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Antropóloga americana diz que o amor materno é nada mais que um mito

Com a tese da antropóloga Sarah Blaffer, da Universidade da Califórnia, de que o amor materno não é natural nem incondicional, o texto bíblico “se meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me acolherá” (Sl 27.10) ganha mais força. A antropóloga diz que o ser humano é a única espécie de primata em que a mãe comete infanticídio. 

Segundo a autora de Mother Nature: a history of mothers, infants and natural selection, as mães amam os seus filhos apenas porque vêem neles a continuação de seus próprios genes. A psicóloga brasileira Maria Teresa Maldonado concorda com Sarah Blaffer quando lembra que os números da violência doméstica mostram que “o amor materno não é, de fato, incondicional, é algo construído”. Se o resultado da pesquisa da antropóloga americana estiver revelando uma verdade, Deus fica sozinho na prática do amor natural, não elaborado. É isso que João quer dizer ao declarar: “Deus é amor” (1 Jo 4.8). A maior prova do amor de Deus é o “fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8). 


Memórias de Adolf Eichmann não o inocentam 

Em seu depoimento escrito na prisão em Israel logo depois de ser preso na Argentina em 1960 e tornado público apenas agora, o criminoso de guerra Adolf Eichmann declara que “era um dos muitos cavalos puxando a carroça e não podia escapar nem para a direita nem para a esquerda, por causa da vontade dos que seguravam as rédeas”. O tenente-coronel da polícia secreta nazista tinha menos de 40 anos quando ordenou a deportação e o transporte de centenas de milhares de judeus de vários países europeus para os campos de concentração e extermínio. Ao colocar a culpa sobre aqueles “que seguravam as rédeas”, Eichmann não disse toda a verdade. Isso não o inocentou. As parteiras do Egito não obedeceram as ordens de quem segurava as rédeas e não mataram os recém-nascidos do sexo masculino como Faraó ordenara (Êx 1.17). Martin Luther King tinha 27 anos quando teve a coragem de não se deixar guiar por aqueles “que seguravam as rédeas”. Teria sido muito melhor e muito mais honroso para Eichmann ter sido fuzilado por Hitler aos trinta e poucos anos do que enforcado pela justiça de Israel aos 56. Seria um herói, e não um criminoso. 


Filósofo francês copia Jesus Cristo 

Parece plágio, mas não é. Há dois milênios Jesus Cristo disse que “as coisas más saem de dentro do homem e são elas que o tornam impuro” (Mc 7.20, BV). Agora, numa entrevista concedida em São Paulo, o filósofo francês Jean François Mattei afirma o mesmo: “O mal não vem do exterior, nós o carregamos dentro de nós”. Autor de dez livros sobre filosofia antiga e moderna, Mattei escreveu no ano passado A barbárie interior, no qual explica que, no século XVIII, de um lado havia a barbárie e de outro, a razão: “Hoje ela está dentro da própria razão”. A prova disso são os desastres do século XX — o nazismo, o facismo e o comunismo, “que empobreceram o homem e a civilização”. O filósofo, que esteve no Brasil em março para fechar um acordo entre a Universidade de São Paulo e o Centro Internacional de Filosofia, define a barbárie como “o desenvolvimento patológico desse sujeito egoísta, voltado para si, que se separou das tradições históricas e religiosas, culturais, familiares e sociais”. 


Os egípcios eram o povo mais próximo da cultura religiosa de Israel 

Em entrevista à revista Veja, o escritor francês Christian Jacq, autor dos cinco volumes da série Ramsés, que já vendeu mais de 5 milhões em 25 países, faz rasgados elogios ao antigo Egito. Diz que o país foi um dos berços da medicina, da literatura e das artes. A sociedade egípcia almejava a felicidade terrena e acreditava que todos os seus estratos tinham direito a ela. Jamais promoveu perseguições religiosas e afirmava que a vida terrena não é mais do que uma passagem para uma dimensão maior. Além do mais, acreditava na existência de um Deus único, embora esse Deus se manifestasse por meio de divindades menores. A base da família era o casal, com dois ou três filhos.

Há indícios de que os egípcios rejeitavam a homossexualidade. O regime egípcio aproximava-se muito da monarquia constitucional. O rei tinha de respeitar uma série de normas, fazer suas orações no templo logo depois de acordar e prover alimentação para toda a população. As mulheres eram muito bonitas e dispunham de diversos métodos contraceptivos. A entrevista do egiptólogo Christian Jacq ajuda a entender o discurso de Estêvão de que “Moisés foi educado em toda a ciência dos egípcios e era poderoso em palavras e obras (At 7.22); o trato hospitaleiro dado aos parentes de José, filho de Jacó, quando foram se abrigar no Egito por causa da fome em Canaã (Gn 46.3); por que esse José se casou naturalmente com uma bonita mulher egípcia (Gn 41.45); e, finalmente, por que José e Maria levaram o menino Jesus ao Egito, para protegê-lo de Herodes (Mt 2.13). A pressão exercida sobre os descendentes de Jacó por um Faraó que não conhecia José (Êx 1.8) é um capítulo à parte.

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