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Notícias — Internacionais

Jornalista italiano narra conversões provocadas pelo filme de Mel Gilbson

Os resultados do filme A Paixão de Cristo, de Mel Gibson, já produziram um livro. Trata-se de Os Milagres da Paixão, escrito pelo jornalista católico italiano Giancarlo Padula, 51 anos. O autor narra as mudanças provocadas pelo filme em algumas pessoas, como é o caso daquele terrorista norueguês e de um assassino do Texas, que procuraram a polícia para confessar seus crimes. Conta também a história de um ateu que foi ver o filme por influência da filha e voltou para casa com o coração contrito. Como geralmente acontece em meio ao entusiasmo religioso, o livro menciona ainda a história da ressurreição de uma menina americana morta numa banheira, que dela se levanta quando o pai recita o texto de Isaías que Gibson colocou logo no início do filme: “Ele foi transpassado por nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniqüidades!” (Is 53.5). Padula é autor de outro livro (Os Segredos da Paixão de Cristo), lançado logo após a estréia do filme.



Cresce o número de traduções da Bíblia

A diferença é enorme — em 1804 a Bíblia estava disponível em apenas 80 idiomas; hoje, 200 anos depois, as Escrituras estão traduzidas para mais de 2.300 idiomas. Só em 2003 as 137 Sociedades Bíblicas puseram em circulação 21.363.254 exemplares da Bíblia e 14.256.500 exemplares do Novo Testamento. Apesar dos números, ainda há cerca de 3.000 línguas para as quais a Bíblia não foi traduzida. Para suprir essa necessidade, a organização Tradutores da Bíblia Wycliffe Internacional (WBTI, em inglês) lançou em 2001 o desafio Visão 2025, que prevê pelo menos o início da tradução da Bíblia em todas as línguas que ainda não a possuem até o ano 2025.



Angola — para consolidar a paz é preciso remover todos os fatores negativos

“A paz corresponde aos interesses legítimos dos angolanos [e] deve ser consolidada dia a dia através de ações e atitudes práticas, removendo todos os fatores negativos, de modo a construirmos uma pátria unida.” Assim se expressou o pastor Manuel Inocêncio de Sousa, secretário-geral das igrejas evangélicas de Angola, por ocasião do culto ecumênico realizado no estádio de Cidadela, em Luanda, no dia 4 de abril, para comemorar o segundo aniversário do acordo de paz que pôs fim à guerra civil que assolou o país por quase 30 anos. O culto ecumênico foi organizado pelo Conselho das Igrejas e contou com a presença de 50 mil pessoas. Dados oficiais indicam que em Angola existem mais de mil igrejas — 87 reconhecidas pelo governo, 200 aguardando legalização e 750 não-reconhecidas.

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