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Professor da USP faz apologia do casamento


Entrevistado pela revista Veja (21 de julho de 1999), o professor Ailton Amélio da Silva, 50 anos, casado com uma psicóloga há 23 e pai de uma adolescente de 14, disse que “um dos motivos pelos quais o casamento dura é porque não é fácil sair dele”. Foi Ailton quem criou a disciplina de relacionamento amoroso nos cursos de graduação e pós-graduação do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. A apologia que o professor faz do amor entre um homem e uma mulher, da fidelidade conjugal e da permanência do matrimônio obriga-nos a transcrever algumas de suas preciosas declarações.

Casamento — “Estatísticas de antropólogos afirmam que 92% das pessoas se casam ao menos uma vez na vida.”

“Homens e mulheres têm necessidades biológicas e psicológicas de formar um par.”

Infidelidade — “Não recomendo a nenhum homem que utilize o argumento da poligamia para justificar sua infidelidade.”

Amor — “O amor é a cola que une um casal.”

“Não há registro histórico ou antropológico de sociedade em que não haja alguma forma de amor.”

“Não existe nada mais bonito do que o amor. Juro por Deus.”

Marido numa casa, mulher em outra — “Viver em casas separadas provoca, quase sempre, as mesmas vítimas: os filhos. É preciso criá-los num ambiente em que haja os dois modelos: pai e mãe.”

Produção independente (caso de Xuxa) — “O maior problema da produção independente é que ela atende às necessidades de apenas uma pessoa. É uma atitude de profundo egoísmo. À parte o fato de o homem desempenhar o papel de mero reprodutor, quem apela para isso tem sérias dificuldades de se envolver emocionalmente ou de comprometer-se.”

Briga entre marido e mulher — “É melhor brigar do que deixar os assuntos pendentes, mal resolvidos. Não raro esses assuntos tornam-se infecções encapsuladas, que, quando lancetadas, revelam-se impossíveis de ser curadas.”

“A boa briga não usa armas como o desprezo, converge para soluções e não remói o passado.”

Televisão — “As novelas pregam esse extremo (paixões sôfregas), em vez de exibir o lado mais bonito do casamento: o companheirismo, o apoio mútuo, a cumplicidade. A meu ver, a televisão contribui para o quadro de dissolução de muitos relacionamentos.”
Terapia — “Relacionamentos complicados são como doenças. Quando atingem certo grau de complexidade, a automedicação é um procedimento inócuo. Nesse momento, o mais recomendável é procurar um terapeuta de casais.”

Ciúme — “O ciúme só é ruim quando adquire o caráter de obsessão e impede o outro de viver. A ausência de ciúme é danosa. Ele ajuda a preservar o casamento.”

Separação — “As estatísticas mostram que os homens separados têm expectativa de vida menor que a dos casados. Em casos extremos de desilusão amorosa, a pessoa torna-se anoréxica e, enfraquecida, torna-se num alvo fácil de doenças.”

“Uma separação costuma causar mais transtornos emocionais do que a morte de um parente ou de um amigo. Um dos motivos pelos quais o casamento dura é porque não é fácil sair dele. Estou falando, é claro, de uniões de verdade, e não das descartáveis — caso desses namoricos de artistas que enchem as páginas das revistas de fofoca.”

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