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Seções — Abertura 2

O apagável e o não apagável

São duas orações diferentes: a do rei Davi e a do governador Neemias. A súplica da primeira é para Deus apagar alguma coisa; a súplica da segunda é para Deus não apagar alguma coisa.

Davi ora: “Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniqüidades” (Sl 51.9). Neemias ora: “Lembra-te de mim e não apagues as beneficências que eu fiz à casa de meu Deus e para o seu serviço” (Ne 13.14).

O apagável é o pecado. O não apagável é a virtude. Qualquer falta de conformidade ou transgressão da lei de Deus precisa ser apagada. Qualquer comportamento de conformidade com a lei de Deus precisa ser galardoado.

Deus vê e reconhece tanto o pecado como a virtude. O pecado, Ele apaga depois do arrependimento e da confissão. A virtude, Ele recompensa depois de sua comprovação e repetição.

Não há situação mais desconfortável do que a do pecado não apagado. Qualquer pecado precisa ser apagado, coberto, perdoado e lançado “nas profundezas do mar” (Mq 7.19). Daí a súplica de Davi, “quando o profeta Natã veio ter com ele, depois de haver ele possuído Bate-Seba” (título do Salmo 51). Nesse salmo, o adúltero pede ao Senhor que o livre completamente de sua iniqüidade e o purifique de seu pecado, além de apagar as suas transgressões (51.2 e 7). Ele queria ficar limpo, mais alvo que a neve, e recuperar a alegria da salvação (51.12). O salmista conseguiu tudo isso porque “Deus é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 Jo 1.9).

Não há situação mais encorajadora do que as boas obras não apagadas, isto é, aceitas e registradas por Deus, não para a salvação, mas por causa da salvação, “pois somos feitura dele, criados em Jesus Cristo para boas obras, as quais de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.10). As boas obras agradam a Deus e promovem o seu reino. Daí as palavras de Jesus no Sermão do Monte: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt 5.16). O chamado “dia de Cristo”, dia de julgamento, “vai mostrar claramente a qualidade do trabalho de cada um” e, então, estes receberão a recompensa (1 Co 3.13-14). Era isso que Neemias queria e pedia a Deus, depois da reconstrução dos muros e da cidade de Jerusalém e depois da restauração espiritual dos retornados.

A oração em favor do apagável e a oração em favor do não apagável vão depender de nossa conduta diante de Deus. Certamente, ambas serão necessárias em circunstâncias diferentes. Precisamos aprender a fazer uma e outra.

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