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Seções — Carta ao leitor

A repressão de ontem e a licenciosidade de hoje vão nos destruir

Há alguns anos, li num jornal secular algo sobre a Associação Rumos, que congrega a maior parte dos 5 mil padres casados do Brasil (número quase igual

à terça parte dos padres em exercício no país). Localizei o presidente da agremiação em Brasília e ele teve a delicadeza de me fornecer nome e endereço de 4 mil desses egressos. Desde então, comecei a enviar-lhes regularmente a revista Ultimato. Antes de preparar a edição de julho/agosto de 2002, que aborda os escândalos envolvendo sacerdotes do mundo inteiro, mais de cem padres casados do Brasil responderam ao questionário que eu enviara a todos os membros da associação, o que me deixou por dentro dos dramas pessoais e da seriedade de muitos deles.

Fiz-me amigo de vários padres casados (e também de celibatários). Nem todos são brasileiros. Já tive contato pessoal com dois holandeses (Theodorus Adrianus Vreeswijk, de Goiânia, e Leonardo Geraldo Douven, de Recife), um italiano (Fernando Spagnolo, de Brasília), um irlandês (Michael McLaughlin, de Recife) e não poucos brasileiros.

Vários padres casados enviaram-me de presente livros de desabafos por eles escritos. Alguns foram mencionados na edição de julho/agosto do ano passado. Nesta edição, contamos as histórias de Carlos Almeida Pereira (p. 27), Eugênio Pedro Giovenardi (p. 29), Luís Guerreiro Pinto Cacais (p. 24) e Herman J. Hegger (p. 32). Apenas o último não mora no Brasil. São histórias emocionantes, que se baseiam nos livros que eles mesmos escreveram e em informações fornecidas por escrito por cada um deles.

Uma das maiores dificuldades na história do gênero humano é aprender a lidar com a sexualidade. O que tem acontecido é, de um lado, o desprezo total pelo sexo e, de outro, a sua supervalorização. A experiência mostra que nem a repressão de ontem nem a licenciosidade de hoje são posições saudáveis. Por isso, a repressão exigida pelo celibato sacerdotal obrigatório é novamente lembrada nesta edição. Por outro lado, quanto mais depressa assumirmos que a atual liberação ampla e irrestrita do sexo poderá destruir-nos, melhor será.

Quanto aos artigos sobre o que está acontecendo numa igreja de brasileiros na região de Boston, nos EUA, é bom que os leitores saibam que enviamos aos pastor Ouriel de Jesus um e-mail datado de 25 de setembro, no qual dissemos o seguinte: “o livro O Triunfo Eterno da Igreja deixou-nos muito preocupados. Não estamos convencidos, nem poderíamos estar, da autenticidade das visões ali narradas. Certamente houve um equívoco muito sério”.

Também é importante explicar que as Assembléias de Deus do Brasil não compartilham com o atual ministério de Ouriel de Jesus em Boston. O mesmo acontece com outras igrejas da denominação dirigidas por brasileiros em território americano.

Deus tenha misericórdia de nós, conforme a “Pastoral” da página 8. Porque “O suicídio do bom senso” (p. 55) acontece por aqui também!

Élben M. Lenz César

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