Apoie com um cafezinho
Olá visitante!
Cadastre-se

Esqueci minha senha

  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.
Seja bem-vindo Visitante!
  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.

Seções — Cartas

Ministra Marina Silva

Que alegria ver nos braços da ministra Marina Silva a última edição da revista Ultimato, numa foto publicada no jornal “O Globo” de hoje (23/9/03). Fiquei feliz e creio que todos vocês também.

Pr. Eduardo Luís
Piedade, RJ




Certamente vocês viram a foto da ministra Marina Silva indo para o trabalho de ônibus. Notaram que ela carregava um exemplar de Ultimato nas mãos? Espero que não somente ela, mas muitos outros membros do alto escalão do governo tenham acesso a essa tão boa revista!

Rev. Norval Oliveira da Silva
Santa Inês, MA




Parabéns a Ultimato pela bela promoção da nossa revista em cadeia nacional pela TV. É que ontem (22/9/03), ao entrevistarem a ministra do Meio Ambiente num ônibus (Dia Mundial Sem Carro), ela estava segurando, de modo bem visível, a última edição da Ultimato. Que grande propaganda!

João Tinôco Pereira Neto
Viçosa, MG




Como Ultimato ficou famoso, com a foto da ministra Marina na revista “Época” da semana passada! Viram? Que lindo! Que propaganda!

Joyce Clayton
Recife, PE




Em frente

Sou leitor assíduo da revista Ultimato. Continuem em frente: este é o caminho.

Frei Luiz Iakovacz
Barra, BA




Garotinho

Se Ultimato pecou ao permitir a propaganda do site do Garotinho, estamos sujeitos a um puritanismo preestabelecido e ditatorial. Política não é pecado, não é crime. Nem ilegal. E a internet não é um meio de comunicação unilateral.

Silvano Afonso de Amorim
Trajano de Moraes, RJ




Padres casados

Sou professora da Universidade Federal do Pará e meus estudos voltam-se para a violência institucional em todas as dimensões. Ultimamente tenho tido muito interesse pela Igreja Católica enquanto instituição fechada no que se refere à formação dos padres e religiosas. Lendo alguns artigos sobre padres casados e suas mágoas com a Igreja, posso perceber que ela, de certa maneira, violenta o “eu” da pessoa humana quando impõe regras rígidas que acabam por abalar profundamente a pessoa enquanto ser espiritual. “Ultimato” poderia ser uma ponte para que me comunique com padres que deixaram o sacerdócio por algum motivo. Quero fazer entrevistas e colher dados para a minha pesquisa.

Profª. Verônica do Couto Abreu
Belém, PA




Padres casados que desejarem prestar alguma informação poderão usar o e-mail da professora: verocouto@zipmail.com.br



Comportamento homossexual

Excelentes as matérias sobre homossexualidade. A revista está equilibrada, eqüidistante de partidarismos ou extremismos, inspirando dois grandes sentimentos e tarefas: 1) respeito, conhecimento e reconhecimento recíprocos; 2) não “dar o peixe”, mas ensinar a pensar, buscando pescarmos juntos as coisas da vida na perspectiva da fé.

Dom Aldo di Cillo Pagotto
Sobral, CE




Ultimato está de parabéns pela maneira sábia com que trafega por terrenos tão explosivos quanto a questão da homossexualidade. Pena que são poucos e raros os evangélicos com essa habilidade. Infelizmente agimos como se a homofobia fosse uma virtude indispensável à santidade. Os que ainda vêem a homossexualidade como doença precisam lembrar-se da simplicidade de Jesus: “Eu vim para os doentes”. Nos púlpitos, temos uma teologia de hierarquização dos pecados. Nossos pastores falam de homossexualismo como a maior das abominações, ou pior, como se não houvesse esperança de salvação para gays e lésbicas. Enquanto isso, pecados “comuns” são tolerados na congregação. Não sei quem ignora mais a graça de Deus: se os defensores da teologia gay ou os cristãos homófobos terroristas. Ouvi uma irmã neopentecostal dizer que “o homossexual carrega dentro de si 2.800 demônios!” Por causa de absurdos como esse o tema identidade sexual deveria ser discutido abertamente em todas as denominações. Todos precisam saber isto: o homossexualismo (como prática) é, sim, biblicamente condenável, mas a homossexualidade (como identidade) não é pecado em si mesma nem pode ser vista como empecilho para a salvação. É possível, pela graça maravilhosa, que uma pessoa de identidade homoerótica seja um cristão verdadeiro.

Eleazar Venâncio Carrias
Breu Branco, PA




A sugestão da capa “Comportamento homossexual — nem aprovação nem ódio” está longe de ser vivida, pois os cristãos não sabem lidar com o preconceito. Não creio ser o homossexualismo uma “opção” sadia do ser humano. Porém a igreja precisa entender que os que fazem tal “opção” não o fazem por motivos levianos. Se os considerarmos “terríveis pecadores”, correremos o sério risco de acreditar que já não o somos.

Ozeias Rocha Júnior
São Bernardo do Campo, SP




Ultimato tratou de forma muito evangélica o tema da homossexualidade. A verdade foi dita com caridade. Como sempre, esta revista é muito útil em meus programas de rádio e TV.

Pe. Adilson Davi Hwang
Pato Branco, PR




“Projeto Suplicy”

Gostei do artigo “Revisitando o Projeto Suplicy”, de Rubem Amorese. Católicos, evangélicos e todos que se preocupam com o futuro da família temos de nos unir na defesa dos princípios morais e éticos. Não estamos discriminando ninguém, mas não podemos aprovar o que está errado. Nenhuma ideologia pode mudar o convencimento natural das pessoas, que vem da revelação divina, que a união-casamento só pode ser entre o homem e a mulher. Gostei das delicadas, mas corajosas, colocações sobre a conversão, sobre a salvação e da pregação do evangelho para todos, inclusive os homossexuais, pois eles também são filhos de Deus, pelos quais Jesus derramou o seu sangue na cruz.

Dom Ceslau Stanula
, CSSR Itabuna, BA




Cura para homossexuais

Quando adolescente, trabalhei por três anos numa loja de produtos eróticos. Abandonei o emprego dois dias depois que Cristo converteu o meu coração. Todavia tive sérias dificuldades. Por não resistir às pressões internas e externas, fracassei e cedi aos desejos da minha natureza pervertida. Mergulhado num mundo de promiscuidade, só colhi tristezas e amarguras. Além das pessoas que procurei para pedir ajuda, ninguém mais sabia dos meus desejos homossexuais. Até namorada eu tinha. A cura só veio quando comecei a freqüentar a igreja da qual sou membro. Meus pastores me ajudaram muito, chorando comigo, me ouvindo, me exortando com a Palavra, me animando a vencer dia a dia. Contei também com a ajuda de Débora Kornfield, da Sepal, que me telefonava e me enviava e-mails. O Exodus Brasil também me ajudou muito. Afirmo que, com Cristo Jesus, há cura completa para a homossexualidade, pelo poder da sua Palavra e pela operação de seu Espírito. Hoje, com 25 anos, tenho desfrutado da providência e do amor restaurador do Pai. A igreja sabe da minha história e da transformação que Deus realizou na minha vida, e me dá apoio, carinho e respeito.

Eurípedes Araújo Dantas
Cuiabá, MT




Recebi um e-mail com a notícia da proibição da promessa de cura para homossexuais. Quem trabalha nessa área (psicólogos, pastores ou até pessoas sem formação específica em aconse-lhamento) precisa tomar muito cuidado.

Pr. Cláudio Ernani Ebert
Curitiba, PR




— Via de regra, ninguém deve “prometer” cura para o homossexual, para o dependente de álcool ou drogas, para qualquer doença nem até mesmo para o pecado. O que se pode e deve-se fazer é oferecer ajuda, tratamento, simpatia e orações a todos, inclusive aos homossexuais insatisfeitos com sua situação. Esse, por exemplo, é o comportamento do Dr. Gerard van den Aardweg, Ph.D. em psicologia na Universidade de Amsterdã, especialista no tratamento de problemas de homossexualismo e casamento. O seu livro “A Batalha pela Normalidade Sexual”, publicado em 2000 pela Editora Santuário, é dedicado “aos homens e mulheres atormentados pelas emoções sexuais que não querem viver como homossexuais, que desejam ajuda e apoio construtivos, e que são esquecidos, que não têm voz nem obtêm respostas em nossa sociedade, a qual reconhece apenas o homossexual favorável à emancipação, que pretende impor sua ideologia de “normalidade” e “imutabilidade” e desta forma discrimina aqueles que sabem ou sentem que isso é uma triste mentira”.



Fora da prisão

A matéria sobre homossexualidade e a pastoral “Fora da prisão” (set./out.) me fizeram lembrar do famoso escritor irlandês Oscar Wilde (1854-1900), que passou dois anos na prisão de Reading, na Inglaterra, condenado por ser homossexual. Depois, ele escreveu um poema epopéico (de 654 linhas!) baseado em sua experiência. Chorei quando o li. Envio-lhes uma tradução livre que fiz de um trecho desse poema, bem como a tradução para o inglês de “Homossexualidade — o papel da dura lex e da sola gratia” (Carta ao leitor) e de “Felicidade já?” (Ponto final), ambos da edição anterior.

Michael McLaughin
Recife, PE




João Gadelha

Em seu recente livro “Um Século de História”, a autora Izabel Salviano da Costa omitiu o nome de meu pai, Rev. João Gadelha, na galeria de pastores que exerceram o ministério pastoral na Igreja Presbiteriana de São José do Calçado, pioneira do presbiterianismo do Estado do Espírito Santo. Ele pastoreou a referida igreja no final da década de 1920 e início da outra, por dois períodos.

Irene Frossard Gadelha
Rio de Janeiro, RJ


QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.

Ultimato quer falar com você.

A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.

PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.


Opinião do leitor

Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta

Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.