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Seções — Cartas

Cartas

Daqui a 100 anos
Os adesivos nos carros mostram que os católicos se acham felizes por serem católicos, assim como, no passado, a quase totalidade dos batistas se orgulhava desse título. Hoje pregamos que placa de igreja não salva ninguém. Tudo é uma questão de tempo. Não demorará, creio, a força do Espírito Santo, que deseja que todos se salvem (2 Pe 3.9), impulsionará mudanças na Igreja Católica Romana. E se eu percebo grandes mudanças desde que me afastei do catolicismo, onde tive a oportunidade de liderar grupo jovem e equipe de liturgia jovem, posso me dar a ousadia de “profetizar” que, daqui no máximo 100 anos, pouquíssimas imagens ou nenhuma existirão em templos católicos. Os santos mortos serão substituídos somente por Jesus e os santos vivos somente olharão para Ele (Hb 12.2). Protestantes e católicos romanos estarão juntos no mesmo templo. Aliás, pouca diferença fará o rótulo ou o templo, como já se vê em algumas poucas ocasiões. Não é preciso pressão, caindo na armadilha do ecumenismo, no qual, claro, alguém pretende “dar as cartas”. 

José Ricardo Nery da Silva
Salvador, BA 


Morte e ressurreição de Jesus
É incrivelmente flagrante a pretensão dos protestantes de querer fazer crer que a Verdade genuína, segura, clara só foi possível com eles e depois deles. A propósito da matéria A qüin-gentésima Semana Santa da história do Brasil (Ultimato de março-abril de 2000), quero dizer que a Igreja (católica) celebra a Paixão e Morte de Jesus durante 40 dias (tempo da quaresma) e sua Ressurreição durante sete semanas (tempo pascal). Especialmente nas missas, não é a morte e, sim, a ressurreição de Jesus que se celebra a cada domingo. Ultimato, que eu admirava quando não a conhecia melhor, é carregada de depreciação pela verdade dos outros! Por favor! A pretensão ou a presunção de serem os eleitos, os escolhidos, os privilegiados de Deus, os donos da verdade plena, parece estar sempre presente, direta ou indiretamente. Por favor! Há, é verdade, uma tentativa de ser diferente (ecumênica?), mas a pressão de leitores protestantes, pedindo que a revista assuma seu antigo caráter anticatólico parece produzir seus efeitos. 

Pe. Raimundo da Silva
Faro, Pará 


Britus e Lucas
Agradeço o excelente trabalho sobre a Paixão de Cristo na Ultimato de março-abril. Nunca tinha compreendido bem toda a trajetória do sofrimento de Jesus quanto agora. Verdadeiramente eu entrei na história. Fui com Jesus a Pilatos, a Herodes e vi a zombaria que os outros fizeram. Senti os açoites, vi o céu escurecendo e muito mais. Vocês escreveram tudo com muito respeito e sinceridade frente à narrativa bíblica. O texto sobre o túmulo vazio conforme Lucas e Britus foi de grande importância. Saí mostrando para as pessoas a veracidade da morte e da ressurreição. Levei a matéria para os meus colegas da Universidade Estadual do Ceará. Foi um sucesso! 

Francisco Renê Moreira
Fortaleza, CE 

Edificação
Deus sempre me fala, me instrui, me corrige, me encoraja e demonstra seu amor e graça para comigo por meio de Ultimato

Semíramis Gulart M. Pinheiro
Goiânia, GO 


Em minha leitura de capa a capa de Ultimato, percebo a preocupação de vocês em levar a maravilhosa Palavra de maneira ampliada e acessível, sem ofensas e sem partidarismo. 

Daniel Mattos Cavalieri
São Paulo, SP 


Estou “pra lá de satisfeita” com a revista Ultimato, que acabei de assinar. Foi amor à primeira vista. Sou a mais nova fã, leitora assídua e divulgadora. 

Regiane Assunção Campos 
Salvador, BA 


Os temas abordados em Ultimato são oportunos e tratados numa linguagem simples e equilibrada. Temos recebido algumas edições, as quais são lidas com muito carinho, e posso dizer-lhes que é material digno de credibilidade. 

Pr. Jeová Dias Vilanova
Igreja Adventista, Bacabal, MA 


Ecumenismo
Aconteceu em Divino de São Lourenço, Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, onde atuei cinco anos e oito meses. Um casal de religião mista — ele é católico praticante, ministro da eucaristia, e ela, protestante presbiteriana —, pobre e que não possuía casa própria, ganhou um lote da prefeitura. Para construir, precisariam da ajuda da comunidade. Uma noite, fugiu-me o sono. Então comecei a pensar o que faria para ajudar o casal. A idéia que aflorou foi a seguinte: a Igreja Católica e a Igreja Presbiteriana se uniriam em uma promoção ecumênica, baseada em uma celebração bíblica e uma forte campanha de envelopes, envolvendo católicos e presbiterianos, para angariar recursos para a construção da casa. Montaríamos um palanque no lote e no dia 7 de setembro, às 15 horas, faríamos a grande celebração. O pároco e o pastor se reuniriam previamente e escolheriam dois textos bíblicos evangélicos, não polêmicos, porém voltados para a solidariedade. No dia da celebração, o povo se reuniria no local e cada líder religioso leria o seu capítulo e apresentaria sua mensagem de amor a todos. Seria feito o ofertório dos envelopes e tudo se encerraria com a oração, de mãos dadas, do Pai Nosso. Estes pensamentos sublimes povoaram minha imaginação naquela noite de insônia. No dia seguinte, fui à casa do pastor, com o qual sempre tive bom relacionamento, e expus-lhe o meu projeto. Ele também mostrou-se empolgado com a idéia. Pediu-me uns vinte dias para pensar e consultar o conselho de sua igreja. Quando voltei para saber a sua resposta, recebeu-me com a cordialidade de sempre. Porém, decepcionou-me quando disse que o conselho votou em peso contra a minha proposta. Despedindo-me, disse-lhe: “Pastor, este evangelho que os senhores têm nas cabeças tem de descer à prática do amor efetivo para com nossos irmãos necessitados”. Outra vez, voltei para casa decepcionado. No dia 7 de setembro, celebrei a Santa Missa na matriz, onde se fez o ofertório dos envelopes. Foi arrecadada a quantia de 300 reais, que foi passada ao casal. Parabéns aos nossos católicos que chegaram juntos com suas ofertas. Por enquanto está muito difícil praticar o ecumenismo, não por parte dos católicos, mas por parte de membros fanáticos de certas seitas evangélicas. 

Pe. Pedro Fossi
Bom Jesus do Norte, ES 


Pequena demais
Sou assinante de Ultimato há quase cinco anos e gosto muito do seu conteúdo, embora nem sempre concorde com tudo. Por que a revista tem apenas 68 páginas? Exame tem 230 páginas e Veja, 210. Não seria o caso de vocês aumentarem o número de páginas? 

Carlos Eduardo Corrêa de Lima
São Paulo, SP 


Crítica e autocrítica
Sou cristão de confissão católica. Ganhei de presente de um irmão presbiteriano uma assinatura de Ultimato. Fiquei comovido ao ver que essa publicação não cai na armadilha do ataque inconseqüente e gratuito aos problemas e fraquezas dos católicos. Além disso e mais do que isso, ela preza por uma séria autocrítica dos problemas aos quais os evangélicos também estão expostos. Parabéns por essa maravilhosa conduta de sabedoria divina, rica em humildade e de maturidade cristã elevada. Quem atira a primeira pedra fecha os olhos aos próprios pecados e tranca o coração a Deus. Temos muito que aprender uns com os outros. Torço para o crescimento tanto dos evangélicos quanto dos católicos, para que se encontrem cada vez mais andando lado a lado nessa caminhada que nos leva à casa do Pai. 

Ricardo Defeo de Castro
Macaé, RJ 


Demora protestante
Dizer que os protestantes demoraram 350 anos para se juntar aos católicos na evangelização do Brasil é um absurdo. Os católicos não vieram evangelizar o Brasil. Eles mesmos precisam ser evangelizados. O autor do artigo sabe muito bem qual é o evangelho que a Igreja Católica prega. Mas, como a revista Ultimato tem tendência ecumênica, é normal que vocês pensem que os católicos também pregam o evangelho.
Rosvaldo Souza
East Boston, EUA 


A vitória da graça
A propósito do artigo A vitória da graça (edição de janeiro-fevereiro de 2000), que fala sobre a declaração conjunta sobre a doutrina da justificação por graça e fé, na condição de membro da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, devo esclarecer que não são todos os luteranos que fazem parte do acordo em questão, como muito se tem alardeado por aí. 

Fabiola Raugust
Via internet 


Dedo mínimo grosso demais
Sou titular de 34 assinaturas coletivas da Ultimato, que tem sido uma bênção na minha vida e na vida da igreja em que congrego. O artigo Dedo mínimo grosso demais chegou na hora que eu mais precisava de autoridade para agir com uma pessoa que usou a tirania dentro da igreja. Esse artigo foi como um bálsamo, pois o Deus Eterno sabe como agir. Agradeço a Ele por essa revista. 

Dinalva Santos de Carvalho
Aracaju, SE 


Uma confusa arca de Noé
Em correção à afirmação do bispo Robinson Cavalcanti de que os batistas são protestantes, no artigo Protestantismo brasileiro: uma confusa arca de Noé (edição de março-abril de 2000): esclareço que os batistas não são protestantes, visto estarem presentes na história da igreja neotestamentária desde os tempos apostólicos, muitos séculos antes das reformas protestantes, embora que, a bem da verdade, com outros cognomes. A sua história corre paralela e distinta da dos grupos nascidos com a Reforma Protestante. Este erro é comum, talvez por uma importante coincidência histórico-cronológica entre o grande crescimento das igrejas batistas na Europa e a consolidação do movimento da Reforma Protestante, mas que tiveram motivações distintas. 

Igreja Batista Bíblica
Pr. Edgar Sandri
Joinville, SC 


Filipinas
Fiquei espantado com a última das Notícias incríveis da edição de maio-junho de 2000. A pesquisa falhou e a matéria é pobre. Há cinco anos, sou missionário da Igreja Presbiteriana do Brasil, aqui nas Filipinas, por meio da Missão Kairós. Plantei igrejas entre o povo badjao, mencionado na notícia. O resultado do censo 2000 sairá em agosto, mas posso afirmar que temos aqui cerca de 90% de cristãos, sendo cerca de 7% evangélicos. Os demais são católicos romanos. Ao contrário do que diz a notícia publicada, já contamos com cinco igrejas de crentes entre os badjaos. Já passei o filme Jesus para eles três vezes no dialeto sama central, que é conhecido por eles. Conheci dois pastores tansug, mas não sei dizer quantos evangélicos há entre eles. Os badjaos, samais e tansugs não são ilhas, mas povos. 

Edmar de Barros
Mandaluyong City, Filipinas

Ultimato deveria ter escrito “entre os badjaos”, e não “em Badjao” etc. Quanto ao número de cristãos entre os três povos citados, nossa fonte foi a revista Missions Update (edição de outubro-dezembro de 1999, pp. 4-5), publicada pela Assembléia de Deus da Austrália. 


A distância é ainda maior 
Quando li “117 anos-luz”, de Notícias incríveis (edição de maio-junho de 2000), senti falta de um fator de multiplicação. Precisamos multiplicar 300 mil por 60 segundos, por 60 minutos, por 24 horas, por 365 dias e por 117 anos. O redator da nota se esqueceu do fator “24 horas”. 

Pr. Leandro Matte
Ivoti, RS 


Reformas consistentes
Na reflexão Evangelicalismo, anglicanos e evangélicos (Ultimato maio-junho de 2000), a dura realidade de nossa estrutura institucional foi delineada de maneira brilhante pelo bispo Robinson Cavalcanti. Falta-nos uma visão maior e mais nítida de que as ciências humanas são uma ferramenta indispensável para uma reestruturação político-social, e principalmente nosso papel como igreja de Cristo. É preciso problematizar para encontrarmos respostas sociais e políticas na vida de homens notáveis, como José, Neemias e outros. Precisamos urgentemente de reformas consistentes. 

Cleverton Barros de Lima
Via internet 


Mala direta para pastores
Quero agradecer a Deus pelo belo artigo que o Pr. Ricardo Gondim escreveu para nós pastores. A impressão era de estar recebendo uma “mala direta” enviada para cada pastor do Brasil. Pastores que, como eu, estão trabalhando em igrejas menores e vendo tantos colegas a fazerem “mágicas”, coisas que já foram feitas e voltaram com nomes diferentes e uma freguesia nova, ávida por “novidades espirituais”, esquecendo que o que precisamos é viver em novidade de vida, convertendo todos os dias e lutando contra as atitudes que são passageiras. Vejo poucos colegas gastando tempo para equipar seus líderes, poucos se preocupando com discipulado pessoal e muitos buscando “novas ondas”. Em breve alguém precisará pegar os cacos que estarão jogados ao longo do caminho. 

Pr. Darci Júnior
Piracanjuba, GO 


Ojeriza pelo sobrenatural
Por que Ultimato só se preocupa em contar o que Deus não fez em termos de milagres físicos? Sabemos que Deus é soberano para curar, porém esta cultura religiosa herdada dos tradicionais tem uma ojeriza pelo sobrenatural, pelos milagres físicos, a exemplo do artigo Deus nos guarde das sutilezas dos homens e dos demônios (edição de maio-junho de 2000), em que o autor se limita a crer que somente os exemplos bíblicos devem ser copiados. Mas sabemos que o apóstolo João afirmou: “Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez” (Jo 21.15). O mesmo Deus que disse “Ele perdoa todos os nossos pecados”, disse também: “Ele cura todas as tuas enfermidades”. Que tipo de vida abundante é esta, que a pessoa fica presa a uma cama enferma? Vocês possuem um instrumento poderoso para ajudar muitos, mas creio que deveriam procurar entender as coisas de Deus mais com o coração do que com a mente, que aliás deve ser renovada, e não conformada com as limitações do homem. Cuidado para não estarem mais a serviço do homem do que a serviço de Deus, o que creio não ser a intenção de vocês. Gostaria que vocês dessem mais espaço para o que Deus está fazendo. Há muitas curas milagrosas em nossos dias, porém elas não têm sido divulgadas. 

Pr. Paulo Roberto dos Santos
Porto Feliz, SP 


A propósito do artigo Deus nos guarde das sutilezas dos homens e dos demônios (edição de maio-junho de 2000), digo “amém” ao título realmente inspirado. A igreja sempre foi e sempre será o lugar onde Deus se manifestará soberano todos os dias até a consumação do século. Inclusive a sua, senhor redator. Ou será que o fato de esta revista resistir durante 32 anos não é uma manifestação carismática, isto é, “da graça de Deus”? Alô, presbiterianos: deixem de ser secos, ásperos, irônicos e amargos. Afinal, vocês são os predestinados. Por que não gostam de ser felizes? 

Pr. Hércio de Mello
São Gonçalo, RJ

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