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A ética ambiental nos Evangelhos
James Jones
| Páginas | 128 |
|---|---|
| ISBN | 978-85-7779-009-8 |
| Formato | 14x21 |
| Assunto | Ética / Comportamento, Liderança, Vida Cristã |
| Ano | 2008 |
| Editora | Ultimato |
| Código | 41.21 |
| Preço | 28,80 |
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Autor de Jesus e a Terra, James Jones é bispo anglicano da Diocese de Liverpool, na Inglaterra. É professor de teologia e meio ambiente na Liverpool Hope University, embaixador do WWF — Fundo Mundial para a Natureza, presidente do conselho do Wycliffe Hall, na Universidade de Oxford, e vice-presidente da Tearfund.O Bispo James Jones em Jesus e a Terra escreve sobre sua conversão ecológica, como resultado de uma re-leitura dos Evangelhos. Ele analisa em pormenor os sete ocasiões em que Jesus fala de si mesmo como o Filho do Homem, ao mesmo tempo que fala da terra. O Bispo James declara firmemente que Reino de Deus é muito mais do que salvar almas, e inclui uma paz na terra, que tem profundas dimensões ecológicas. Há muito mais neste livro para provocar nossa reflexão e o desejo de agir.
Fica claro ao se ler as páginas de Jesus e a Terra, que pensamento ecológico é próximo do pensamento cristão de irmandade, vê toda a vida na Terra como uma teia interligada e interdependente. Partindo deste pressuposto é que se verifica a urgente necessidade do desenvolvimento pelas Igrejas cristãs de uma linha de pensamento e ação em que se apresentem respostas para a questão da ecologia, mais especificamente no âmbito cosmopolitano da ecologia – social.
Este é um tema de extrema importância, mas que tem sido merecedor de pouca reflexão por parte da sociedade em geral e quase nenhuma pela Igreja, apenas atualmente com os possíveis reflexos do aquecimento global é que nos tornamos um pouco mais cientes destes problemas.
Cabe a igreja apontar para o problema ecológico, observando que ela também faz parte deste problema, cabe a igreja exercer seu papel de ser profeta na sociedade, no sentido de apontar a crise ambiental como uma crise ética, cabe a igreja exortar ao corpo que a constitui uma mudança de mentalidade no sentido entender a responsabilidade individual, cabe a igreja usar a sua estrutura para apresentar soluções, seja de nível local ou mais amplo.
O livro de Jones nos conduz à centralidade em Jesus Cristo. Sua vida de serviço sacrificial é o paradigma do discipulado cristão. Em sua vida e por meio da sua morte, Jesus estabeleceu o modelo de identificação com os pobres e a inclusão do outro. Na cruz Deus nos revela a seriedade com que Ele olha para a justiça e reconcilia consigo mesmo toda a criação ao cumprir com os requerimentos de sua própria justiça.
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