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Seções — Cartas

Ao combater o fundamentalismo religioso, a imprensa tenta implantar o fundamentalismo laico como modelo a ser imposto à Igreja em todo o mundo. Um sonoro e altissonante não aos fundamentalistas teocráticos ou secularistas!
Pr. Maurício Amazonas
Recife, PE




Sisuda e bolorenta

Já recebi muitas bênçãos por intermédio de Ultimato, mas não posso deixar de ressaltar que ultimamente tenho achado a linha editorial extremamente sisuda, mal-humorada, bolorenta, rançosa e sexista. As únicas exceções têm sido os artigos de Bráulia Ribeiro, cheios de fluidez, leveza, brasilidade, brejeirice, poesia, musicalidade e, sobretudo, resplandecendo o rosto terno e misericordioso de Deus. Estou evitando ler Ultimato antes de ir para a cama. Assim não tenho pesadelos infernais.
Túllio Marco Soares Carvalho
Belo Horizonte, MG




Arrependam-se!

O protestantismo é a religião dos que protestam, ou seja, dos que são rebeldes, desobedientes. Deus, quando castigou os rebeldes de Meribá e os da fortaleza de Massada, demonstrou que para os rebeldes não há salvação. Suas preocupações são apenas de criticar as outras religiões e comparar o islamismo com o judaísmo, ofendendo os israelitas e os católicos, divulgando as apostasias dos padres e se rejubilando com as dificuldades alheias. Não são as vossas hostes abençoadas quando as demais são fragilizadas, nem a queda de um irmão ao lado será a glória de vós outros. Protestantismo ou rebeldismo é a receita da dispersão, da inveja e da intolerância, praticada cotidianamente em páginas dedicadas a um culto errante. Arrependam-se!
Ebenezer ben Goldschmitt



Cativante e interessante

Parabéns pela última edição de Ultimato. Folheei as páginas e não sabia qual artigo ler primeiro. Todos os títulos eram cativantes e interessantes, inclusive os da capa. Acabei lendo todos.
Willis Gordon Stitt (A.B.E.C.A.R.)
Mogi das Cruzes, SP




Avivamento tupiniquim

Os artigos da série “Avivamento tupiniquim” são os mais relevantes que tenho lido em Ultimato nos últimos anos. Deus queira que os leitores tenham lido com atenção o que está sendo escrito ali. O conteúdo desses textos deveria servir de referência para se pensar no atual momento histórico do crescimento evangélico no Brasil. Incentivo a Editora Ultimato que transforme esses artigos em um livro.
Romulo de Amorim Correa
Brasília, DF




Evangélicos ajudam a reeleger Bush

A reeleição do Presidente Bush revela que o povo norte-americano em sua maioria expressiva teve a oportunidade de refletir e de se posicionar a respeito de valores morais. Assim, escolheram o homem que possui esses valores e não apenas os usa “para penetrar no eleitorado”. É tão difícil acreditar que um político seja sincero naquilo que defende? A história nos dirá em dez anos se a guerra contra Saddan Hussein foi de fato necessária.
Deborah Gill
Curitiba, PR




Que bom seria se muitos dos nossos líderes, que defendem a tese de que o Brasil só terá êxito quando for governado por um evangélico, lessem o artigo de Paul Freston, analisando a reeleição de Bush (jan./fev. 2005, p. 22). Triunfalismo com alienação política pode ser bem problemático. Em contrapartida, Robinson Cavalcanti, no mesmo número de Ultimato, refuta a tese defendida pela revista Veja de que evangélico é igual a retrocesso, sinônimo de atraso.
Sérgio Prates Lima
Rio de Janeiro, RJ




Li com grande interesse o artigo Evangélicos ajudam a reeleger Bush (jan./fev. 2005, p. 22). Embora tenha achado o artigo interessante e bastante equilibrado nas primeiras páginas, fiquei chocado com a óbvia “tática do espantalho” usada no restante do artigo. Afirmar, como fez o autor, que os cristãos que votaram com base na questão do aborto ignoraram “outras questões (política econômica, saúde e educação, meio ambiente, política externa etc.)” é simplesmente usar a “tática do espantalho”, que devia ser indigna do autor e da revista. A seguir, o autor passa a bater ainda mais nesse e em outros espantalhos chegando ao que parece ser o seu triunfo retórico sobre as questões, quando, para começar, ele não as colocou honestamente. Além disso, a sua lógica é no mínimo falha e no máximo pouco inteligente em alguns trechos. Esperando ler um artigo bem fundamentado e uma discussão imparcial desse assunto, fiquei profundamente decepcionado. Pus-me a balançar a cabeça diante das afirmações absolutamente ridículas, dos “espantalhos”, da lógica ruim e da agenda óbvia desse artigo. Valorizo os esforços da revista, mas seria muito mais apropriado e benéfico para os leitores se Ultimato pregasse Jesus Cristo e este, crucificado.
Ric Walston
Columbia Evangelical Seminary
Buckley, Washington, EUA




Para mim foi uma grande alegria ter recebido por meio de uma amiga aqui nos Estados Unidos a edição de janeiro/fevereiro, especialmente pelo artigo de Paul Freston: Evangélicos ajudam a reeleger Bush. Gostei porque existe a falsa idéia de que ser evangélico é apoiar Bush, o que não é verdade. Eu, como evangélico aqui nos Estados Unidos, também creio que os evangélicos que votaram em Bush esqueceram outros aspectos sociais importantes sobre os quais a Bíblia é muito clara (como a pobreza, a fome, os órfãos, as viúvas etc.). É verdade que o aborto e o homossexualismo são temas importantes, mas não são os únicos da Bíblia. Tenho distribuído esse artigo em inglês para meus colegas de ministério e estou vendo se uma revista americana o publica (com vossa permissão). É excelente e agradeço muito por tê-lo recebido.
Eriberto Soto
Faith Presbyterian Church
Tallahassee, Florida, EUA




Depois que li o artigo Evangélicos ajudam a reeleger Bush, dei um ultimato nesta revista. O artigo é simplesmente venenoso. Carregado de ideologia socialista!
Rod Zor-El
Brazil for Bush
Curitiba, PR




Sou assinante e leitora assídua de Ultimato desde o seu lançamento. Tenho orado para que essa revista realmente alcance as pessoas com a Palavra de Deus. Porém, gostaria que ela tivesse outro tipo de abordagem quanto a vários problemas discutidos. O que vemos, por exemplo, no artigo de Paul Freston na edição anterior é um antiamericanismo (antibush) nefasto, que só pode estar servindo aos propósitos de satanás. Exige-se demais de um país e de um homem que têm sido uma bênção no mundo. Nem a Veja, que é uma publicação secular, ou algum outro periódico é mais estulto que Ultimato quando serve a este propósito. Por que não orar pelos Estados Unidos e seu presidente — a maior democracia da Terra é um exemplo de respeito e democracia para o mundo. Todas as leis justas têm origem nos Estados Unidos e se espalham pelo mundo para os que têm desejo do bem. Se não fossem os Estados Unidos, como não estaria o mundo? Dominado por Hitler ou Saddam ou Mao ou pelo comunismo da ex-União Soviética, da China. Não é sábio procurar só defeitos em uma pessoa ou país.
Ana Tirza Martins Paz
Teresina, PI




Nós que fazemos o Movimento Evangélico Progressista (MEP) no Estado de Pernambuco queremos nos congratular com a revista Ultimato por dois motivos. O primeiro diz respeito ao esclarecedor e corajoso artigo de Paul Freston ao analisar, sociologicamente, como alguns evangélicos estadunidenses ajudaram na reeleição de Bush à Casa Branca (jan/fev 2005). Por sua constatação, in loco, Freston retira de nossos olhos muitas traves que nos impedem de ver a realidade maquiada pela cal do moralismo religioso da igreja do Norte. O segundo é concernente ao artigo de Dom Robinson Cavalcanti. De maneira lúcida, corajosa, bíblica e eticamente respaldada, o bispo, que nunca torceu pelo Partido Republicano, analisa as distorções da imprensa, que, ao combater o fundamentalismo religioso, tenta implantar o fundamentalismo laico como modelo a ser imposto à Igreja em todo o mundo. É hora de lembrar que Igreja e Estado têm, cada um em separado, suas constituições e leis próprias, que devem se admitir e respeitar mutuamente. Um sonoro e altissonante não aos fundamentalistas teocráticos ou secularistas!
Pr. Maurício Amazonas
Presidente do MEP-PE, Recife, PE




Imigrantes brasileiros nos Estados Unidos

O documento citado na reportagem Dez dias com os imigrantes brasileiros nos Estados Unidos (jan./fev. 2005, p.39) é, em sua íntegra, de minha autoria e foi aprovado num contexto específico. A colocação na matéria deu a impressão de que ele seja arbitrário e até pouco cristão. Na verdade, o momento era crítico, quando crentes falsificavam documentos bancários, passaportes, escrituras a fim de enganar as autoridades consulares e ainda pediam orações nas igrejas para que Deus “fechasse os olhos dos policiais” e promoviam a “unção” de tais documentos.
Pastor Paulo Delage
Governador Valadares, MG




Novo Rincão

No primeiro domingo de dezembro de 2004, Vencedores por Cristo foi convidado para participar da inauguração de um espaço chamado Novo Rincão, que pertence à Rádio Canção Nova (dos católicos carismáticos). Consultei meus pastores e o pessoal do grupo antes de aceitar o convite e todos nos apoiaram. Fomos muito bem tratados e nos deixaram à vontade para cantarmos e falarmos. Cantamos durante quase uma hora e demos ainda cinco testemunhos. O público nos assustou: 90 mil pessoas! Não levamos cd’s para vender, a fim de não darmos a impressão de que estávamos ali para termos alguma vantagem. Não “rolou” cachê. Recebemos apenas as despesas com transporte e alimentação.
Uassyr Verotti
Vencedores por Cristo
São Paulo, SP




Pastor precisa de pastor

Gostaria de parabenizá-los pelo artigo Pastores de fantasia e ovelhas de fantasia e pelo trabalho desenvolvido por vocês ao longo dos anos. Apesar de o problema ser antigo e preocupante, Deus continua à procura de pastores que cuidem das feridas e alimente as ovelhas desgarradas. Dizem que a ovelha é o animal menos capaz de cuidar de si próprio. É lamentável que ainda existam pastores de fantasia, que brincam de ser pastores e só procuram ovelhas gordas e cheias de lã...
S.W.Led
São José dos Campos, SP




Ecumenismo, não

Li a edição de novembro/dezembro toda. Gostei das matérias China — templo cheio uma hora antes do culto e Voz Missionária nasceu um mês antes da quebra da bolsa de Nova York (p. 20). Já a matéria da página seguinte, Católicos romanos e luteranos relembram a salvação pela graça, me deixou intrigado: desde quando se pode confiar em católicos romanos? Garanto a vocês que Lutero não confiava! Vocês são ecumênicos? Digam a verdade! Quanto ao artigo Pastor e Igreja: uma relação (conjugal) em crise, p. 24, discordo. Quem anda em crise é a igreja romana. Por favor, não critiquem nossos irmãos, vamos orar por eles. Mas, se vocês se sentem à vontade para criticar, então falem mal dos católicos, dos Testemunhas de Jeová ou dos mórmons, mas nunca de uma igreja evangélica. Quem escreveu o artigo Fome zero: pastores e padres de mamadeira na mão (p. 34)? Em relação ao artigo Sem lenço, sem documento, sem pastor (p. 52), posso dizer que o segredo da Congregação Cristã do Brasil é que ela não anda de braços dados com padre nenhum. Ultimato tem de ser cautelosa. Aqui em São Vicente, a primeira cidade do Brasil, nosso Deus está fazendo grandes coisas. Os evangélicos estão se tornando a maioria.
Marcelo Marinho
São Vicente, SP




— Se ecumenismo é a “tentativa organizada de levar a efeito a cooperação e a união entre todos os crentes em Cristo” (T. P. Weber), Ultimato não é ecumênica. Mas também não é doentemente anti-católica. Desde janeiro de 1968, somos o que está registrado no expediente: “Órgão de imprensa evangélico destinado à evangelização e edificação, sem cor denominacional”. Pretendemos evangelizar e edificar cristãos (protestantes e católicos) e não-cristãos. Esforçamo-nos com oração e humildade para gerar uma consciência cada vez mais cristocêntrica tanto entre nós próprios com entre católicos romanos.

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