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Seções — Cartas

Patê de pato
Fiquei realmente abismada ao ler o texto Patê de pato para cachorro e pão bolorento para crianças (“Mais do que notícias”, nov./dez.). Como vocês puderam escrever tamanhas bobagens? Deu para notar claramente que vocês não têm a menor noção de nada que envolve animais. Por exemplo, nada mais justo que cavalos e burros trabalhem apenas 8 horas por dia, que é considerado o período integral aqui no Brasil. Não é a maioria das pessoas que trabalha mais tempo do que isso e, muitas vezes, depois de trabalhar todo esse tempo, o pobre do animal não tem direito a comida nem água (ah, isso vocês não sabiam...). Além disso, nada mais justo do que as éguas e burrinhas prenhas terem direito ao descanso. Vocês pensam que elas também não sentem dores, tais quais as mulheres prenhas? Tenho mais de dez animais, todos adotados da rua, da carrocinha, de dentro do bueiro, de dentro de alguma casa onde sofria maus tratos. Todos os dias louvo a Deus pela vida de todos eles, oro por cada um, bem como por todos os outros que sofrem as crueldades do ser “humano”. Enquanto várias e várias crianças têm celular e outras futilidades que para nada servem, 300 animais são sacrificados por dia somente no Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo, sem contar todos os outros que são mortos de maneiras cruéis e sem nenhum tipo de atendimento. Vocês realmente acham que esse é o tipo de vida que Deus reservou para suas criaturas tão amadas? Não acredito, de jeito nenhum, que meu Pai amado irá me castigar por tratar bem meus animais e plantas, ou por orar por eles, ou por ajudar financeiramente animais necessitados, ou ainda por lutar incansavelmente pelo bem-estar dos animais.

Liliam de Augusto P. Balestero
São Paulo, SP



Desabafo de um pai
Agradecemos a publicação da matéria Desabafo de um pai (nov./dez.). O Brasil e o mundo não estão precisando apenas de homens inteligentes, cultos e diplomados, mas também de homens sensíveis, de coração limpo, puros, misericordiosos e cheios de compaixão para com aqueles que sofrem.

Carlos Roberto S. de Moura
Uberlândia, MG


Ao ler o Desabafo de um pai, não contivemos as lágrimas. Eu e minha esposa choramos muito de saudade do nosso querido filho Dalmo, falecido na manhã de 3 de dezembro de 2001, vítima de acidente. O Carlos Roberto e sua esposa não estão sozinhos na dor, na saudade e nas gratas lembranças de seu filho Rafael. Nossas histórias são muito parecidas.

Celso e Maria Isabel Perrone
Itajubá, MG



Censo religioso
Excelente a abordagem sobre as grandes surpresas do Censo 2000 e crescimento de igrejas (“Capa”, set./out.). A análise crítica de Luiz Longuini Neto foi realista e didática, elaborada com alto teor científico. As três vias da evangelização apaixonada nos faz querer retornar à simplicidade da igreja primitiva, o que precisamos fazer com urgência. Outra surpresa foi ver a foto do Dr. James Fanstone (que saudade!), um verdadeiro homem de Deus. Trabalhei no Hospital Evangélico de Goiás (1982-85) como enfermeira.

Margareth M. Silva
Frutal, MG



Ricardo Gondim
O artigo Resgatando a brasilidade da nossa fé (set./out.), por Ricardo Gondim, não é construtivo. É uma reflexão meramente política e não digna de um líder brasileiro cristão. É repleta de generalizações, inverdades e estereótipos. Se for necessário menosprezar os outros para nos acharmos, nos engrandecermos, estaremos no caminho errado. Os cristãos norte-americanos também são nossos irmãos em Cristo. Deus não é nacionalista e abomina a xenofobia (Fp 2.3, 4; 1 Co 12.13). Devemos, como cristãos, buscar não uma identidade nacional, mas nossa identidade em Cristo e nossa união como membros do corpo de Cristo. Concordo que o corpo de Cristo é composto de “todas as nações, tribos, povos e línguas” (Ap 7.9) e que cada um deveria ter sua maneira cultural de expressar a fé em Deus. Mas isso não implica denegrir a maneira cultural de outros em nosso favor.

Isabel Murphy
Missionária canadense (SIL)


Parabéns pelo excelente trabalho de vocês; hoje, em especial, pelos artigos Resgatando a brasilidade da nossa fé (set./out.) e Preservando a herança pentecostal (jul./ago.), ambos do pastor Ricardo Gondim.

Pr. Manoel Soares Filho
Natal, RN


Sou grato a Deus pelo fato de o pastor Ricardo Gondim não ter esperado a velhice chegar para deixar esta bela mensagem de alerta – Se eu fosse mais velho! (nov./dez.). Também sou grato porque o Senhor lhe tem dado voz profética e sensibilidade ao seu Espírito para, de forma simples e objetiva, alcançar o coração do povo de Deus. Este é um daqueles artigos que deveriam ser leitura obrigatória nos seminários, instituições e igrejas do nosso país.

Rev. Elton S. dos Santos
Suzano, SP


Gostaria de dizer ao autor da reflexão Se eu fosse mais velho!: que bom que o senhor não obedeceu à sua impetuosidade; caso contrário, eu leria o artigo quando fosse velha e perceberia que o tempo passou e não me foi proveitoso. Que bom também que o senhor não esperou ficar velho para escrever esta reflexão.

Lilian Raquel A. de Almeida
Dourados, MS



Bigamia
Recebi a revista (nov./dez.), como sempre maravilhosa – em parte. Pois Ultimato não se decide: se fica com a jovem namorada (igreja evangélica, com alguns defeitos) ou se namora também a antiga, que já provou ser infiel. Está na hora de tomar posição clara e transparente. Roma é contra Deus e ponto final. Os católicos nem sempre são enganados. Alguns preferem continuar sendo enganados, às vezes bajulados pelos evangélicos, como faz Ultimato. Só a verdade liberta (Jo 8.32).

Alceu Alves Figueiredo
Marília, SP


Sou assinante há alguns anos e admiro muito a linha editorial. Como católico atuante, assimilo aquilo que vem ao encontro da minha fé e relego os artigos que não me tocam. Acho que a revista deveria sempre realçar as coisas comuns entre religiões e não as diferenças. Sugiro criar um espaço para as pérolas ditas por pessoas de outras crenças ou denominações (pois eu também sou evangélico-cristão e crente), como a frase de Dom Eugênio Araújo Sales (nov./dez., p. 14).

Manuel Duque da Bárbara
Cianorte, PR


Ultimato tem sido fraca, o que pode ser visto na edição que tratou dos escândalos sexuais no seio da Igreja Católica (jul./ago.). A revista sequer enfatizou que o celibato é antibíblico. A razão para evitar uma posição mais firme na denúncia do erro é inexplicável.

Walter N. Braz Júnior
Viçosa, MG


Tenho profundo respeito, carinho e admiração pelos irmãos que produzem a revista Ultimato. O valor do áureo serviço que têm prestado à Igreja e ao reino de Deus só a eternidade revelará. Todavia, amados, a postura ecumênica adotada por vocês, pelo menos em relação à Igreja Católica Romana, tem se revelado, em muitas edições da revista, uma atitude bíblica e teologicamente incoerente e extremamente perigosa. Meu apelo, em nome de Jesus, é que parem de seguir nesse rumo! Voltem à saudável e tão frutífera prática anterior de corajosamente evangelizar, com base na sã doutrina, tanto os católicos como os evangélicos nominais!

Rev. Roberto E. de Almeida
Porteirinha, MG



As cartas da edição anterior
Cartas enviadas a Ultimato (nov./dez.), especialmente as da pastora Sílvia, de Arsênio, José William, Paulo Ribeiro e aquelas sobre Alá me deixaram pasmo. Na época da Reforma, Erasmo escreveu sobre certos religiosos: “uma das suas principais crenças é que ser ignorante é ser de um alto estado de santidade e assim eles se certificam que não possam ler”. Os cristãos antigos tiveram de atentar para os desafios intelectuais, visto a perspectiva do fluir civilizador do cristianismo e da igreja. O mundo e o homem moderno estão envolvidos em complexos conflitos, frente a novos desafios e conhecimentos. Urge o cristianismo debruçar-se sensível e racionalmente sobre essas questões, sob pena de negar seu espírito. Esconder-se debaixo do guarda-chuva de uma religiosidade sectária, de emoções e terminologia fetichizada, sem substancial e honesto impacto cultural e fluir civilizador, é covardia e alienação de roupagem cristã.

Rodrigo Gonçalves
Montes Claros, MG


A revista Ultimato é realmente edificante. Com ela consegui responder várias dúvidas a respeito da minha fé. Às vezes não entendo as duras críticas que fazem na seção “Cartas”. Ainda bem que os editores estão firmados em Deus, e não em homens.

Jacqueline Emerich Souza
Tangará da Serra, MT


Louvo a Deus pela publicação de Ultimato. A revista faz parte da minha biblioteca, como rico material de estudo e pesquisa. Ela me auxilia no preparo de estudos bíblicos, sermões e mensagens.

Rev. Magno Vinicius Peterline
Jaboticabal, SP


Ultimato é uma revista sem máscara, graças a Deus! Não sei como algumas pessoas podem ser tão melindradas a ponto de ficar ameaçando a revista com o cancelamento de suas assinaturas. Na minha opinião, Ultimato se destaca porque não esconde o que está atrás dos bastidores sem perder a ética jornalística. Parabéns a vocês e um alto e estonteante lamento por aqueles que se escandalizam com as matérias redigidas.

Rev. Marcelo Nogueira de Oliveira
Belford Roxo, RJ



Protestantes – traidores da pátria e do imperador
Estou renovando minha assinatura e protestando contra a reportagem Protestantes – traidores da pátria e do imperador (set./out.). As informações estatísticas são interessantes, mas a conclusão, à véspera das eleições, quando se tinha um presidenciável evangélico, foi um tanto infeliz. Assunto inoportuno, publicado em momento e local errados. Meus pêsames! É importante, sim, o Brasil ter um presidente evangélico para que ele honre Jesus Cristo por meio do seu governo.

Geroni P. Bueno
Cornélio Procópio, PR


Não posso deixar de expressar um profundo louvor e gratidão a Deus pelos excelentes artigos da edição de setembro/outubro, os quais nos levam a questionar a nós mesmos, pastores e líderes, sobre qual tem sido nosso modelo de ser igreja. Refiro-me em especial às aspas da página 23, que expressam nada menos que algo já há muito expresso, mas não verbalizado, de uma igreja evangélica aética, embora, em muitos casos, legalista. Temos dado maior importância ao cumprimento de rituais e regras do que ao fato de sermos verdadeiros seguidores de Cristo, como “o bom perfume de Cristo”, “o sal da terra” e “a luz do mundo”. A importância que hoje é dada ao legalismo e ao tradicionalismo tem mais assustado do que atraído os não-cristãos a conhecerem aquele que tem operado maravilhas e transformado vidas, que veio a este mundo “para buscar e salvar o perdido” e deixar-nos a sua paz. Que Deus nos conceda a graça de nos questionarmos e renovarmos a nossa mente para que experimentemos qual seja a boa, perfeita e agradável vontade de Deus. Amém.

Alexandre Eggert
São Bento do Sul, SC



Robinson Cavalcanti
Alguns dias atrás, mostrei a um colega de trabalho, que é evangélico, o artigo Evangélicos e cidadania: livra-nos do mal! (jul./ago.), escrito pelo Robinson. A reação desse colega me deixou surpreso. Por dias ele não me deixou em paz. Sempre me procurava, fazendo iradas críticas ao artigo. Já não agüentando mais sua importunação, disse que lhe daria o e-mail de Ultimato para que ele descarregasse sua fúria sobre quem dava espaço ao Robinson. Então ele me disse: “Sou pela ditadura em todos os sentidos”. Quanto a mim, creio ser o Robinson Cavalcanti uma bênção de Deus para todos os que lêem Ultimato, pois seus escritos falam de verdades que muitos neste país não têm coragem ou capacidade de denunciar. Ele escreve com uma paixão e uma ira santa, tentando despertar as pessoas da sua alienação. É realmente um João Batista do nosso tempo, um homem de Deus. Portanto, sempre vai incomodar os Herodes.

David Ribeiro
Anaheim, CA, EUA



Outras ovelhas, outros currais
Há muito se discute as religiões, denominações, rituais e até a salvação sob a perspectiva partidária e restritiva das lentes evangélicas. A matéria Outras ovelhas, outros currais (set./out.) está de conformidade com o Deus bíblico, maior que as religiões e restrições humanas. Nós, cristãos nascidos de novo, deveríamos perder essa motivação errônea de ver um Brasil cada vez mais evangélico e nos preocupar com os não salvos do país, que podem estar, inclusive, em nossas próprias congregações.

Leandro Bertoletti
Brasília, DF



www.ultimato.com.br
Depois de muito tempo, visitei hoje o site da Editora Ultimato e fiquei impressionado com o que Deus tem feito por meio desse ministério. Parabéns pelo trabalho glorioso de vocês. Vivo atualmente em Orlando, pastoreando uma pequena igreja brasileira.

Silas do Amaral Pinto
Orlando, FL, EUA



G-12
Na edição anterior, os leitores Jorge Luis L. de Lima e Viviane Barbosa de Almeida defenderam o movimento G-12 (“Cartas”). Porém, suas colocações foram infelizes. Primeiro, Jesus não apascentou apenas doze, mas sim milhares de ovelhas. Apascentar é uma coisa e treinar para serem seus substitutos é outra completamente diferente. Nas igrejas tradicionais existem os chamados oficiais, que são pessoas capacitadas para atender o povo, juntamente com o pastor, do mesmo modo que a “nova visão” faz. Segundo, cá entre nós, tenho dúvidas se esses amados irmãos conhecem realmente de onde veio essa “nova visão” para a igreja. Dizer que querem viver como a igreja primitiva é um absurdo. A igreja só se reunia em casas porque era perseguida. Após a perseguição, o povo passou a cultuar em outros lugares maiores, onde a comunhão também era maior. Terceiro, de novo o G-12 não tem nada de novo. Se estudarmos um pouco de eclesiologia, veremos que esta “nova visão” não passa de uma cópia do modelo da Igreja Católica Romana dos anos 60, ou seja, as CEBs, misturada com teologia da prosperidade, dos anos 80 e 90, e com a teologia da libertação dos anos 90 — tudo isso num pacote só.

Roberto P. S. Junior
São Paulo, SP



Superinteressante passada a limpo
Em referência ao comentário de Marcio L. Redondo (set./out.) à matéria de capa da Superinteressante de julho de 2002, quero acrescentar que a revista, na própria capa, nos faz concluir que a referida matéria é pura falcatrua. Vemos, no rodapé, a chamada para outra matéria que, em si, desqualifica a índole dos atuais pesquisadores, a saber: “Ciência rima com falcatrua? Histórias escabrosas de cientistas que enganam, traem e corrompem”. E, na página 70, o título da matéria é “Sujeira no jaleco”, “Fraudes, espionagem, dinheiro corrompendo pesquisas, cobaias humanas... Afinal, o que há de errado com os cientistas?” Temos, então, a conclusão da escabrosa matéria, dada pela própria revista que a publicou. Com isso, a Superinteressante foi “passada a limpo”. Pura artimanha de homens que, com astúcia, induzem ao erro (Ef 4.14).

Ismael Nunes da Silva
Marília, SP



Os mortos do mar
Fiquei contente quando li a capa da última edição ainda dentro da embalagem plástica: Os mortos do mar. Com grande expectativa, imaginava encontrar um artigo como os de primeira página de jornal sobre as dimensões do naufrágio do ferry no Senegal. Qual foi a minha decepção ao ver menções de poucas linhas em um pequeno artigo. O naufrágio ocorreu na noite do dia 26 para 27 de setembro, e não no dia 23, como mencionado. Faltou atenção em verificar dados importantes. O Le Joola esteve por mais de um ano fora de operação e, depois de um reparo parcial, fora posto em serviço havia duas semanas. O barco era projetado para navegar em rios com uma lotação de 550 pessoas. Na fatídica viagem do dia 26, ele saiu de Ziguinchor rumo a Dacar com quase 800 pessoas. Em Karabane, embarcaram mais cerca de 200 pessoas, perfazendo um total de quase mil, “oficialmente”. Dizem que muitos outros se aproximaram com pequenos barcos e embarcaram clandestinamente. Havia também pessoas que embarcaram sem pagar, pois eram parentes ou amigos da tripulação, além de cerca de 100 soldados e oficiais do Exército. Portanto, o número total de adultos deve ter chegado em torno de 1.300 a 1.500 (as crianças menores de 12 anos não são contadas por eles). Soubemos de famílias que perderam três e cinco filhos. Esta era a última viagem que antecedia o início das aulas e muitos retornavam das férias. Só de Ziguinchor – cidade cujo nome em kreole significa coincidentemente “Chego e eu choro”, lembrando as mães que choravam por seus filhos que eram levados como escravos – morreram 960 pessoas, sendo 450 estudantes, muitos universitários, inclusive o irmão de Augustin, que estava no penúltimo ano da universidade (veja “Cartas”). O Le Joola levava também algumas toneladas de bagagens, veículos etc. O número total de vítimas é desconhecido — algo em torno de 2 mil. Uma catástrofe sem precedentes. Proporcionalmente à população do país, de 10 milhões, o acidente foi muito maior que o tão falado “11 de setembro”, em que morreram cerca de 3 mil pessoas num país de 250 milhões. Espero que seja dada a devida importância ao desastre para que a comunidade evangélica tenha como avaliar a dimensão do fato e orar mais especificamente pelo país que tem sido “uma fresta” na Janela 10/40, por onde tem entrado a luz para tantos países fechados da região.

Rev. Reginaldo Goulart
Dacar, Senegal



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