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Seções — Cartas

Os cristãos e a guerra

É um absurdo pensarmos que esta guerra é justa (“Capa”, mar./abr.). Tenho orado em favor destes dois povos perdidos: EUA e Iraque. O primeiro está perdido porque pensa que conhece o evangelho e o segundo porque não conhece. Será que um americano consegue comer no bem-estar de sua casa e ver as atrocidades na CNN sem se importar? Será que consegue dormir e esquecer que o Senhor ouve o clamor dos oprimidos?
Rev. Edvaldo Beranger
Votorantim, SP



No artigo Cegueiras e perdas da extrema direita americana, diz-se que “o bloqueio econômico tem causado mais mortes no Iraque do que as duas bombas atômicas lançadas no Japão em 1945”. Todavia, tal bloqueio foi imposto pela ONU e não pelo governo americano. A principal crítica que se faz é que o atual ataque ao Iraque não foi autorizado pela ONU, mas, mesmo quando ela ordena o bloqueio econômico, a culpa recai sobre os Estados Unidos. Está faltando coerência, não?
Euclides Teixeira
Via internet



Parabéns pela edição de março/abril — está excelente, bem apropriada ao nosso tempo, dando aquela mensagem profética que alerta para não se deixar levar pelos ventos atuais. Gostei especialmente do destaque a Bonhoeffer. Ele é um exemplo de alguém que fez inclusão social pela espiritualidade.
Karin Wondracek
Porto Alegre, RS



Iraque, Iraque!

A revista Ultimato já faz parte do meu itinerário espiritual de leituras todos os meses. Os temas são muito oportunos e atuais, e sempre os aproveito no meu ministério sacerdotal. A respeito do artigo Iraque, Iraque! (“Capa”, mar./abr.), o texto poderia ter sido melhor explanado, complementado com mapas, citações precisas de textos bíblicos e outras informações que elucidariam melhor a singularidade do Iraque na história da salvação. Algumas informações existentes no texto poderiam ter sido iluminadas também com a luz da ciência (revistas de grande circulação trataram desse tema). Para mim, o artigo apenas deu a impressão de ser uma “introdução” de algo que seria mais bem trabalhado depois, o que não aconteceu. Daí a decepção para quem é biblista e exegeta. Entretanto, parabenizo Ultimato, pois percebo a intenção de interpretar os sinais dos tempos à luz da fé cristã. Peço a gentileza de nunca deixarem de me enviar a revista.
Pe. Daniel C. Nicolini
São Paulo, SP



Quando acabarem o óleo e a farinha...

Ao ler o artigo Quando acabarem o óleo e a farinha... (“Reflexão”, mar./abr.), a princípio fiquei chocado e, depois, profundamente tocado pelas necessidades e carências alheias. Louvo a Deus pela vida e pelo desprendimento de pessoas que se envolvem em trabalhos dessa natureza. Tenho um profundo desejo de me envolver em algum projeto que minimize o sofrimento alheio, ao mesmo tempo em que mostre o amor de Deus por atitudes.
Às vezes, me sinto inútil, incapaz e impotente diante de tanta necessidade e ao mesmo tempo dificuldade.
Helio Boldrini
Nilópolis, RJ



Recebi Ultimato ontem e na mesma hora me vi absorvida por todos os artigos. Tivemos, nesta edição, uma maravilhosa aula de história da humanidade (“História”, mar./abr.). Fui tocada especialmente pela reflexão dos irmãos Valdir e Silêda Steuernagel, intitulada Quando acabarem o óleo e a farinha... Vemos todos os dias o sofrimento bem pertinho de nós e não sabemos como ajudar. Gostaria de cumprimentar os queridos irmãos pelo encorajamento que nos deram! O Mineiro com Cara de Matuto continua nos surpreendendo em suas viagens e Martinho Lutero continua atual quase cinco séculos depois. Lindíssima a participação de Mãos Dadas. Sou professora e quartanista do curso de psicologia.
Cláudia M. Alves
Santos, SP



Igreja x política

Tenho acompanhado alguns artigos, publicados em jornais e revistas, com forte apelo pela formação política dentro das igrejas, a exemplo da matéria Renovando a igreja, renovando o país (“Reflexão”, jan./fev.). Todos concordamos que é dramática a situação do país, principalmente no que se refere ao quadro social, “produto” do descaso do Estado — Estado que é formado por homens, muitos com formação acadêmica, porém poucos com instrução religiosa. A formação religiosa cristã é essencial na formação do caráter do homem. “Aquele que domina com justiça sobre os homens, que domina no temor de Deus, é como a luz da manhã, quando sai o sol, como manhã sem nuvens, cujo esplendor, depois da chuva, faz brotar da terra a erva” (2 Sm 23.3,4). O bispo Cavalcanti sugere um curso de formação política para os evangélicos, porém, eu acredito, sim, em uma escola de formação de verdadeiros cristãos, para evangélicos e católicos. Somente assim teremos uma política de resultados. Aí está o grande desafio para a igreja!
Rogério José Rubio
Palestina, SP



Estado palestino

Perdoem-me se eu não entendi. Mas o quadro O Estado palestino é imperativo (“Mais do que notícias”, mar./abr.) sugere que a revista apóia a idéia de que a criação do Estado Palestino na ribeira ocidental e Gaza, em Israel, resolveria os conflitos entre árabes e judeus. Se foi essa a intenção de Ultimato, eu enxergo dois problemas. O primeiro é de ordem política. O único estado palestino aceitável para Yasser Arafat e a maioria dos povos árabes é um que substitua completamente o atual Estado de Israel. O segundo é de ordem teológica. A Bíblia fala claramente dos limites do país prometido para a descendência de Abraão e da futura reorganização de Israel; e a doutrina da substituição de Israel pela igreja é falaciosa. Ou seja, a terra, por decisão soberana de Deus, deve pertencer a Israel. Por isso, vejo ser antibíblico e anticristão apoiar, nesses moldes, um Estado palestino, que nunca existiu e, portanto, nem teria o direito de existir. Os cristãos deveriam se empenhar em fazer com que terroristas como Arafat deixem de sê-lo (e não apoiá-los!) e que os israelenses judeus e árabes aprendam a conviver com os árabes não israelenses (palestinos) e vice-versa, num mesmo país chamado Estado de Israel, que, aliás, é o único democrático no Oriente Médio. Um Estado palestino não contribui em nada para interromper o ciclo de ódio.
Fabio Silva
São Bernardo do Campo, SP



O mundo luterano

Sou leitor de Ultimato há muitos anos. A edição de março/abril está ótima. Além de pontual (assunto da guerra), está bem diversificada. Gostaria de apontar uma imprecisão sobre o mundo luterano brasileiro na página 65. Embora a fonte seja citada, não é correto dizer que a IECLB é a igreja luterana mais antiga do Brasil. Ela é uma união de vários sínodos, alguns deles, sim, mais antigos. Em 1886, fundou-se o Sínodo Rio-Grandense. Depois, esse Sínodo, com o Sínodo Evangélico Luterano de Santa Catarina, Paraná e outros Estados da América do Sul (1905), a Associação de Comunidades Evangélicas de Santa Catarina e Paraná (1911) e o Sínodo Evangélico do Brasil Central formaram a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), estabelecida em 1968. A IELB foi fundada em 24 de junho de 1904. Excelente a entrevista com Lutero. Lamento que suas palavras apareçam tão pouco, apesar de sua permanente atualidade.
Rev. Dieter Joel Jagnow
(Redator da revista “Mensageiro Luterano”)
Porto Alegre, RS



Nehemias Marien

Sempre julguei ser a revista Ultimato uma das poucas revistas nacionais que nunca se deixou pautar pelo sensacionalismo jornalístico. Infelizmente, a matéria Nehemias Marien não é mais pastor da Igreja Presbiteriana Unida (“Notícias”, mar./abr.) provocou minha reconsideração. O último parágrafo pareceu-me a expressão de um sentimento de alívio. É como se dissessem: “Graças a Deus, estamos livres desta mancha que envergonha o nome das nossas sacras instituições presbiterianas”. A matéria demonstra como as instituições lidam com as pessoas. Enquanto o “pastor da Bíblia” é coerente com o discurso oficial por elas apresentado, vale a pena dizer: “Olhem, ele é um dos nossos”. Mas, quando ousa dissertar de forma dissonante, nós o submetemos aos Conselhos de Doutrina e Ética (nova versão do Sinédrio ou da Santa Inquisição), não para verificar a plausibilidade bíblica de seus argumentos, mas com a intenção de condená-lo, afirmando o distanciamento dessa instituição do não mais “pastor da Bíblia”, mas, sim, “pastor espírita” e “pastor que realiza casamento entre homossexuais”.
Rev. Cláudio Soares
(membro do Presb. Harold Cook)
Belo Horizonte, MG



Renovação da mente

Em março de 2002, presenteei meu pai, pastor pentecostal, com uma assinatura deste periódico, que conheci nos meus dias de internato, em seminário assembleiano. Fiquei muito feliz quando percebi que a leitura dos artigos tornou-se um hábito para ele. Ouvi comentários entre ele e minha mãe sobre assuntos da revista. É um caricaturado testemunho de como o perene trabalho de Ultimato provoca reflexão na direção da “renovação do vosso entendimento” — isso nas palavras paulinas (Rm 12.1,2).
Eliezer Pires da Silva
São Gonçalo, RJ



Mutirão de Oração

Lendo Ultimato, fui motivada a participar do Mutirão de Oração por Crianças e Adolescentes em Situação de Risco. Quero mobilizar minha igreja e outras para oração nos dias propostos (6 a 8 de junho). Que o Senhor continue usando vocês e despertando a igreja brasileira para se posicionar em favor dos pequeninos.
Margareth Almeida
Montes Claros, MG

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