da sexualidade. Em nenhum momento os editores da revista escondem que esses absolutos são de difícil aplicação contínua, como se pode verificar na matéria de capa.

Antes de terminar esta carta é bom lembrar a história curiosa do ex-policial malaio Kamarudin Mohammed, de 72 anos, que, depois de uma longa lista de 51 desastrosos casamentos, com a duração média de 193 dias, casou-se outra vez com Khadijah Udin, de 74 anos, que fora sua primeira mulher, há 50 anos. Muito mais relevante é lembrar que o famoso arquiteto brasileiro foi casado 74 anos com a mesma mulher, que o deixou viúvo em outubro de 2004. Oscar Niemeyer tinha então 97 anos e Anita Niemeyer, 94.



QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.

Ultimato quer falar com você.

A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.

PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.


Opinião do leitor

Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta

Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.