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Seções — Plenitude

Não há quem não tenha adversários. É impossível viver sem adversários. É impossível trabalhar sem adversários. Eles estão sempre ao nosso redor ou atrás de nós, à vista ou às escondidas. Eles se opõem sistematicamente à nós, nos dificultam o caminho, nos aborrecem, nos desgastam.

Davi sofreu muito nas mãos de seus adversários: “Meus olhos, de mágoa, se acham amortecidos, envelhecem por causa de todos os meus adversários” (Sl 6.7). Ele se queixava deles em suas orações: “Senhor, como tem crescido o número dos meus adversários!” (Sl 3.1). Ele pedia o auxílio de Deus para vencer essa dificuldade: “Livra-me, Deus meu, dos meus inimigos; põe-me acima do alcance dos meus adversários” (Sl 59.1). Ele esperava obter vitória completa sobre eles: “Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários” (Sl 23.5).

Quanto mais privilégios e oportunidades, mais adversários. Pelo menos esta é a experiência de Paulo: “Uma porta grande e oportuna para o trabalho se me abriu; e há muitos adversários” (1 Co 16.9).

O adversário-mor naturalmente é o Diabo, como explica Pedro: “O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1 Pe 5.8).

A plenitude da adversidade é chamada de “o dia da adversidade” (Sl 27.5) ou, simplesmente, “o dia mau” (Ef 6.13). Nesse dia os adversários se reúnem, a adversidade toda se concentra num único período de tempo. Assim como existia em Israel o dia da expiação (Lv 23.27), quando todo pecado era perdoado, existe também o dia da adversidade, quando o cerco se aperta como nunca. O dia mau é o dia da provação, o dia da tentação, o dia da crise, o dia do aperto, o dia da tempestade, o dia da doença, o dia da morte, o dia da tragédia.

Para enfrentar a plenitude da adversidade, é preciso recorrer em especial a Deus: “No dia da adversidade, Ele me ocultará no seu pavilhão; no recôndito do seu tabernáculo, me acolherá” (Sl 27.5). Para vencer o dia mau e permanecer inabalável, é necessário vestir a armadura de Deus, que inclui a couraça da justiça, o escudo da fé, o capacete da salvação e a espada do Espírito (Ef 6.10-20).

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