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Notícias — Notícias bibliográficas

Autor americano declara que a igreja é um farol da graça ao redor do mundo
“O cristianismo me manteve longe de Cristo. Gastei a maior parte de minha vida voltando à fé e dando passos de volta para a igreja.” Assim começa o escritor americano Phillip Yancey o seu livro Igreja: Por que me importar? (Editora Sepal — Caixa Postal 202901060-970 São Paulo, SP. Telefone: 11 523-2544 Fax: 11 523-2201.)

O cristianismo que desviou Yancey de Cristo foi o cristianismo da inquisição, das cruzadas, do preconceito social, do abuso das riquezas e do fundamentalismo religioso. “Seguir a Cristo é uma coisa, seguir os crentes ao lugar de cultos aos domingos é outra totalmente diferente”, completa o autor de Maravilhosa graça (Ultimato 264, mar./abr. de 2000). A difícil e demorada volta de Yancey à igreja começou quando ele resolveu deixar nas mãos do Juiz a hipocrisia de certos cristãos e de certos líderes. Ele descobriu que “quanto mais se fica longe da igreja mais estranha ela nos parece”. “Sempre que deixo de ir à igreja por algum tempo, descubro que sou eu quem sofre. Minha fé fraqueja e a casca rabugenta da falta de amor cresce ao meu redor. Em vez de caloroso, torno-me cada vez mais frio. Por isso minhas viagens para longe da igreja sempre fazem um círculo e acabam me trazendo de volta.”

Em seu novo livro, Yancey critica e, ao mesmo tempo, elogia a igreja. Mostra-se apaixonado por ela. Diz que a igreja “é um farol de graça ao resto do mundo, não uma fortaleza do legalismo”. Lembra que “a igreja cristã foi a primeira instituição na história do mundo a nivelar num mesmo patamar judeus e gentios, homens e mulheres, escravos e livres”.

Apesar de suas imperfeições e de seus equívocos, a igreja é o lugar dos cristãos. O autor cita Paul Tournier, quando afirma que “existem duas coisas que não podemos fazer sozinhos: uma é casar e a outra é ser cristão”.

Por estas razões, Yancey voltou para a igreja e nela permanece cheio de entusiasmo. Hoje ele diz que a sua identidade em Cristo “é mais importante que minha identidade como norte-americano ou cidadão do Colorado ou macho branco ou protestante”.

Igreja: Por que me importar, um pequeno livro de 112 páginas, é recomendado a todos os ministros religiosos (padres e pastores) para que sejam encorajados a uma liderança cada vez mais cristã e dinâmica. E também a todos os crentes temporariamente arrediospara que, como o autor, voltem ao seio da igreja. Pois talvez eles tenham se distanciadopelas mesmas razões dePhillip Yancey.

Luteranos brasileiros chamam de pecado a prática homossexual
O grande valor do pequeno livro (64 páginas) Igreja e homossexualismo, que acaba de ser publicado pelo Movimento Encontrão, a ala mais evangélica da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, reside no fato de ter sido escrito por onze (incluindo o prefácio) líderes luteranos de renome. Os autores são unânimes em considerar contrária à lei de Deus a prática homossexual. Logo no início, o pastor Edson Saes Ferreira, segundo vice-presidente da mais antiga e maior denominação luterana brasileira, garante que quem “busca achar respaldo bíblico para a prática do homossexualismo propõe-se uma tarefa impossível”.

Valdir Steuernagel deixa transparecer de propósito que Igreja e homossexualismo é uma resposta precisa a certos setores da IECLB que estão vacilando a respeito do assunto: “A simples pergunta pela possibilidade de ordenação, para o ministério, por parte de homossexuais praticantes é, em si, séria e assustadora”.

Ele lembra que “a autoridade bíblica não reside na conclusão dos estudiosos, mas na autoridade do próprio Deus”. Valdir mostra ainda o perigo de fraquejar ante o problema: “Relativizar a autoridade bíblica em questões de comportamento sexual significa abrir a porta para que isso aconteça também em outras áreas da fé”. Lindolfo Weingäertner faz coro com Valdir quando afirma que a questão da prática sexual é coisa central: uma vez pervertida, ela deixa de ser figura para o relacionamento com Deus e assim obscurece a sua face”.

Outro autor do pequeno livro, Martin Weingaertner, analisa o texto de Paulo, segundo o qual os perversos e, entre eles, os homossexuais passivos ou ativos, não herdarão o reino de Deus (1 Co 6.9-10).

Diz ele que Paulo se refere aos homossexuais praticantes, pois “a graça de Deus, não é uma ‘graça barata’ e complacente que tolera e, até, induz à libertinagem”.

Emil A. Sobottka, por sua vez, acusa os movimentos de homossexuais de fazerem lobby junto às igrejas, promovendo releituras de textos bíblicos e tentando envolver gradativamente as pessoas ao seu redor.

Em carta dirigida ao Sínodo CentroSul Catarinense e publicada no livro Igreja e homossexualismo, Fritz Gerhard Göhring, presidente da Igreja Evangélica de Florianópolis afirma que “é inaceitável que a Igreja aceite ministros em seu corpo clerical que optaram deliberadamente pelo homossexualismo”.

Não obstante todo esse posicionamento contrário ao homossexualismo como prática, os autores não se esquecem da misericórdia de Deus. Arzemiro Hoffmann, por exemplo, acentua que, “na medida em que houver confissão, arrependimento e conversão, haverá perdão e reintegração destes pecadores perdoados na comunidade”. O já citado Fritz Göhring acrescenta que“a igreja deve direcionar também esforços no sentido de curar, sem discriminação, pessoas que estejam vivendo no pecado do homossexualismo” (Endereço do Movimento Encontrão: Caixa Postal 18120 – 80811-970 Curitiba, PR. Tel.: (41) 352-5030. E-mail: encontro@me.org.br)

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