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Milagres substituem milagres

A aeroviária Dorothea Dörr de Souza, 44 anos, casada com o bancário Edison Carmo das Graças Souza e filha do pastor luterano Walter Dörr, lutou durante 11 anos (de 1982 a 1993) contra uma enfermidade incurável (lúpus eritematoso), que destruiu quase por completo os seus rins, obrigando-a a fazer hemodiálise de dois em dois dias durante 15 meses (900 horas ligada a um rim artificial), até receber outro rim de seu irmão, residente na Alemanha. Pela misericórdia de Deus, Dorle (como é conhecida) alcançou cura completa. (Veja A demora da cura foi pior que a doença, Ultimato de janeiro/fevereiro de 1994, p. 18).

Depois de dez anos, em março deste ano, Dorle teve uma súbita infecção renal e foi internada às pressas no Hospital Santa Lúcia, em Brasília, onde mora com o marido e dois filhos. Teve várias e graves complicações (pneumonia, infecção generalizada, parada respiratória) e passou 68 dias na UTI do hospital, cercada de orações por parte da família, da Comunidade Cristã de Brasília, da qual é membro, e de muitos amigos. Aos olhos humanos, não havia a menor possibilidade de sobrevivência. A vida se esvaía a cada momento. Mas, outra vez, a misericórdia e o poder de Deus se manifestaram e Dorle já está em casa desde o dia 25 de junho.

A muitos quilômetros de Brasília, em Ponta Grossa, no Paraná, a professora universitária Rosana Fernandes Otto alegrou-se muito com a completa recuperação de Dorle, sua amiga e colega dos anos 80 na Universidade Federal de Viçosa, e alimentou fortemente sua esperança de ser também alcançada pela misericórdia do Senhor. O marido de Rosana, Sérgio Renato Lang Otto, de 46 anos, também professor universitário, carece da misericórdia do Senhor tanto quanto Dorle, já que se encontra tetraplégico e acometido de grave debilidade mental desde 21 de julho de 2001, quando sofreu um acidente de carro nas proximidades de Curitiba. (Veja Menininha, a viúva de marido vivo)

Firme na fé e submissa ao Senhor, Rosana Otto não sente necessidade de esconder sua tristeza nem de fingir alegria. Uma de suas orações escritas se assemelha com os clamores do salmista:

“Ó Deus, por favor, tem misericórdia das nossas vidas. Perdoa, Deus! Não continue a pesar tanto a tua mão sobre mim, meu esposo, minha filha. Volta a ter prazer em nossas vidas e não nos trate com dureza.”

Noutra oração, Rosana confessa abertamente:

“Não sou, ó Deus, capaz de repetir a oração de Habacuque e dizer: ‘Ainda que Janinha [a filha de 9 anos que morreu no acidente] não esteja mais aqui, ainda que Thaís [a filha de 13 anos que sobreviveu] se sinta destroçada, ainda que Sérgio esteja sem falar, sem andar, todavia me alegro no Senhor.’ Não quero ser alegre sozinha, antes que Thaís e Sérgio voltem a ser alegres. A alegria deles, com certeza, é mais importante que a minha. Prefiro esperar junto com eles a restauração da nossa sorte (Sf 3.20). E, então, recitarei com Thaís e Sérgio, como fizemos no dia do nascimento de Jane: ‘Coisas grandiosas fez o Senhor por nós, por isso estamos alegres’ (Sl 126.3).”

O milagre da cura de Sérgio Otto ainda não aconteceu. Mas o milagre da sobrevivência espiritual de Rosana Fernandes Otto em meio ao complicado problema do sofrimento está acontecendo.

Há milagres que substituem milagres. Mesmo que não o saibamos!

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