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Notícias — Mais do que notícias

“Resistamos a esta guerra”
Um apelo de líderes evangélicos americanos


Elsie Bueno Cunha Gilbert

O mobilizador Jim Wallis, fundador do movimento “A Call for Renewal”, que congrega 40 denominações, e da revista “Sojourners” (25 mil exemplares), é um dos líderes evangélicos que estão trabalhando para articular uma oposição da igreja à atuaçao dos Estados Unidos no Iraque. Há muitos outros, como o ex-presidente e ganhador do prêmio Nobel da Paz, Jimmy Carter, o professor e escritor Ronald Sider, e o sociólogo e orador Tony Campolo. São dissidentes evangélicos que insistem na responsabilidade moral dos atos de uma nação que será julgada não pela devoção dominical do presidente, mas pela justiça das ações dessa nação para com seu próprio povo e pela maneira como promove a boa vontade entre os povos.

A voz dissidente cresce em importância à medida que o patriotismo exacerbado é visto como sinônimo de cidadania nos Estados Unidos. A respeito disso Jim Wallis declara: “Ser dissidente num momento de guerra não é somente uma atitude cristã, é também uma atitude patriótica. O grande e respeitável registro de oposição à guerra que temos na tradição da igreja e também na história do Estados Unidos coloca a dissidência no centro da vida cristã e cidadania americana. [...] A dissidência bem pensada se torna hoje mais importante do que nunca.”

Um apelo lançado pela revista “Sojourners” na forma de declaração foi assinado por mais de 30 mil líderes religiosos. A declaração condena a guerra como injusta e imoral e como uma violação à lei internacional. Ultimato se solidariza com esses irmãos que estão travando uma batalha contra a maior máquina de propaganda ideológica do planeta.


Elsie Bueno Cunha Gilbert é jornalista e editora da revista Mãos Dadas. Ela e o marido, James Gilbert, americano, trabalham na Rebusca — Ação Social Evangélica Viçosense, em Viçosa, MG.



Filho de Rosalee Appleby escreve sobre Villa-Lobos

O 78º livro sobre o compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos (1887-1959) é de autoria do americano David Appleby, professor emérito da Eastern Illinois University, residente em Fort Worth, no Texas. Com o título “Heitor Villa-Lobos: A Life”, o livro de 224 páginas foi lançado pela Scarecrow Press no ano passado. Appleby é doutor em música brasileira pela Universidade de Indiana e, há 20 anos, escreveu The Music of Brazil (1983). Para ele, foi o compositor das nove Bachianas Brasileiras que “criou o reconhecimento internacional da música brasileira que tornou possível o sucesso, mais tarde, da música popular brasileira”, colocando-o como um precursor de Tom Jobim, Caetano Veloso e Chico Buarque.

O que pouca gente sabe é que David Appleby é filho da mais conhecida e admirada missionária batista no Brasil, a escritora Rosalee Mills Appleby, por muitos anos residente em Belo Horizonte e que dedicou sua vida para encorajar um avivamento nas igrejas evangélicas brasileiras, especialmente na década de 1950. O pai de David Appleby também era missionário, mas morreu no dia em que ele nasceu na capital mineira. O sofrimento pelo qual passou Rosalee Appleby, ao perder o marido recém- chegada ao Brasil, sem se comunicar bem em português e no dia do nascimento do pequeno David, em 1925, levou-a a buscar maior comunhão com Deus e afetou todo o seu ministério. O admirador e biógrafo de Villa-Lobos morou no Brasil até a idade de 17 anos.



Bispo de Blumenau compara a comunidade cristã a uma panela de pipoca

Se a igreja protestante brasileira deixar de pregar o evangelho da porta estreita, deixar de ensinar as Escrituras Sagradas, deixar de condenar o pecado, deixar de exigir autenticidade, deixar de encorajar a prática diária da leitura da Bíblia e da oração, deixar de valorizar o testemunho de seus membros no meio da sociedade, deixar de lado a importância e a necessidade de cada fiel dizer não à sua natureza pecaminosa, deixar de condenar a soberba e a segurança própria, deixar de valorizar mais a qualidade do que a quantidade, deixar em segundo plano o pleno exercício do amor e do perdão, deixar de gerar alegria e entusiasmo em seus fiéis e deixar de proclamar a volta de Jesus em poder e muita glória — ela será obrigada, mais cedo ou mais tarde, a se lastimar profundamente, à semelhança de alguns líderes do maior contingente católico do mundo.

Em entrevista à Família Cristã, uma das melhores e mais antigas revistas católicas brasileiras (69 anos), Dom Angélico Sândalo Bernardino, bispo de Blumenau, SC, fez as seguintes lamúrias:

“Com tantos dons, a Igreja Católica é uma igreja com 95% de seus braços cruzados e na qual 5% estão demasiadamente sobrecarregados.”

“Somos famosos pela nossa legião de católicos não praticantes. Por isso vemos uma igreja abandonada, com uma carência enorme de ministros e ministras, com uma deficiência gritante de ministros ordenados. É urgente que paremos de ser uma igreja abandonada para nos tornarmos uma igreja de pequenas comunidades, maioritariamente formada por servidores e servidoras.”

“Não podemos ser uma igreja acomodada, sem ação, sem entusiasmo, mas uma igreja viva, ministerial, de famílias em que haja seriedade de amor e nas quais realmente se pratique as virtudes cristãs.”

“Sempre gosto de comparar a comunidade cristã a uma panela de pipoca. Quando o fogo do Espírito Santo age numa comunidade, as pessoas, tal como o milho de pipoca, vão se abrindo para os mais amplos e vastos ministérios. É claro que, como ocorre na panela de pipoca, há os que, mesmo sob a ação do fogo do Espírito Santo, não se abrem, não florescem.”
(Família Cristã, jan. 2003. p. 5-8.)



A torre dos cem anos

Foi preciso esperar a Independência do Brasil, em setembro de 1822, para o país deixar de ser 100% católico. Menos de dois anos depois, em 1824, começaram a chegar os primeiros imigrantes alemães. Um deles foi o major de fé reformada Júlio Frederico Koehler, que planejou e construiu a famosa estrada de ferro da Serra da Estrela entre Rio de Janeiro e Petrópolis. Porque mais de um terço dos 1.991 alemães residentes na cidade serrana de Petrópolis em 1845 eram protestantes, o pastor da Igreja Evangélica Germânica do Rio de Janeiro achou por bem organizar ali a Comunidade Evangélica de Petrópolis. O primeiro pastor residente só chegou no ano seguinte (1846) e o primeiro local de culto foi construído 17 anos mais tarde, em 1863. Mas não tinha aparência de templo, pois isso era prerrogativa exclusiva da Igreja Católica até a proclamação da República, em 1889. A única marca externa era a escultura de um cálice e pães, símbolos da Santa Ceia. Em 1903, 14 anos depois da separação oficial entre Igreja e Estado foi erguida a torre do templo em estilo neogótico. Agora, em 2003, os luteranos de Petrópolis estão comemorando o 140o aniversário de seu templo e o centenário de sua custosa torre!



Não católicos do Peru pedem ao Congresso mudanças na relação Igreja-Estado

O artigo 50 da Constituição do Peru está sendo objeto de controvérsia. Os católicos querem que fique como está: “Dentro de um regime de independência e autonomia, o Estado reconhece a Igreja Católica como elemento importante na formação histórica, cultural e moral do Peru, e lhe presta sua colaboração. O Estado respeita outras confissões e pode estabelecer formas de colaboração com elas.” Os protestantes, por sua vez, querem que o texto passe a ser assim: “O Estado se define como não-confessional; não obstante, reconhece, respeita e garante liberdade e igualdade religiosa. O Estado, dentro de um regime de independência e autonomia, estabelece formas de colaboração com as distintas confissões religiosas.”

No dia 11 de março, milhares de evangélicos, adventistas, judeus, muçulmanos e seguidores de outras religiões menores (Bahai, Hare Krishna etc.) esqueceram suas profundas diferenças e se uniram numa marcha de mais de dois quilômetros, da Praça Manco Cápac ao Palácio Legislativo, para entregar ao vice-presidente, Jesus Alvarado, e à segunda vice-presidente do Congresso, Mercedes Cabanillas, um documento com mais de 40 mil assinaturas, pedindo que o projeto de reforma constitucional contemple a igualdade religiosa de todos os credos perante a lei.

Entre as regalias mantidas até hoje para a Igreja Católica estão as isenções tributárias, a dispensa de licença para funcionamento de templos e até mesmo uma ajuda salarial para os prelados: 90 soles mensais (27 dólares) para párocos, 692 soles (200 dólares) para bispos e 1.329 soles (400 dólares) para cardeais.

Numa entrevista coletiva à imprensa, Rafael Goto, vice-presidente do Conselho Nacional Evangélico Peruano (CONEP), afirmou que, segundo pesquisas recentes, os evangélicos praticantes somam 14% da população peruana, enquanto que os católicos praticantes não passam de 12%. “Somos uma minoria”, declarou, “mas uma minoria significativa que merece ser reconhecida com dignidade”.

Mais um caso está alvoroçando a opinião pública do Peru: a Comissão de Verdade e Reconciliação (CVR) solicitou ao Ministério Público que formalize denúncia penal contra o capitão de corveta Serapio Artaza Adrianzén e seus cúmplices, que, durante a guerra contra a subversão, entre 1980 e 2000, cometeram vários crimes, inclusive o assassinato de seis membros da igreja Presbiteriana de Caliqui, ocorrido no dia 1o de agosto de 1984. Sem terem nenhuma vinculação com o grupo maoísta do Sendero Luminoso, os seis crentes foram arrancados de uma reunião de oração e imediatamente fuzilados.
(Fonte: ALC)



Berlim se prepara para derrubar outro muro

“Está na hora!”, diz o cartaz que anuncia a Conferência Européia do Pentecostes 2003, a ser realizada em Berlim nos próximos dias 5 a 9 de junho, com a presença de milhares de adolescentes e jovens de toda a Alemanha e de toda a Europa. Organizado por Ingolf Ellbel (pastor da Christus Centrum e presidente da Associação Pentecostal Européia), Joel Edwards (diretor da Aliança Evangélica da Grã-Bretanha) e Reinhard Bonnke (evangelista de massa), o encontro pretende ser um instrumento do Espírito Santo para despertar os cristãos europeus. O “está na hora!” da propaganda do evento quer dizer: “é chegado o tempo de os cristãos da Europa se despertarem outra vez”. A última reunião da segunda-feira 9 de junho, dia de Pentecostes, será realizada junto ao Portão de Brandenburgo. As reuniões matutinas deverão fazer com que “o covarde Pedro se transforme no ousado Pedro”. A ênfase das reuniões vespertinas recairá sobre a evangelização. Se o muro de Berlim caiu (l989), o muro de apatia religiosa poderá ruir também!

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