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Notícias — Mais do que notícias

John Stott — A união homossexual é incompatível com a ordem natural criada por Deus

As coisas não vão tão bem para o movimento homossexual como as passeatas do chamado orgulho gay dão a entender. Ainda há reservas muito grandes, não só da parte de praticamente todas as religiões, como também da parte de governos de muitos países.

A informação está contida no livro Sex, Love and Homophobia, da pesquisadora e jornalista britânica Vanessa Baird, publicado pela Anistia Internacional (Folha de São Paulo, 18 jun. 2004, A-17). Segundo a autora, dos 53 países africanos, 34 condenam a prática homossexual (64%). Dos 43 países asiáticos, 27 fazem o mesmo (62%). No âmbito mundial, 76 países consideram ilegal o homossexualismo. Destes, oito aplicam aos homossexuais praticantes a pena de morte e sete, a pena de prisão perpétua.

As três religiões monoteístas — judaísmo, cristianismo e islamismo — e o hinduísmo, salvo raras lideranças esporádicas, continuam fechadas às “relações sexuais contrárias à natureza” (Rm 1.26).

Além do mais, há cada vez maior número de estudos científicos mostrando que o homossexualismo é um distúrbio que pode ser curado.

Nos Estados Unidos, o Sínodo Geral da Igreja Metodista derrotou, por dois terços (pela segunda vez), a proposta de resolução a favor da ordenação de homossexuais praticantes e autorização de bênçãos de uniões do mesmo sexo. O Sínodo Geral da Igreja Presbiteriana derrotou, por igual escore, proposta semelhante. E a Convenção Batista do Sul deliberou se desligar da Aliança Batista Mundial, em virtude de haver nesta organização algumas convenções (como a Britânica e a do Norte dos Estados Unidos) que têm legislações pró-gay.

No Vaticano, por sua vez, a Sagrada Congregação para a Defesa da Fé publicou um documento sobre o papel dos homens e das mulheres, em que reitera a condenação às uniões homoeróticas.

Embora haja algumas vozes raras em apoio ao movimento gay da parte das igrejas protestantes e de outras igrejas cristãs, a maior parte dos crentes não joga fora o que as Escrituras Sagradas dizem a respeito da prática homossexual (Veja o artigo Vale a pena “qualquer maneira de amar”?, do bispo Robinson Cavalcanti).

Basta ler o capítulo “Os valores morais”, do recém-lançado Firmados na Fé, de John Stott, um dos mais respeitados e conhecidos líderes do mundo (Encontro Publicações, 41 352-5030):

A união homossexual deveria ser considerada pelos cristãos (assim como por todo mundo) não uma alternativa legítima para o casamento heterossexual, como defende a comunidade gay, mas como algo incompatível com a ordem natural criada por Deus. A única experiência ‘de uma só carne’ que Deus autorizou é dentro da monogamia heterossexual (p. 159).



Codornizes demais e conhecimentos demais

Em artigo publicado no Jornal do Brasil, o advogado Tácito Naves Sanglard, vice-presidente da Associação e do Sindicato dos Bancos do Estado do Rio de Janeiro, dá uma notícia apavorante:

“Além da conquista da longevidade, afirma-se também que a massa de conhecimentos da humanidade, que hoje dobra a cada cinco anos, dobrará a cada 90 dias nos próximos 10 ou 15 anos. Afirma-se, ainda, que todo o conteúdo da mudança ocorrida no mundo entre 1980 e 2000 não passará de 10% do que ocorrerá entre 2000 e 2020, verdades estas sob a responsabilidade da World Future Society.” (JB, 19 jul. 2004, p. A-14.)

Talvez faça sentido a palavra dita ao profeta Daniel: “Muitos irão [no tempo do fim] por todo lado em busca de maior conhecimento” (Dn 12.4).

Por ocasião do êxodo, o povo de Israel se enfadou do maná e se lembrou dos peixes que comia de graça no Egito. “Queremos carne para comer”, disseram os mal-agradecidos a Moisés e Deus lhes deu carne de codornizes demais, até sair pelos narizes e, o que é pior, até terem nojo dela (Nm 11.4-34).

Carne demais, dinheiro demais, complacência demais, rigor demais, sexo demais, ciência demais nem sempre dá certo. Pode causar insatisfação, fastio, fundamentalismo religioso, ascetismo inoperante, fanatismo, frustração e até vômito.

Essa duplicação de conhecimento a cada 90 dias é preocupante. O ser humano terá saúde emocional para suportar tamanha velocidade e tamanho volume de novos conhecimentos? Ficaríamos só com o lado positivo da ciência? A história mostra que tem sido impossível dissociar o lado negativo do lado positivo. Esse dilúvio de conhecimento resolverá o problema da desigualdade entre pobres e ricos, entre nações altamente desenvolvidas e nações cujos habitantes vivem com um dólar por dia? Essa explosão da ciência levará a humanidade a Deus?

O sociólogo Emir Sader mostra-se realista: “Nunca tivemos [hoje] uma quantidade tão grande de informações disponíveis, mas nunca nos sentimos tão incapazes de compreender o mundo e tão impotentes para transforma-lo” (JB, 1º ago. 2004, p. A-13.)

A melhor notícia não é a notícia do advogado Tácito Sanglard, mas a notícia do profeta Isaías (700 a.C.): “A terra se encherá do conhecimento do Senhor como as águas cobrem o mar” (Is 11.9).

Por qual das duas notícias torcemos é um problema individual. Qual das duas vai acontecer primeiro, é uma questão de espera.

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