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Notícias — Notícias incríveis


De vez em quando um sul-africano branco de origem holandesa come num restaurante ao lado de outros africânderes e de negros e é servido por garções negros e brancos. Ele se chama Wilhelm Verwoerd e é professor de uma universidade nas proximidades da cidade do Cabo. O professor é membro do Congresso Nacional Africano (CNA), o partido que elegeu Nelson Mandela em 1994 e Thabo Mbeki agora em 1999. O espantoso é que Wilhelm é neto de Hendrik Verwoerd, o homem que ridicularizou os que defendiam o voto para os negros num discurso proferido no Parlamento em 1959, quando era primeiro-ministro da África do Sul. Se os negros alcançarem o direito do voto, zombava há 40 anos o avô de Wilhelm, teremos “exército e polícia sob o comando de generais negros; a Força Aérea comandada por um brigadeiro negro; um governo com ministros negros; um parlamento com membros negros... Pergunto ao ilustre líder da oposição: que esperança teria o homem branco?” 


No que diz respeito à freqüência à igreja, o contraste entre católicos e protestantes é enorme. De acordo com a pesquisa realizada por Rubem César Fernandes, secretário executivo do Instituto Superior de Estudos da Religião (ISER), apenas 17% dos católicos vão à igreja uma vez por semana. Entre os evangélicos, a porcentagem é muito maior: 80%. A maioria católica vai apenas em ocasiões especiais (como batismo e casamento) ou em função das festas religiosas (como Semana Santa e Natal). 


O lingüista francês Claude Hagège, autor de livros (A estrutura das línguas, A reforma das línguas — história e futuro, e O mito da clareza francesa) e professor do Collège de France, diz que a cada ano desaparecem dezenas de línguas, sob a pressão do inglês e de outras línguas, como o francês e o espanhol. Das entre 6 e 7 mil línguas existentes hoje, “é possível que em 2100 haja apenas uma centena de línguas”. 


Um estranho monumento será erguido em Berlim num terreno de 20 mil metros quadrados a partir de 27 de janeiro do ano que vem. Terá 2.700 pilares de até 4 metros de altura, em forma de túmulos. O projeto é de autoria do arquiteto americano Peter Ersenman. A construção acaba de ser aprovada pela Câmara Baixa do Parlamento Federal (Bundestag), depois de 10 anos de discussões. Trata-se de um monumento em memória dos 6 milhões de judeus mortos durante o regime nazista. A data lembra o 55o aniversário da libertação do campo de extermínio de Auschewitz, onde mais de 2,5 milhões de pessoas foram executadas. O local fica perto do bunker onde Hitler suicidou-se 3 meses depois.


Dos presos executados nos EUA entre 1977 e 1998, 81% foram condenados por matar uma pessoa branca, ainda que brancos e negros sejam vítimas de homicídios em números quase iguais. Dos 133 condenados à morte desde 1988, 101 pertencem a grupos minoritários. Daí a denúncia de William Schulz, diretor-executivo da Anistia Internacional nos EUA: “Hoje a decisão sobre a vida ou morte dos acusados nos EUA parece vinculada em grande medida à cor e à raça da vítima”. Esses dados aparecem no relatório Morte e preconceito: raça e pena de morte nos EUA.

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