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Colunas — Psicologia

Auto-estima e segurança interior

O mundo em que vivemos hoje é bem mais seguro do que o de nossos antepassados. Excluindo a criminalidade urbana, que é atualmente um problema sério, nos outros aspectos as coisas melhoraram. O controle das doenças é mais eficiente e as guerras são mais raras. Temos crescente domínio sobre elementos climáticos e outras forças da natureza. Apesar disso, as pessoas se sentem cada vez mais inseguras e a ameaça, tudo indica, está muito mais em fatores internos do que no ambiente.

A segurança interior está intimamente ligada a uma auto-imagem (o conceito que fazemos de nós mesmos) positiva. Esta se desenvolve desde muito cedo, com base no modo como somos vistos e tratados pelas pessoas cujas opiniões respeitamos. Desdobra-se em duas dimensões que têm que ver, respectivamente, com as respostas que damos às seguintes interrogações: “Sou competente?” e — muito mais importante — “Sou digno de ser amado?” Se as conclusões a que chegamos se inclinam para o lado positivo, tenderemos a ter confiança, de um lado, em nossas capacidades e, de outro, em nosso valor como pessoas (auto-estima). É bom salientar que uma coisa independe da outra, ou seja, podemos confiar em nossa competência para realizar o que nos propomos mas duvidar que alguém possa nos amar apenas pelo que somos, e vice-versa. É comum, portanto, que sejamos seguros em uma das dimensões e inseguros na outra.

As coisas se complicam quando se acredita que a questão básica de se sentir “amável” pode ser resolvida mostrando-se competente, o que infelizmente é muito freqüente em sociedades competitivas. Deixa-se de ver, então, que só a aceitação incondicional que nos vem de Deus por meio de Cristo e do qual cristãos cheios do Espírito podem ser veículos, ainda que imperfeitos, pode nos fazer sentir plenamente dignos de ser amados.

Zenon Lotufo Jr., pastor presbiteriano independente e analista transacional, é coordenador do Núcleo de São Paulo do Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos.

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