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Nem Monge, Nem Executivo

Jesus: um modelo de espiritualidade invertida

Paul Freston

Páginas 136
ISBN 978-85-7779-048-7
Formato 14x21
Assunto Espiritualidade, Estudo Bíblico, Vida Cristã
Ano 2011
Editora Ultimato
Código 41.52
Preço
sugerido
34,40
R$ 34,40
 Por que alguém abriria mão de transformar pedras em pães? Ou, numa versão moderna, por que alguém abriria mão de ser bem-sucedido, de ter um pouco mais de dinheiro ou todas as vontades realizadas?

A referência ao ‘clássico’ O Monge e o Executivo, de James Hunter, é óbvia. No entanto, Nem Monge, Nem Executivo é um livro de meditações bíblicas sobre a vida e o ensino de Jesus Cristo. E, claro, Jesus não era um monge nem, muito menos, um executivo, mas um modelo de espiritualidade a ser seguido. Uma espiritualidade invertida, de ponta-cabeça. Invertida porque sua ética, escolhas e valores são contrários ao estilo de vida que desejamos e àquilo que a sociedade nos oferece. Uma leitura tocante e ao mesmo tempo profundamente aplicada à realidade que nos cerca.
 Apresentação
1. Deus pede licença
2. Nos lugares mais inesperados
3. Quando mostrar e quando esconder
4. Anônimos que fazem a história
5. Ninguém escolhe onde vai nascer; Jesus escolheu
6. Não perca Jesus de vista
7. Por que esperar tanto tempo para começar?
8. Não sou como você gostaria que eu fosse
9. A tentação de ser feliz
10. Prioridades em uma nova escala de valores
11. Aprendendo a lidar com a (nossa) imagem de Deus
12. Quando orar parece inútil
13. Para que serve a solidão?
14. Jejum não é (apenas) deixar de comer
15. Como não transformar pedras em pães
16. A ética da renúncia
17. Não abuse das promessas de Deus
18. Jesus e as mulheres
19. Nem aquém, nem além de Jesus
20. Para encontrar o norte
21. O cúmulo do contrassenso
22. Para pensar bem de Deus
23. As nossas decisões e “a vontade de Deus”
24. Somos “frutos” e não “obras” do Espírito
25. Uma placa de indicação
26. Por que desejamos a aprovação dos outros?
27. Um caminho, não um acampamento
28. Melhor que nada, mas não o suficiente
29. O sofrimento como parte da missão
30. A troca
31. Aprendendo a perder
32. Ouvir não é fácil
33. A devoção é insubstituível
Notas
Autor de Religião e Política, sim; Igreja e Estado, não e Nem Monge, Nem Executivo, ambos pela Editora Ultimato; e, Neemias, Um Profissional a Serviço do Reino e Quem Perde, Ganha!, pela ABU Editora, Paul Freston, inglês naturalizado brasileiro, é doutor em sociologia pela UNICAMP. É professor do programa de pós-graduação em ciências sociais na Universidade Federal de São Carlos e, desde 2003, professor catedrático de sociologia no Calvin College, nos Estados Unidos. Escreveu também, entre outros, Evangélicos na Política Brasileira: história ambígua e desafios éticos (Encontro Publicações), Evangelicals and Politics in Asia, Africa and Latin America (Cambridge University Press), Protestant Political Parties: A Global Survey (Ashgate) e Evangelical Christianity and Democracy in Latin America (Oxford University Press).
 Minha geração aprendeu a orar de ‘olhos abertos’ com Paul Freston. Aprendemos a integrar aquilo que para nós estava separado: fé e política, oração e participação social, piedade e profundidade acadêmica, amor à leitura e a vontade de levar cativo todo pensamento a Cristo. Nas páginas deste livro o leitor vai encontrar um pouco desta forma de pensar que nos desafia a uma dimensão de compromisso cristão mais profundo, em que nossos olhos devem “permanecer abertos” para orar, ler a Palavra de Deus e interagir com a vida que nos cerca.
Ziel Machado, secretário regional para a America Latina da International Fellowship of Evangelical Students e membro da equipe pastoral da Igreja Metodista Livre da Saúde, em São Paulo

É um grande privilégio ter em mãos este livro. Como também conhecer o autor — para além do intelectual —, um inglês-brasileiro, casado com uma maranhense e com três lindos filhos, que é apaixonado por Deus e por Sua justiça. Um homem que crê com a razão, mas também com o coração e deixa o Evangelho de nosso o Senhor Jesus Cristo fluir não só em sua cabeça, mas também em suas entranhas, em sua vida e em seu cotidiano. Nem Monges, Nem Executivo nos leva por caminhos que nos ensinam a sermos servos, fiéis a um especial chamado que tem como base o reino de Deus e a “inversão” que o próprio Cristo nos propõe. Ao ler este livro você entenderá um pouco melhor o que de fato orienta e movimenta a vida do autor. Paul Freston, mais conhecido pelas análises políticas ou pelas reflexões sobre a sociedade e a igreja evangélica, pode ou não merecer a sua concordância. No entanto, sem a apaixonada devoção por Jesus Cristo, sem a certeza do reino de Deus abordado nestas páginas, nada do que Paul Freston escreva teria valor. Nem Monges, Nem Executivo mostra um pouco mais do maravilhoso amor que tem servido de inspiração e sustentação para a práxis desse mestre, querido amigo e irmão.
Alexandre Brasil Fonseca, doutor em sociologia, professor universitário e coordenador da Rede Fale

Conheço Paul Freston faz um bocado de tempo e sei que ele não é apenas o sociólogo das análises críticas profundamente perturbadoras sobre a igreja brasileira. Conheço principalmente o Paul que reflete sobre o texto bíblico e nos apresenta meditações surpreendentes, claramente fiéis às escrituras, mostrando aspectos tão simples da vida de Jesus, que nós não costumamos discernir. Nem Monges, Nem Executivo é uma leitura devocional que nos leva à gratidão, à adoração e a uma renovação de nossa amizade humana com nosso Senhor.
Antonia Leonora van der Meer, doutora em missiologia e diretora da Escola de Missões do Centro Evangélico de Missões, em Viçosa, MG

Opinião do leitor

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#1

Jorge Luiz Lima Chaves

Fortaleza - CE

Sem duvida este livro de Paul Freston é um dos melhores livros que li este ano. Com uma linguagem direta e sem simplismos; o autor faz curtas, porém profundas reflexões em trechos do evangelho de Lucas, onde o foco está numa espiritualidade de valores invertidos, ou seja, contrária aos valores que compõe este mundo ou mesmo aqueles que internalizamos. Alguns capítulos, como o 11º, tocaram-me especialmente por alertar que o meu conceito de Deus pode estar "poluído" por diversos fatores, dentre eles o tipo de relação que fora construída com meus pais. Quem procura o melhor conceito acerca de Deus precisa aprender a enxergá-Lo pela ótica de Jesus.

Este é apenas um pequeno exemplo do conteúdo maravilhoso abordado pelo livro. Acredito que tais reflexões poderiam ser aprofundadas em pequenos grupos.

Enfim, sou grato a Deus pela vida do autor e pela iluminação dada a ele. Grato também a editora Ultimato por ter nos dado acesso a esta obra abençoadora.

Obrigado.

Postado em 20/11/2011 às 14:05:07