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Seções — Cartas

Chega de ódio!

Os artigos de capa da edição anterior (mar./abr.) estão excelentes. São um esclarecimento para as pessoas que desconhecem todo o horror ligado à guerra e uma advertência para os que se esqueceram daquelas tragédias que deixaram marcas inapagáveis.

Ines Maria Graziano
Atibaia, SP



Importante a matéria sobre a guerra. Os episódios de Pearl Harbor, Hiroshima e Nagazaki não podem sair da memória mundial. Incrível como Deus transforma e usa homens como Fuchida e Deshazer!

Samuel Vitalino
Recife, PE



Não sabemos o que é igreja

Anda meio complicado saber o que é igreja. O cardeal Carlo Maria Martini, porém, foi feliz quando escreveu: “A igreja não satisfaz expectativas, celebra mistérios” (In: Em Que Crêem os Que Não Crêem, de Humberto Eco e Carlo Maria Martini).

Eduardo P. Velasco
Natal, RN



Sou leitor de Ultimato desde meus tempos de seminário (1987). O artigo Não sabemos o que é igreja (“Abertura”, mar./abr.) me fascinou. Peço autorização para reproduzi-lo no jornal da minha cidade.

Pr. Evandro Domingos
Ijuí, RS



Gostei de todo o conteúdo da Ultimato de março/abril, especialmente de Não sabemos o que é igreja (“Abertura”). O autor escreveu com muita propriedade. Mostrou que Deus, único sabedor de todas as coisas – que não faz acepção de pessoas – chama cada um para compor um organismo que tem como penhor a obra de redenção já realizada por Jesus Cristo. O resultado é a universal assembléia dos arrolados nos céus (Hb 12.22). Esse número, quem de nós poderá contar? Essa sabedoria excede a nossa limitação!

Liana P. Gonçalves
São Paulo, SP




Ministério feminino

Gostaria de elogiar a Igreja Metodista do Brasil pela eleição da pastora doutora Marisa de Freitas Ferreira Coutinho como a primeira bispa do Brasil. As mulheres hoje exercem todas as funções de atividade humana – juízas, delegadas, oficiais das Forças Armadas, pilotos de avião comercial etc. Entretanto a maioria das igrejas evangélicas, tanto históricas como pentecostais, proíbem as mulheres de exercerem o pastorado. Jesus valorizou as mulheres, mas nós, homens, ainda não. Sinto que os pastores estejam com medo de ser sobrepujados por elas. De fato, conheço pastoras que pregam muito melhor que os homens.

Nathanael Oliveira Neves
S. João da Boa Vista, SP



Não quero ser apóstolo

O artigo de Ricardo Gondim (“Reflexão”, mar./abr.) encheu de alegria o meu coração. Como diz Randall Price, “nossos vocacionados têm se preocupado em ser socialmente expressivos e não mais biblicamente sonoros”. Minha esperança e profundo desejo é que a mensagem do pastor Gondim, tão clara, direta e inspiradora, possa não somente ecoar por este mundo afora, mas encontrar lugar no coração daqueles que o Senhor da Seara está chamando para serem seus servos.

Paulo Adriano Mussi
Anápolis, GO



Fiquei maravilhado com a última reflexão de Ricardo Gondim. Há tempos tenho essa preocupação. Os líderes, em sua maioria, atualmente, estão muito preocupados com posição social, títulos, popularidade. Esquecem-se de que somos servos de nosso Senhor Jesus Cristo e devemos nos preocupar apenas em levar a Palavra da verdade às pessoas sem Cristo. Muitos se encantam com títulos e querem construir templos grandiosos. Estamos modificando a declaração de João Batista (“É preciso que Ele cresça e eu diminua”) para “Cristo pode até crescer, desde que eu cresça junto.”

Paulo Eduardo Martins
Ituiutaba, MG




Em Letras Grandes

Gostei muito do recado Crucifique-se (“Em Letras Grandes”, mar./abr.). É esse o verdadeiro dever do cristão: crucificar a própria carne e viver somente para demonstrar às pessoas o amor de Deus.

Saulo Henrique Fahl Sabino
Itirapina, SP



Ultimato Longa Vida

Tenho uma admiração profunda pela revista Ultimato. Estou convencido de que os artigos teologicamente mais profundos estão nela. Eu os amo muito. Não deixe essa revista acabar, pois ela tem abençoado muita gente.

Paulo Cesar Teixeira Rodrigues
Pádua, RJ



Oásis

Do começo ao fim, Ultimato proporciona edificação, reflexão, desafios, fé e crescimento intelectual. A revista é um Oásis no deserto débil dos meios de comunicação evangélicos de hoje. Primorosa a entrevista com Gary Collins e ímpares os artigos de René Padilla e Robinson Cavalcanti. De Philip Yancey e seu ótimo artigo, só achei que falta aos americanos enxergarem um pouco mais da dimensão concreta de sua vileza: o FMI, sua agiotagem, seu escudo anti-míssel, seus boicotes e suas imposições político-econômicas etc. Continuem firmes!

Rodrigo Gonçalves de Souza
Montes Claros, MG




Autodeterminação

Com relação ao que diz Sônia Rodrigues Saes (“Cartas”, mar./abr.), gostaria que não fosse utopia que “cada povo deve, livremente, ser o autor e construtor de suas opções ideológicas”. Realmente, não deveria haver ingerência nenhuma de natureza político-ideológica e de um estado para com o outro. Todavia, sou a favor do fortalecimento das forças de paz da ONU para interferir, com apoio da comunidade internacional, nos casos de massacres e evitar milhões de mortes como as acontecidas na Bósnia, Ruanda, Kosovo, Angola, Moçambique, Iraque (perseguição aos curdos) e, infelizmente, outras mais. A autodeterminação dos povos não pode ser um instrumento de extermínio e de tortura usado por ditadores contra o povo quase sempre indefeso.

Josias F. de Ávila
Campinas, SP



Argentina

Gostei do artigo do René Padilla sobre os panelaços na Argentina. É um desafio para a igreja e para o Brasil. Gostaria que cada pastor lesse esse artigo para ser despertado pelo Espírito a tomar uma posição mais ativa frente aos desafios que o nosso país enfrenta. A igreja tem se omitido diante de questões de extrema relevância, como violência, injustiça, abuso sexual de crianças e adolescentes etc. Temos falhado em nossa missão de ser sal e luz. Precisamos nos arrepender enquanto é tempo.

Glenda Amaral
Belo Horizonte, MG



Harry Potter

Dos três artigos sobre Harry Potter, concordei apenas com o de Valdeci Santos. Com os outros dois fiquei perplexa.

Cristina Santos
Apiaí, SP



É surpreendente como os muitos artigos e livros da nova e polêmica série Harry Potter Gospel estão invadindo o mercado editorial brasileiro e acirrando os ânimos da grande família da fé. Estou surpreso também com a infinidade de lições que nossos criativos escritores-garimpeiros encontram na mina de Harry. Já temos perspectivas psicológicas, teológicas e pastorais. Falta ainda matricular o menino bruxo na Escola Dominical – versão gospel da Academia Hogwarts —, para aumentar o fôlego da série. A tia Rowling, com certeza, ainda tem muito o que nos ensinar.

Pr. Waldir Fabrício dos Santos
Toledo, PR



A psicóloga Janaina Moutinho Costa, que escreveu sobre a perspectiva psicológica de Harry Potter, foi muito feliz ao dizer que, “antes de proibir e dizer que Harry Potter ‘é do mal’, precisamos refletir se não estamos sufocando nossas crianças e nossos adolescentes, se não estamos agindo como os tios de Harry”.

Orisvaldo F. Lopes
Canindé, CE



O artigo da pastora Hideide Brito Torres, sobre (perspectiva pastoral) Harry Potter me agradou imensamente, principalmente no papel de mãe cristã. Tive vontade de distribuí-lo para todos os pais que conheço. Estou enviando para os mais próximos, inclusive ao pastor de minha igreja. Meu filho de 11 anos começou a ler muito cedo e é um amante da leitura. Procuro sempre colocar à sua disposição, além da Bíblia, boa literatura. Aos 8 anos leu os sete volumes das Crônicas de Nárnia em apenas dois meses, tal o fascínio que a fantasia de C. S. Lewis despertou nele. Sempre acompanho com prazer aquilo que ele lê. Em relação à série Harry Potter, assim como meu filho, já li os quatro volumes. Após cada leitura, conversamos animadamente sobre os pontos positivos e negativos da história. Fazemos o mesmo com referência aos programas de televisão, filmes, video games, internet e, até mesmo, histórias em quadrinhos. Tudo isso tem o seu lado positivo, mas apresenta também aspectos negativos, que precisam ser questionados e confrontados com aquilo que nos é mais precioso, a nossa fé cristã. Firmados nos valores de Deus, podemos desfrutar da fantasia não só de J. K. Rowling, mas também de Shakespeare, Monteiro Lobato, Maurício de Sousa e tantos outros (todos contendo aspectos que divergem das nossas crenças), e de belas obras de ficção, sem contudo nos corromper ou ter a fé abalada. Uma fé que não resiste ao conteúdo de livros e filmes infantis certamente não está firmada na Rocha, na Palavra viva, que nos assegura liberdade e discernimento para optarmos por Deus, mesmo quando temos à nossa disposição outros caminhos.

Suzana Dourado
Salvador, BA




Os artigos sobre Harry Potter, com exceção da perspectiva teológica, me deixaram embasbacado. Assim fiquei ao ver uma psicóloga e professora de adolescentes e uma pastora e jornalista defenderem que aquele que tiver desejo ou curiosidade assista aos filmes e leia os livros para formar sua própria conclusão.

Zulandir Zerede
Campo Grande, MS



Prometi a mim mesma não participar da controvérsia sobre a série Harry Potter. Mas não estou resistindo, após ler tantos artigos, ouvir pastores proibindo a leitura desses livros e ver escolas evangélicas lançando campanhas contra eles. Como nasci dentro da igreja evangélica, sou sobrevivente a muitas controvérsias semelhantes. Lembro-me da discussão sobre os filmes Guerra nas Estrelas. Esses e outros filmes, como Jeannie é Um Gênio, foram considerados diabólicos. Por que tanta controvérsia quando há coisas mais importantes com que nos preocupar? Não deveríamos gastar esse tempo com os problemas do Brasil, os meninos de rua, as drogas, a sexualidade precoce das nossas crianças? Por que vivemos de controvérsia em controvérsia? Qual será a próxima daqui a três anos? Foi um alívio ler o artigo de Hideide Brito Torres – uma voz sensata e bíblica.

Dilys Karen Rees
Goiânia, GO



Quando li o artigo de Gabriele (“Reflexão”, jan./fev.) e os três artigos da edição de março-abril sobre Harry Potter, respirei aliviada e percebi que ainda existem cristãos equilibrados e com posições sadias a respeito de arte e cultura, aliás, uma raridade nestes tempos, em que as coisas são simplesmente classificadas como sendo de Deus ou do diabo. Os quatro artigos sobre Potter são esclarecedores, desafiadores e, acima de tudo, embasados em propósitos bíblicos.

Pr. Milton Paulo da Silva
Poá, SP




Minha família e vários irmãos da nossa igreja que também assinam Ultimato não concordamos com a posição da autora de Harry Potter – bruxaria, magia ou imaginação? (jan./fev.). É profundamente lamentável que ela diga que “a leitura da ficção pode ser um meio pedagógico para a conversão ou educação cristã”. Em nossa opinião, somente histórias bíblicas podem levar à conversão e à educação cristã. Ultimato foi a única revista evangélica que se posicionou dessa forma, tão intelectualmente difícil e sem fundamento bíblico.

Karin Grub
Canoas, RS



Cruz vazada

Muito obrigado pelo prejeto da cruz vazada! Finalmente nós a colocamos na capela de nosso sítio no município de Itaúna, MG. Meus pais são católicos e eu, presbiteriano. Convivemos muito bem.

José Flávio N. Guimarães
Belo Horizonte, MG

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