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Jesus — depois da ascensão e antes da segunda vinda

Ninguém sabe “o tamanho” do período de tempo espremido entre a ascensão de Jesus e sua volta gloriosa – ainda não completou dois milênios, mas não está longe de chegar lá.

As previsões de Jesus para esse tempo estão acontecendo.

O Senhor disse que poucos dias depois da ascensão o Espírito Santo seria derramado sobre os apóstolos e discípulos (homens e mulheres), antes de se entregarem à tarefa de evangelizar o mundo (At 1.4-5). Menos de dez dias depois, no Pentecostes, a pequena igreja recebeu de modo espetacular o batismo prometido (At 2.1-13).

O Senhor disse que do templo de Jerusalém não ficaria pedra sobre pedra (Mt 24.2). No ano 70, os romanos incendiaram e derrubaram o templo e levaram os utensílios sagrados, inclusive o solene candelabro.

O Senhor disse que a cidade de Jerusalém também seria reduzida ao pó, depois de cercada por todos os lados (Lc 19.43). No ano 70, o general Tito sitiou a cidade por longo tempo e em seguida a destruiu. Muitos morreram de fome. O historiador Josefo naturalmente exagera quando menciona 1 milhão de mortos.

O Senhor disse que o evangelho do reino seria pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações (Mt 28.19-20; Mc 16.15; At 1.8). Nos primeiros 30 anos de missões, o evangelho alcançou os mais importantes centros urbanos do mundo de então e neles se estabeleceu: em Jerusalém (com 120 mil habitantes), em Éfeso (300 mil), em Corinto (500 mil), em Atenas (250 mil) e em Roma (1 milhão). O avanço missionário até hoje não cessou.

O Senhor disse que os apóstolos e discípulos (homens e mulheres) daquela época e das épocas posteriores seriam entregues aos tribunais e açoitados nas sinagogas, seriam perseguidos, torturados e mortos (Mc 13.9). Logo no início da igreja, Pedro e João foram presos (At 4.3; 5.18-40), Estêvão foi apedrejado (At 5.57), Tiago foi morto à espada (At 12.2) e Paulo foi espancado, apedrejado e preso várias vezes (At 14.19; 16.22-24; 21.27-36; 2 Co 11.23-25). Hoje, 250 milhões de cristãos estão sob perseguição real, especialmente na Coréia do Norte, China, Vietnã, Indonésia, Paquistão, Usbequistão, Irã, Arábia Saudita, Egito, Líbia, Sudão e Nigéria. No correr de 1997, 67 missionários católicos foram assassinados em diferentes lugares.

O Senhor disse que muitos viriam em seu nome, proclamariam “Eu sou o Cristo” e enganariam a muitos (Mt 24.4). Menos de um século depois, o líder judeu Bar Kochba autoproclamou-se o Messias. No início do século passado, o francês George Roux apresentou-se como a reencarnação de Cristo. No presente, mais de 1.500 pessoas ao redor do mundo afirmam o mesmo.

O Senhor disse que antes do tempo do fim haveria guerras e rumores de guerras, fome e terremotos e a maldade se multiplicaria (Mt 24.6-13). Já se afirmou que a tríade que acompanha a humanidade ao longo da história é a guerra, a fome e a doença. No início da década passada, lembra Antonio Ermínio de Moraes, “o mundo tinha 50 mil bombas atômicas, o equivalente a 13 bilhões de toneladas de dinamite”. Sem falar em um estoque de 70 mil aviões de combate, 2 mil navios e submarinos nucleares, 172 mil tanques e cerca de 300 toneladas de plutônio (150 quilos são suficientes para espalhar o câncer e matar toda a população do mundo). O orçamento militar para o próximo ano fiscal só nos EUA é de 355,4 bilhões de dólares.

O Senhor disse que o trigo cresceria junto com o joio e que um não seria arrancado antes do outro, senão na época da colheita (Mt 13.24-30). O antropólogo René Girard entende que “estamos numa situação em que há cada vez mais Bem e cada vez mais Mal”, e explica: “o que chamamos hoje de globalização é globalização do Bem e do Mal, tanto dos problemas como das soluções”.

Esse longo e aflitivo período de tempo começou com a ascensão de Jesus e terminará com a sua volta gloriosa. Só pelo nome dele dá para entender a reviravolta que vai acontecer: Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno e Príncipe da Paz. O Senhor, então, “estenderá o seu domínio, e haverá paz sem fim” (Is 9.6, 7, NVI)!

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