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Ser Evangélico Sem Deixar de Ser Brasileiro

Gerson Borges

Páginas 104
ISBN 978-85-7779-149-1
Formato 14x21
Assunto Arte e Cultura, Ética, Igreja
Ano 2016
Editora Ultimato
Código 42.16
Preço
sugerido
29,50
R$ 29,50
Para alguns, entrar na igreja é sair do Brasil...

Nossos pastores não conhecem arte e nossos artistas não ligam para teologia. É como se dissessem: “Feijoada, sim; samba, não”.

Ser Evangélico sem Deixar de Ser Brasileiro quer responder às seguintes perguntas: O que faz do brasileiro, brasileiro? O que faz do evangélico, evangélico? E como ser o segundo sem deixar de ser o primeiro?

Temos dificuldade de aceitar as manifestações culturais. Ao mesmo tempo, criamos versões “cristãs” de quase tudo e batizamos de “gospel”. Para não sermos mundanos, copiamos – e mal – em nossos guetos o mundo.

Gerson Borges convida o leitor para um bate-papo sobre cultura e graça. Para ele, ser evangélico não é romper com a identidade nacional, mas redescobrir a música, a poesia e a literatura nacional. E, mais do que abrasileirar nossa adoração, é preciso também redescobrir o que a Bíblia diz sobre arte e cultura.
Introdução

Parte 1
A Graça da Cultura

Parte 2
A Cultura da Graça

Bibliografia
Gerson Borges é autor de Ser Evangélico Sem Deixar de Ser Brasileiro, cantor, compositor (A Volta do Filho Pródigo, Nordestinamente e Quero Aprender a Orar, entre outros álbuns gravados em quase três décadas) e pastor na Comunidade de Jesus em São Bernardo do Campo, SP. Viaja anualmente por todo o país palestrando sobre teologia da adoração, arte, cultura, família e espiritualidade cristã, tema do seu livro Quero Aprender a Orar (Editora Palavra). Carioca, casado com Rosana Márcia e pai de Bernardo e Pablo, Gerson define-se vocacionalmente como "pastoetador". É colaborador do portal Ultimato. 
“Que relação a fragmentada, sincrética e teologicamente desnutrida igreja evangélica brasileira mantém com a cultura nacional?
Por que permitimos essa (sub)cultura gospel, essa coisa chinfrim de gueto, essa mentalidade de arca, ao fazermos produtos culturais medíocres que apenas nós consumimos? Por que não abraçarmos o desafio de fazer “uma arte” que fale não apenas a Deus, mas também sobre Deus, sobre a vida, sempre tão maravilhosa e misteriosa, sobre a incontrolável e trágica condição humana, sobre a criação, a queda, a redenção e a consumação?

Se tivéssemos coragem de falar de temas mais abrangentes.
Falaríamos a um público bem mais amplo.
Não nos falta conteúdo.
Nem estética.
Falta coragem.
Ousadia.”

- Do autor

Opinião do leitor

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#1

Andre Paes

Santo André - SP

Gerson Borges já é conhecido por sua linda musicalidade e inspiradora poesia, o que muitos começam a descobrir e surpreender agora é com seu belo e profundo trabalho como escritor e pensador cristão. Este novo livro está a sua cara, bem brasileiro, sem querer ser um texto amargo de repúdio a outras culturas, mas reflexivo, provocador e buscando identificar a beleza e riqueza do Reino de Deus e sua graça que pode se manifestar também em nossa cultura. Parabéns GB e Ed. Ultimato por esse novo livro!

Postado em 25/05/2016 às 13:48:15