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Marina Silva, assembleiana, ministra do Meio Ambiente, contou que se converteu ao evangelho há 7 anos, “não pelo amor, mas pela dor”. Desde então, começou a ler a Bíblia com outros olhos. Citou alguns textos que mostram o cuidado que a criatura precisa ter com a criação. Um deles foi uma das leis de Moisés: “Se você passar por um ninho de pássaros, numa árvore ou no chão, e a mãe estiver sobre os filhotes ou sobre os ovos, não apanhe a mãe com os filhotes. Você poderá apanhar os filhotes, mas deixe a mãe solta, para que tudo vá bem com você e você tenha vida longa” (Dt 22.6,7, NVI).

Adepto e pregador da espiritualidade clássica, Osmar Ludovico, pastor da Comunidade Evangélica de Curitiba, explicou: “Podemos dizer que quanto mais crescemos na intimidade com Deus, mais apreciamos o silêncio e mais percebemos Deus como aquele que todas as palavras do mundo não conseguiriam descrever”. Em seguida, pediu 10 minutos de absoluto silêncio da parte de todos. Embora o local das reuniões fosse um estádio coberto e não um salão nobre, e houvesse nele mais de 800 pessoas, o silêncio foi sepulcral. Ninguém cochichou, ninguém espirrou, ninguém fez o menor barulho. Apenas uma pequena e discreta tosse se ouviu naquele período de tempo, que equivale a um terço do silêncio havido no céu quando “o Leão da tribo de Judá” abriu o sétimo selo (Ap 8.1).

Apesar de sua fala mansa, Ricardo Barbosa, pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto, disse coisas muito duras: “A nova geração de cristãos já não procura a salvação da alma, mas um corpo sarado; não busca a justificação, mas aceitação; não acredita na renúncia, mas na auto-realização; não se interessa em aprender a amar, mas em fazer sexo; já não tem fome e sede de justiça, mas um desejo insaciável de consumir; não peca — quando muito, carrega traumas provocados por outros. A distinção entre o amor responsável e o sexo irresponsável já não é tão óbvia. A grande preocupação hoje já não é mais com a alma, nem com a eternidade, mas com o controle da celulite, com os níveis de colesterol, com a taxa de gordura, com a grife da roupa ou o sucesso profissional.”

Simeão, o Níger, estava no CBE. Não em pessoa, é claro, mas na pessoa de um de seus representantes, o pastor negro Marco Davi Oliveira. Ele lembrou que cerca de 45% dos brasileiros têm o biotipo negro (pardos e pretos), segundo o IBGE. Isso significa que a teologia da missão integral defendida pelo CBE deve ouvir as angústias e os gritos de “uma etnia que experimentou em sua história a escravidão, a opressão e a destruição”. Marco Davi é um dos fundadores de Simeão, o Níger, uma organização que realiza pesquisas sobre o assunto. Tem esse nome por causa de “Simeão, chamado Níger”, um dos profetas e mestre da igreja de Antioquia, junto com outro africano (Lúcio de Cirene), Manaém, Barnabé e Paulo (At 13.1). “Desde a minha infância, eu imaginava um Deus branco, de olhos azuis e cabelos grisalhos”, desabafou Marco Davi.

É a segunda vez que o cantor evangélico nordestino Marcos André Fernandes, líder do Ministério Sal da Terra, fica agradavelmente surpreso quando canta sua composição preferida, A conversão de Carolina, inspirada numa das canções de Luiz Gonzaga, “o rei do baião”. A letra diz: “Meu camarada, tu não sabes da novidade?/A Carolina, tão perdida, se converteu/Tem nova vida, é uma nova criatura/Nasceu para Cristo e pr’o pecado morreu/ É uma mulher consagrada — Carolina!/Tem pureza no falar — Carolina!/Tem virtude e é honrada — Carolina!/Inté mais bonita está!” Numa igreja tradicional, Marcos André, com muito receio, começou a cantar A conversão de Carolina, e os crentes puseram-se a rir cada vez mais intensamente, apesar do estilo de culto solene daquela congregação. Só depois da reunião é que ele soube que a mulher do pastor chamava-se Carolina. No CBE2 aconteceu coisa parecida — uma das participantes era uma adolescente de Lajeado, RS, que naquele dia completava 15 anos e se chama Carolina!

Há 14 anos trabalhando no morro do Borel, no Rio de Janeiro, o ex-funcionário da Bolsa de Valores P. R. J. já foi roubado por bandidos e espancado pela polícia. Como missionário da JOCUM, P. R. J. fundou ali creche, ambulatório, escola de música e a Casa Gileade, que oferece orientação e acompanhamento para famílias portadoras de doenças contagiosas. Dos 35 mil habitantes, apenas “uns 300 moradores do morro realmente mexem com drogas”, garante o bom samaritano.

Jeremias Pereira, pastor da Oitava Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte, gritou várias vezes: “Experimenta! Experimenta! Experimenta!” Mas não era a repetitiva propaganda da cerveja Nova Schin. Acertadamente, ele colocou essas palavras na boca dos servos de Naamã, aquele comandante leproso do exército do rei da Síria que não queria lavar-se sete vezes no rio Jordão para ficar curado da lepra, de acordo com a promessa do profeta Eliseu. Graças à insistência da sua comitiva, o general acabou mergulhando no rio dos hebreus e foi curado (2 Rs 5.1-14).

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