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Seções — Plenitude

38. Plenitude do repouso

“O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: “Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio” (Sl 91.1)

Em meio a tantos infortúnios, Jó queixava-se de sua falta de descanso: “Não tenho descanso nem sossego, nem repouso, e já me vem grande perturbação” (Jó 3.26).

O próprio Deus descansou no sétimo dia, depois de toda a obra que tinha feito nos seis dias anteriores (Gn 2.2) e o próprio Jesus levou os discípulos para “repousar um pouco à parte, num lugar deserto, porque eles não tinham tempo nem para comer, visto serem muitos os que iam e vinham” (Mc 6.31).

O descanso é tão necessário e importante, que Deus incluiu no Decálogo o dia de repouso solene, no qual ninguém deveria trabalhar: nem o pai nem o filho, nem o patrão nem o empregado, nem o judeu nem o forasteiro (Êx 20.8-11). Esse é o mais comprido mandamento. Na versão revista e atualizada da tradução de Almeida, o quarto mandamento tem exatamente 100 palavras.

Lê-se no livro de Esdras que este sacerdote e seus companheiros, depois da viagem do rio Aava até Jerusalém, repousaram três dias (Ed 8.32).

Até a terra deveria descansar: “Seis anos semearás a tua terra e recolherás os seus frutos, porém, no sétimo ano, a deixarás descansar e não a cultivarás” (Êx 23.10-11).

Para fazer frente à ansiedade, o Salmo 37 nos convida a descansar no Senhor (verso 7) e o Salmo 91 assevera que “o que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio” (versos 1 e 2).

Não obstante todas essas providências, a plenitude do repouso ainda não chegou. As Escrituras explicam que “resta um repouso para o povo de Deus” (Hb 4.9). Este repouso não é o repouso do sétimo dia, não é o repouso do sono, não é o repouso da morte. É o repouso final, caracterizado por uma era sem fim, quando não haverá mais lágrima nem morte nem luto nem pranto nem dor nem pecado, porque “as primeiras coisas passaram” e tudo se fez novo (Ap 21.4).

Esse descanso escatológico está reservado aos salvos pela graça de Deus. A triste verdade é que os não salvos “não têm descanso algum, nem de dia nem de noite” (Ap 14.11).

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