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Seções — Pastorais

Velocidade sem freio

Uma das três coisas desaparecidas na época do profeta Oséias (de 750 a 722 a.C.) foi o conhecimento de Deus: “A fidelidade e o amor desapareceram desta terra, como também o conhecimento de Deus” (Os 4.1).

Quando não há profetas que falem da parte de Deus, quando os sacerdotes são iguais ou piores do que o povo, quando ninguém sabe em que gaveta a Palavra de Deus está escondida...

Quando o vergonhoso deixa de ser vergonhoso, quando todos os diques são implodidos e todos os muros de arrimo são derrubados, quando a permissividade põe fogo em todas as placas de advertência...

Então, como proclama o profeta, “um povo sem entendimento precipita-se à ruína!” (Os 4.14).

Os pregadores fazem parte da sociedade. São tão importantes como os engenheiros, os médicos, os professores, os empresários. Uma parte da contribuição global pertence a eles.

A falência da pregação, da leitura e da exposição das Escrituras Sagradas esconde Deus do povo. Enquanto o normal deveria ser “Conheçamos o Senhor” e “Esforcemo-nos por conhecê-lo” (Os 6.3), acontece o inverso. O esforço que alguns setores da sociedade pedem é em sentido contrário. Eles querem diminuir a lembrança do nome de Deus, do caráter de Deus, pois o conhecimento de Deus incomoda, trava as paixões interiores, engorda a boa consciência, infunde o maravilhoso temor do Senhor.

A diminuição ou a perda do conhecimento de Deus, todavia, é uma loucura. Aumenta a velocidade do gozo, mas acaba com o freio. Não há mais como parar nem nos buracos da vida nem nas curvas da vida nem no final da estrada da vida. Daí a lembrança histórica: “Meu povo foi destruído por falta de conhecimento” (Os 4.6).

Porque Israel rejeitou o conhecimento de Deus, a nação mergulhou no abismo da corrupção generalizada. A denúncia é do profeta: “Só se vêem maldição, mentira e assassinatos, roubo e mais roubo, adultério e mais adultério; ultrapassam todos os limites! E o derramamento de sangue é constante.” (Os 4.2.) Como foi possível acontecer tudo isso naquela época não-moderna (mais de 700 anos antes de Cristo), numa faixa de terra pequena, no meio de um povo que conhecia de cor os Dez Mandamentos e que havia sido chamado e treinado para ser “uma luz para os gentios” (Is 49.6)? Como foi possível chegar a esse ponto de deterioração moral numa época em que não havia televisão, internet, revistas e filmes de violência e pornografia, tráfico de drogas e turismo sexual?

A verdade nua e crua é que a humanidade não muda, é sempre a mesma, ultrapassando “todos os limites”, repetidas vezes.

É preciso não deixar a Palavra de Deus na gaveta para proclamá-la por todo canto, por meio de profetas que vivem o que devem pregar!

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