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Notícias — Notícias históricas

Trezentos anos de Zinzendorf

Nascido na Saxônia no dia 26 de maio de 1700, precisamente há 300 anos, o conde Nicolaus Ludwig von Zinzendorf foi criado por sua avó e uma tia, ambas pietistas, que tinham a intenção de fazê-lo oficial do governo. De família nobre e rica, estudou no famoso Paedagogium de August Francke, em Halle, e na não menos famosa Universidade de Wittenberg, onde se formou em direito. Quando jovem, numa viagem a Paris, onde pretendia desfrutar dos prazeres fáceis e abundantes que a cidade oferecia, pernoitou em Düsseldorf. Ali visitou a galeria de arte e parou diante de um quadro de Cristo crucificado, abaixo do qual estava gravada a seguinte pergunta: Hoc feci pro te, quid facis pro me? (Isto eu fiz por ti, que fazes por mim?) Zinzendorf permaneceu diante do quadro por muito tempo e por meio dele Deus lhe falou profundamente. Ali mesmo se voltou para o Senhor e, à semelhança de Moisés, desistiu de “usufruir os prazeres transitórios do pecado” (Hb 11.25) em Paris.

Depois de formado e de trabalhar como servidor público por “cinco tediosos anos”, o jovem conde convidou um grupo de irmãos boêmios (Unitas Fratrum) refugiados para se abrigarem em suas propriedades na Saxônia (1722). Mais tarde o lugar ficou conhecido pelo nome Herrnhut (“Refúgio no Senhor”). Sob a dinâmica direção de Zinzendorf, nesse sítio nasceu a Igreja Morávia e Herrnhut tornou-se o centro de um movimento missionário mundial sem precedentes na história do cristianismo. Ser morávio era sinônimo de ser missionário, no país e além dos mares, porque o conde e seus protegidos entendiam que a evangelização do mundo era o supremo dever da igreja.

Depois de um período de preparo teológico, Zinzendorf foi ordenado bispo aos 37 anos (1737). A comunidade de Herrnhut dava grande importância à experiência de conversão e à alegria. Os primeiros missionários foram para as Ilhas Virgens, nas Antilhas, e depois, para o Labrador, Groenlândia, África, América do Norte e muitas outras partes do mundo.O notável reformador recomendava aos missionários que pregassem o evangelho e esquecessem, pelo menos no começo do trabalho, a teologia, sob a alegação de que os pagãos já sabiam da existência de Deus e necessitavam ouvir a respeito do amor de Cristo. A humildade de Zinzendorf, que, embora sendo um nobre, vivia entre refugiados, e não na corte, foi uma característica também de suas ovelhas, das quais ele exigia total modéstia. O conde lhes dizia que eles não deveriam se fazer de importantes no meio do povo que estavam evangelizando, mas simples seguidores e servos do Cordeiro.

São célebres estas palavras de Zinzendorf: “Tenho uma paixão: é Ele [Jesus] e apenas Ele”. O líder da agência missionária que enviou mais missionários ao campo que todos os protestantes e anglicanos dos séculos anteriores morreu aos 60 anos, em 1760.

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