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Seções — Carta ao leitor

A maior de todas as boas notícias

De más notícias o mundo já está cheio. Precisamos desesperadamente de boas notícias. Mas tem de ser boas notícias de fato, não de mentirinha.

De todas as boas notícias que já foram dadas, nenhuma é maior do que a notícia dada pelo anjo aos pastores que tomavam conta dos rebanhos de ovelhas nos campos ao redor de Belém durante a noite em que Maria deu à luz o Filho de Deus:

Estou aqui a fim de trazer uma boa notícia para vocês, e ela será motivo de grande alegria também para todo o povo! Hoje mesmo, na cidade de Davi, nasceu o Salvador de vocês — o Messias, o Senhor! (Lc 2.10,11, NTLH).

Essa boa notícia marcou um novo início no calendário e dividiu a história em o que aconteceu antes de Cristo e o que aconteceu depois de Cristo.

A palavra grega euangelion (evangelho) aparece quatro vezes em Mateus, oito em Marcos, sessenta nas Epístolas Paulinas, uma em Primeira Pedro e uma em Apocalipse. O verbo euangelizein (evangelizar) ocorre uma vez em Mateus, dez em Lucas, quinze em Atos, 21 nas Epístolas Paulinas, uma em Hebreus, três em Primeira Pedro e duas no Apocalipse. Significa literalmente “trazer ou difundir boas novas. Portanto, explica John Stott, “é impossível falar sobre evangelização sem se referir ao conteúdo das boas novas, que é, em sua forma mais simples, Jesus”.

Por causa de seu valor e de sua autenticidade, Jesus mesmo ordenou aos seus discípulos: “Vão pelo mundo inteiro e anunciem o evangelho [a boa notícia] a todas as pessoas” (Mc 16.15).

Os discípulos portaram-se como os quatro leprosos de Samaria e como “o peixinho que tinha boas notícias”. Eles “foram anunciar o evangelho por toda parte” (Mc 16.20).

A tarefa não era só para aquela época. É para hoje e para amanhã. É sempre uma tarefa inacabada, porque o campo é enorme e ainda há povos não-alcançados nos escaninhos deste mundo. Além do mais, é preciso evangelizar a multidão de cristãos nominais e reevangelizar a multidão de autosuficientes que ridicularizam as boas notícias. E ainda sobra a nova geração, que vai nascendo, crescendo e assumindo o nosso lugar.

A questão da contínua evangelização é tão séria que, de vez em quando, a igreja precisa ser despertada mais uma vez. É isso que explica a realização de dois congressos de âmbito nacional realizados na capital mineira no segundo semestre de 2003. Em julho, foi a vez do Primeiro Congresso Missionário Nacional (COMINA), católico. Em outubro, foi a vez do Segundo Congresso Brasileiro de Evangelização (CBE2), evangélico.

Quase todas as seções e artigos desta edição têm ligação com o CBE2. Ao COMINA, dedicamos a reportagem O Mineiro com Cara de Matuto com a pulga atrás da orelha na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.
O historiador Alderi Souza de Matos escreve sobre as missões católicas e protestantes a partir do século 16.
Mais uma linha: agora em janeiro, Ultimato completa 36 anos!

Elben César

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