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Seções — Abertura

Perdão e purificação

Oramos muito: “Perdoa-me!” Oramos pouco: “Purifica-me!” Na verdade, deveríamos orar com a mesma agonia e com a mesma intensidade: “Perdoa-me e purifica-me!” Depois do pecado, é preciso pedir perdão e purificação, pois ele provoca tanto sensação de culpa, como sensação de sujidade.

Essa dupla oração faz parte da experiência de Davi. No Salmo 32, ele pede perdão: “Enquanto não confessei o meu pecado, eu chorava o dia todo até cansar. De dia e de noite me castigaste, ó Deus, e as minhas forças se acabaram como o sereno que seca no calor do verão. Então eu te confessei o meu pecado e não escondi a minha maldade. Resolvi confessar tudo a ti e tu perdoaste todas as minhas faltas.” Já no Salmo 51, o rei pede purificação: “Lava-me de toda maldade e limpa-me do meu pecado. Purifica-me de todas as minhas culpas e apaga o meu pecado. Tira de mim o meu pecado, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais branco do que a neve.”

O que mais oprime: o mal-estar provocado pelo sentimento de culpa ou o mal-estar provocado pelo sentimento de imundícia? De acordo com certas circunstâncias, um deles pode ocorrer primeiro, mas o outro nunca deixa de vir em seguida. Às vezes, o sentimento de culpa pode parecer mais insuportável. Outras vezes, acontece o contrário. Em ambos os casos, porém, um leva ao outro, graças à operação de boa consciência e à operação do Espírito Santo, que convence o pecador “do pecado, da justiça e do juízo” (Jo 16.8).

São muitas as exortações bíblicas a respeito da purificação do pecador. Talvez a mais enfática seja esta: “os seus pecados os deixaram manchados de vermelho, manchados de vermelho escuro; mas eu os lavarei, e vocês ficarão brancos como a neve, brancos como a lã” (Is 1.18, BLH). Essa exigência de purificação interior aparece tanto no Velho como no Novo Testamento: “Lava o teu coração da malícia, ó Jerusalém, para que sejas salva!” (Jr 4.14); “Purificai as mãos, pecadores; e vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração” (Tg 4.8).

As duas preciosas graças — o perdão e a purificação — são dádivas de Deus para todo aquele que assume e confessa o seu pecado. Isso está escrito no mais conhecido versículo da Bíblia sobre confissão de pecado: “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda injustiça” (1 Jo 1.9).

Talvez seja necessário recordar alguns textos para orar tanto por perdão como por purificação. Veja-se a profecia de Zacarias: “Naquele dia, haverá uma fonte jorrando água, e ali os descendentes de Davi e os outros moradores de Jerusalém poderão se lavar de todos os pecados e de todas as impurezas” (Zc 13.1, BLH). Outra promessa está em Ezequiel: “Borrifarei água limpa sobre vocês e os purificarei de todos os seus ídolos e de todas as coisas nojentas que vocês têm feito” (Ez 36.25, BLH).

O perdão e a purificação estão disponíveis por causa do sacrifício expiatório de Jesus Cristo. Daí a declaração de João: “O sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1 Jo 1.7).

A igreja de Jesus é formada de pecadores que alcançaram e continuam a alcançar uma graça e outra — o perdão e a purificação.

Um dos últimos versículos da Bíblia diz: “Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas” (Ap 22.14).

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