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Icabode -- Da mente de Cristo à consciência moderna

Icabode

Da mente de Cristo à consciência moderna

Rubem Martins Amorese

Páginas 224
ISBN 85-86539-15-5
Formato 14x21
Assunto Ética / Comportamento, Liderança, Vida Cristã
Ano 2000
Editora Ultimato
Código 40.28
Preço
sugerido
39,90
R$ 39,90
Vivemos um tempo de desobediência. Não necessariamente por uma rebelião, mas por afrouxamento dos valores ou por falta de zelo com a Palavra de Deus. A rebelião moderna se dá “naturalmente”, no campo ideológico, travestida de senso crítico.

Em Icabode, Rubem Amorese mostra as três forças da modernidade e seu efeito devastador sobre a igreja: a pluralização (o império das diferenças), a privatização (o império das indiferenças) e a secularização (o império dos sentidos).

A igreja vê-se diante de uma nova realidade ameaçadora, mas que tem uma característica peculiar e incomum: não se trata de um inimigo, pelo menos no sentido em que os outros mostraram-se na história. Trata-se mais de um aliado que oferece vários recursos considerados imprescindíveis para o avanço do evangelho. É exatamente aí que mora o perigo. Ao criar uma nova atmosfera de possibilidades e realizações, tira da igreja a capacidade de discernir os acontecimentos à sua volta. E devagar, sem que ela perceba, vai minando suas bases, até comprometer sua identidade.

Tivesse Eli ouvido o aviso de Deus a respeito de seus filhos, Icabode (“foi-se a glória de Israel”) não teria sido seu neto órfão. É preciso ler Icabode, antes que Icabode sejamos nós.
Prefácio

Apresentação

1.A importância do tema
2.A história de Cabo Verde
3.a modernização de Cabo Verde
4.Consciência moderna
5.Igreja moderna: o desafio das crises
6.A igreja e os meios de comunicação de massa
7.Soluções?
8.Epílogo

Bibliografia
Autor de Fábrica de Missionários, Louvor, Adoração e Liturgia, Meta-História, Icabode, Excelentíssimos Senhores, Sexo e Felicidade e Igreja & Sociedade, Rubem Martins Amorese é presbítero na Igreja Presbiteriana do Planalto, em Brasília. Foi professor na Faculdade Teológica Batista de Brasília (FTBB) por vinte anos e presidente do Diretório Regional – DF da Sociedade Bíblica do Brasil. Antes de se aposentar, foi consultor legislativo no Senado Federal, diretor de informática no Centro de Informática e Processamento de Dados do Senado Federal (Prodasen) e integrou a Comissão de Inquérito que desvendou a violação do painel eletrônico do Senado Federal.
O QUE DISSERAM

Alerta profético

Icabode - Da mente de Cristo à consciência moderna
Omar de Souza 

Feliz é a Igreja que tem homens como Rubem Amorese para pensá-la. Não apenas por sua bagagem cultural - é mestre em comunicação social, formado em literatura francesa e pós-graduado em informática -, mas, sobretudo, por sua capacidade de perceber e avaliar o cenário sobre o qual o Corpo de Cristo está inserido. Esta comunhão de sensibilidade, fé e tirocínio do autor é encontrada no ótimo Icabode - Da mente de Cristo à consciência moderna, um dos melhores exercícios de análise contextual já escritos em nosso idioma, e leitura obrigatória para qualquer cristão realmente preocupado com a trajetória da Igreja Evangélica no Brasil. No livro, Rubem chama a atenção para uma ameaça que se entranha sutilmente na comunidade cristã: a tal modernidade. Camuflada pelas vantagens que oferece (e também pelas que finge oferecer), ela injeta gradativamente na Igreja doses homeopáticas, e nem por isto menos letais, de um senso de rebeldia absolutamente pernicioso. Com precisão cirúrgica, o autor identifica este câncer e seus principais sintomas: a secularização, a pluralização e o individualismo. Mostra como o modelo de modernidade está formatando o elesiástico e anestesiando a capacidade de discernir o perigo. Como afirma o pastor Ricardo Barbosa de Souza no prefácio, não se trata de uma especulação. Rubem Amorese não brinca de tentar adivinhar os efeitos nocivos da modernidade. Ao contrário, apresenta evidências. Como os profetas faziam. 

Vinde, julho de 1999.



AMORESE, Rubem. Icabode - Da mente de Cristo à consciência moderna. 1998. 221 p. Vivemos em tempos de desobediência. Não necessariamente por uma rebelião, mas por afrouxamento dos valores ou por falta de zelo com a Palavra de Deus. A rebelião moderna se dá "naturalmente", no campo ideológico, travestida de senso crítico. Em Icabode, o autor mostra as três forças da modernidade e seu efeito devastador sobre a Igreja: a pluralização - o império das diferenças - a privatização - o império das diferenças - e a secularização - o império dos sentidos. Tivesse Eli ouvido o aviso de Deus a respeito de seus filhos, Icabode ("foi-se a glória de Israel" - 1 Samuel 4.21) não teria sido seu neto órfão. "É preciso ler Icabode antes que Icabode sejamos nós!".

Veritas, dezembro de 1999.

Opinião do leitor

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#1

Luciano Souza De Oliveira

Jequié - BA

Realmente. A falta de obediência vem da ignorância sobre a nossa real condição diante de Deus. Somos escravos, e escravos não tem vontade. A desobediência foi justamente o que fez com que o homem pecasse e se tornasse rebelde diante de Deus. O que falta a muitos é entender que há condições para se seguir a Cristo, e uma delas é negar-se a si mesmo. Negar-se a si mesmo é dizer não a nós mesmos, e convenhamos, não é nada fácil fazer isso. Mas entre a vontade de Deus e a nossa, dizemos não a nossa e fim de papo. Essa geração está muito cheia de vontades e isso é perigoso na vida espiritual.

Postado em 21/02/2007 às 23:00:28
#2

Robério Barbosa Rodrigues

Campo Grande - MS

O mundo moderno, tem o poder de nos individualizar, nos tornar, cada vez mais distraidos com as coisas de Deus,sendo assim, perdemos nossos valores e principios, vivendo por si só, deixando de lado a comunhão que é o legado que Jesus nos deixou na santa ceia, e, deixando de viver o coletivo para viver o privado, esquecemos que um dos principais papéis da Igreja é unir seu povo para juntos pregar o evangelho de Cristo.

Postado em 14/11/2009 às 20:11:48
#3

Claudisney Maciente

Perdigão - MG

Se nos nos consideramos escravos, é porque ainda não obtvemos uma experiência real com o Cristo que ressucitou ao terceiro dia, foi assunto aos céus, e enviou sua promessa à um Igreja que hoje vive experiências maravilhosas com Ele. O negar-se a si mesmo, está ligado ao ponto de estarmos em um processo de que um dia um Ato de Salvação nos foi dado, pela graça do Senhor, e ao aceitarmos, renunciamos a tudo e passamos a viver não a vontade da carne e sim a vontade o Espírito Santo, o qual nos pede só uma coisa: Sermos obedientes aos propósitos de Deus.

Postado em 20/12/2009 às 11:06:27
#4

Eduardo

P - RN

Esse e outros do gênero acertam no geral e erram no particular: no embate com o Cristianismo, este último nunca chega ao século XXI. Estão sempre tentando modernizar (para ficar mais próximo) a última tentativa de atualização que teria válido a pena uns 500 anos atrás. Amorese é um homem de uma grande instituição, o Senado da República. Guardada as devidas proporções, aquela instituição é como o Cristianismo sob ataque agora. Do jeito que está (Senado) tem razão de ser, como age (Cristianismo) não tem muito valor.

Postado em 25/08/2010 às 04:19:49
#5

Odair Orlandi

Umuarama - PR

O livro Icabode realmente é um livro fantástico, de leitura fácil e muito atual, gostei muito que novas obras como esta sejam publicadas.
O capitulo que mais me chamou a atenção foi: Igreja Moderna: o desafio das crises. Realmente a modernidade é uma benção, mas com resalvas muito graves
para toda a sociedade.

Postado em 25/04/2011 às 14:26:32
Editora Ultimato ABU Editora