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História da Evangelização do Brasil -- Dos jesuítas aos neopentecostais

História da Evangelização do Brasil

Dos jesuítas aos neopentecostais

Elben M. Lenz César

Páginas 192
ISBN 978-85-86539-33-3
Formato 14x21
Assunto Evangelização, Liderança, Missões
Ano 2000
Editora Ultimato
Código 40.36
Preço
sugerido
34,70
de R$ 34,70
por
R$ 24,45
economize R$ 10,25
Com quem, onde e como se iniciou a formação das diferentes igrejas brasileiras? Que influências assumimos ou abandonamos, recebidas dos cristãos ao longo desses 500 anos?

Dos jesuítas aos neopentecostais, História da Evangelização do Brasil apresenta três momentos distintos da evangelização do Brasil: a cristianização, dos séculos 16 ao 18; a evangelização, no século 19; e a pentecostalização, no século 20.

O autor focaliza mais os instrumentos dos quais Deus se serviu de uma maneira ou de outra do que as instituições que eles fundaram ou trouxeram para o Brasil ao correr dos 500 anos de história, a partir da ocupação portuguesa. Nem todos pensavam e agiam do mesmo modo. Cometeram erros de estratégia missionária, não levantaram suficientemente a voz contra a escravidão indígena e africana e outras injustiças sociais. Todavia, não podemos negar que esses missionários e missionárias eram vocacionados, amavam a Deus, deram-lhe suas vidas e trouxeram para cá o evangelho de Jesus.

É olhando os pequenos começos e as primeiras pessoas que podemos enxergar melhor os desafios que ainda temos.
Apresentação

I. CRISTIANIZAÇÃO (séculos 16 a 18)
1. Bispo abençoa a armada de Pedro Álvares Cabral
2. Dom Manuel I engaveta o desafio missionário de
    Pero Vaz de Caminha
3. A Europa pega fogo
4. É preciso alcançar os não-alcançados da Ilha de
    Vera Cruz
5. Inácio de Loyola envia os seis primeiros
    missionários
6. Calvinistas celebram na Baía de Guanabara o
    primeiro culto protestante
7. A escravatura aumenta o número de
    não-alcançados
8. O “apóstolo do Brasil” não menciona a ressurreição
    de Jesus em seu catecismo bilíngüe
9. Holandeses transplantam para o Nordeste brasileiro
    a Igreja Cristã Reformada
10. Missionários não conseguem separar a fé cristã
     das crenças indígenas e africanas
 
II. EVANGELIZAÇÃO (século 19)
11. Protestantes demoram a vir para o Brasil
12. A Bíblia chega ao Brasil 40 anos antes dos
      missionários protestantes
13. Constituição de 1824 proíbe os protestantes
      alemães de construir igrejas com torre, sino e cruz
14. Missionários de língua inglesa espalham-se
      pelo Brasil
15. Missionário free-lancer vem para o Brasil
16. Americano jovem e solteiro desembarca como
     missionário no porto do Rio de Janeiro
17. Metodistas começam em 1835, param em 1841
      e recomeçam em 1867
18. General põe fogo na Junta de Richmond
19. Ex-alunos do Seminário Teológico de Virgínia vêm
     para o Brasil
20. Ex-padre troca o púlpito pela evangelização
      pessoal 

III. PENTECOSTALIZAÇÃO (século 20)
21. Operário italiano organiza em São Paulo a mais
      fechada igreja evangélica brasileira
22. Missionários suecos fundam a maior denominação
      evangélica brasileira
23. Tenente-coronel diz que o homem de negócio
      sonega o fisco e o comerciante sonega a
      alfândega
24. Galã de Holywood traz o Evangelho Quadrangular
      para o Brasil
25. Pedreiro pernambucano funda em São Paulo
      a mais aberta igreja pentecostal brasileira
26. Jovem de 26 anos converte-se em São Paulo e
      funda a igreja pentecostal mais rígida do Brasil
27. Nascida nos Estados Unidos em 1967, a
      Renovação Carismática Católica chega
      ao Brasil três anos depois
28. Edir Macedo abandona a umbanda e a loteria e
      funda a Igreja Universal do Reino de Deus
29. Pentecostais e históricos precisam tomar cuidado
      com o joio no meio do trigo
30. O Brasil deixa de ser campo missionário para ser
      agência missionária 

Apêndice

Índice onomástico

Bibliografia
Diretor-fundador da Editora Ultimato e redator da revista Ultimato, Elben César é autor de, entre outros, Por Que (Sempre) Faço o Que Não Quero?, Refeições Diárias com Jesus, Mochila nas Costas e Diário na Mão, Para Melhor Enfrentar o SofrimentoConversas com Lutero, Refeições Diárias com os Profetas Menores, A Pessoa Mais Importante do Mundo, História da Evangelização do Brasil e Práticas Devocionais. Ex-presidente da Associação de Missões do Terceiro Mundo e fundador do Centro Evangélico de Missões, do qual é presidente de honra, é também jornalista e pastor emérito da Igreja Presbiteriana de Viçosa.
O QUE DISSERAM

História da Evangelização do Brasil

Josué Sylvestre 

Não consigo ler um bom livro sem me sentir impulsionado a usar este espaço mais pessoal de que disponho no Carta Aberta para transmitir aos meus possíveis leitores as impressões que me ficaram. 

É uma forma de repartir com outros o aprendizado, a descoberta que o contato com um texto inteligente e construtivo pode acrescentar ao deleite intelectual da leitura. 

É também uma forma de, ao indicar a obra nova ou reeditada que causou entusiasmo, contribuir para o desenvolvimento do hábito de ler ou incentivar os amigos do livro a lerem mais. 

Sem leitura habitual e selecionada, não há sedimentação cultural; e na nossa seara religiosa, o estudo sistemático da Bíblia e a leitura de bons livros de temática cristã-evangélica ajudam decisivamente no crescimento espiritual. 

Fiz essa introdução para falar do excelente relato documental produzido pelo jornalista, escritor, editor e pastor Elben M. Lenz César, lançado pela Editora Ultimato, no fim do 1º semestre do ano passado e já em 2a edição, sob o título: "História da Evangelização do Brasil - Dos Jesuítas aos Neopentecostais". 

Apaixonado por história e por evangelização, o tema me fascina e ao tomar conhecimento do livro, adquiri–o imediatamente e não descansei enquanto não o li da primeira à última linha, enchendo as bordas de suas páginas de anotações. É um relato fascinante! 

Competente e criterioso, o rev. Elben César esmerou-se na pesquisa e escreveu - com o seu estilo jornalístico de narrar os fatos sem rebuscamentos e meias-voltas - um texto claro, limpo, direto, para registrar a saga da evangelização de nossa pátria. 

Como em certos setores evangélicos a revista Ultimato é tida como ecumênica, haverá quem desconfie da inclusão dos jesuítas nessa epopéia de fé que é a pregação do Evangelho no Brasil, legado que, para muitos, seria patrimônio exclusivo do protestantismo. Mas o título e a estrutura do livro do rev. Elben têm a sua razão de ser.

Preconceitos à parte, mesmo admitindo os componentes espúrios do "evangelho" trazido pela igreja romana, como a idolatria, a primazia papal e o rosário incontável e inaceitável dos dogmas, não se pode esconder, em sã consciência, a formidável contribuição que os frades, padres e freiras trouxeram à implementação do Cristianismo em nosso país. 

Mesmo com suas invenções e invencionices que deformam e deturpam a genuinidade da doutrina cristã, os católicos romanos trouxeram a idéia do Deus-Pai, Deus-Filho e Deus-Espírito Santo (embora "promovessem" Maria ao mesmo nível da Trindade); a informação sobre céu e inferno (embora introduzissem o mito do purgatório); a realidade do pecado (embora barateando o perdão através da cavilação do confessionário). Ficaria extensa a lista das contrafações, mas não podemos esquecer o símbolo da cruz plantada na madrugada da nossa história como povo no solo brasileiro, embora com seu papel mistificado e mitificado pela adoração descabida. 

Vale a pena transcrever o comentário escrito em seu diário por um missionário anglicano chamado Henry Martyn, que vinha da Inglaterra, se dirigia para evangelizar na índia e passara 15 dias na Bahia, em 1805 (citado pelo autor à página 64): 

"Que missionário será enviado para trazer o nome de Cristo a estas regiões ocidentais? Quando será que esta linda terra se libertará da idolatria e do cristianismo espúrio? Há cruzes em abundância, mas quando será levantada a doutrina da Cruz?". 

De qualquer forma, o catolicismo romano abriu caminho para a difusão da verdadeira mensagem de Jesus de Nazaré, aquele que "Deus ungiu com o Espírito Santo e com poder e que andava por toda a parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo" (At 10.38) e que viria depois pela pregação genuína dos missionários protestantes. 

É mais fácil, convenhamos, eliminar os acessórios, definindo sua imprestabilidade e redefinindo o principal, do que começar tudo da estaca zero, como se faz na Índia, na China, no Japão, na África. 

Houve-se bem o rev. Elben César quando fixou parâmetros de sua narrativa isenta ao asseverar que "nos séculos XVI, XVII e XVIII, os missionários católicos cristianizaram o país; no século XIX, os missionários protestantes evangelizaram o país; e no século XX, os missionários pentecostais pentecostalizaram o país". 

Mais adiante, definindo adequadamente o trabalho aqui desenvolvido pelas missões católicas, assinala: 

"De qualquer modo, os missionários dos três primeiros séculos conseguiram conquistar a Janela Brasileira e transplantaram para aqui a cultura cristã. Com raríssimas exceções, todos os brasileiros são cristãos, muito embora a maioria esmagadora seja formada de cristãos nominais, sem vida religiosa, sem doutrina e sem salvação, como todos reconhecem." 

O livro constitui leitura indispensável para quantos desejam ter informações básicas (embora sintéticas) sobre o longo caminho percorrido para que chegássemos ao século XXI com uma Igreja Evangélica tão grande (embora não tão forte), como a brasileira.
Cada grande grupo denominacional mereceu um capítulo bem elaborado com datas, nomes, circunstâncias e filosofia de trabalho e de mensagem de seus pioneiros no Brasil. 

Na introdução, o autor adverte: 

"Não estamos contando a história das igrejas, mas a história da evangelização do Brasil, desde os jesuítas até os neopentecostais, esforçando-nos para fazê-lo com isenção de ânimo. Não contamos a história das igrejas nem dos desdobramentos delas, como, por exemplo, a história da Igreja Presbiteriana do Brasil, da Igreja Presbiteriana Independente, da Igreja Presbiteriana Conservadora, da Igreja Presbiteriana Renovada e da Igreja Presbiteriana Unida. Cada denominação já tem livros de sua história. Não queremos repetir o que já foi escrito. Contamos só o início de cada esforço missionário, mencionando a figura dos pioneiros e o seu trabalho." 

Seria impossível fazê-lo num livro de 191 páginas. Mas a obra atingiu plenamente o seu objetivo. Fala de missões e desperta o interesse por missões. Aliás, o rev. Elben César tem paixão por missões. 

Nos capítulos finais, o autor comenta sobre as distorções gritantes que caracterizam alguns grupos que se intitulam de evangélicos, denuncia - como já fizera inúmeras vezes em suas revistas - quem negocia com o Evangelho e clama por um novo esforço missionário adequado à realidade dos nossos dias. 

Eis o chamamento ardente de um jovem de 70 anos, atuante em tantas frentes evangelizantes: 

“A evangelização não é uma tarefa que começa e pára. Enquanto evangelizamos a geração atual, surge a geração seguinte que deveria ser evangelizada pelos progenitores, o que nem sempre acontece, ora porque eles não aceitam a pregação que ouvem, ora porque são pais displicentes ou relapsos quanto á educação religiosa de seus filhos. A evangelização é algo contínuo no mesmo lugar e em outros lugares. 

Além da evangelização, é preciso existir o que se chama hoje de reevangelização. É preciso tornar a evangelizar as multidões que entraram pela porta da frente das igrejas batistas e pentecostais e saíram pela porta dos fundos. É preciso reevangelizar os luteranos nominais da Escandinávia e da Alemanha. É preciso reevangelizar os anglicanos da Inglaterra e de suas ex-colônias. É preciso reevangelizar os presbiterianos da Suíça, da Holanda, da Escócia e dos Estados Unidos. É preciso reevangelizar os metodistas dos Estados Unidos. É preciso reevangelizar os italianos de Roma, os católicos da Península Ibérica e do maior contigente católico do mundo, que está na América Latina, sobretudo no Brasil. Em todos estes casos, Jesus Cristo ainda está do lado de fora à espera do pecador. O reevangelizador precisa repetir uma das mais solenes palavras do Senhor: 'Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele comigo' (Ap 3.20). A comunhão verdadeira está quebrada e necessita de novo interesse, nova decisão, novo início e reconciliação. É claro que Jesus está do lado de fora de muitos cristãos nominais, muitos lares e, o pior, de muitas igrejas que se chamam de cristãs." 

Se o leitor quer ter uma visão abrangente da história da evangelização do nosso país, incluindo comoventes relatos sobre os primeiros mártires, as dificuldades, a dedicação dos pioneiros, suas semelhanças e diferenças de formação e de atuação, não deixe de ler o livro do rev. Elben César.

Carta Aberta, fevereiro de 2001.



CÉSAR, Elben M. Lenz. História da Evangelização do Brasil - dos jesuítas aos neopentecostais, Viçosa, MG, Ed. Ultimato, 2000, 191 p. 

Obra leve, de leitura fácil, o próprio A. avisa que não se trata de "trabalho científico", ainda que esteja muito bem documentado em termos históricos. Pastor e jornalista, ligado à Igreja Presbiteriana, CÉSAR dá ao leitor uma visão clara e sinótica da implantação das Igrejas protestantes e grupos pentecostais no Brasil. Mesmo as críticas ligadas a procedimentos dos cristãos (do lado católico e não-católico) são comedidas, sem o sectarismo que fere e afasta. Os dois últimos capítulos (29 e 30) - joio X trigo; campo missionário X agência missionária - merecem séria reflexão e sincero exame de consciência. Um bom instrumento para a mútua compreensão de cristãos de diferentes bandeiras.
Antônio Carlos Santini 

O Lutador, 20 e 26/08/2000.

Opinião do leitor

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#1

Eunice C. S. Vieira

Mogi Das Cruzes - SP

Li a resenha do autor e considerei esse trabalho de grande valor. Ele apresenta, além de informações históricas, a possibilidade de fazer-se uma análise das diferentes formas que Deus se serve para seu servo contribuir e envolver-se na Sua causa. Independente da doutrina que se professa, antes de tudo está a cruz de Cristo. O livro estimula e desafia todos que dizem ser Cristãos, mas que ainda não se posicionaram fazendo a sua parte. Ainda não li o livro, mas a resenha é instigante.

Postado em 12/04/2007 às 09:23:20
#2

Nilo Xavier Assunção

Curitiba - PR

Jesus Cristo não está viúvo, não. Mas que há um adultério na evangelização, há isso há mesmo. Vivamos pregando a verdade essencial em nossa história, e Cristo logo há de voltar! Quantos membros históricos de nossas Igrejas, encontraremos no reino de Deus eternamente! Obrigado Senhor, pela Graça de Jesus Cristo!

Postado em 14/06/2007 às 10:08:22
#3

Meuris Da Rocha Guimarães Junior

Salvador - BA

Amados, li muito feliz esta obra, e cheguei a conclusão, que a questão “Missão,” hoje está sofrendo, com a mesma hipocrisia, que a questão “Educação”. Não entendeu? Não fui claro?
EDUCAÇÃO Muitos falam... outros ensinam... mas... poucos praticam.
MISSÃO : Muitos dizem fazer... alguns pregam... mas poucos conhecem.

Logo se não conhece, não faz. E esta obra, veio para preencher um pouco desta lacuna, não só no plano histórico, mas também no espiritual, pois depois desta leitura, paramos para refletir, nos enxergamos – Perdão, Falo por mim- no Ide, imperativo de Jesus.

Deus Seja Louvado!!!

Postado em 25/02/2010 às 15:25:19
#4

Jessé

Rolante - RS

Como estudante de História tenho pesquisado muito sobre religiões e esta obra com certeza acrescenta muito!! Nosso país nos seus mais de 500 anos sempre foi evangelizado e notar suas particularidades é relevante para compreendermos o cenário evangelizador de hoje, tanto nos seus acertos ou erros.

Postado em 03/10/2010 às 14:37:52
#5

Sergio Sena

Campo Gande - MS

Bom dia!
É necessário ao cristão brasileiro conhecer suas raízes históricas considerando que todo cristão é um apaixonado pelo evangelho.
Eu, como a Eunice, não li, estando, igualmente, ansioso.
Acredito que é neste bastidor histórico incipiente que se encontra a "chave" para a compreensão das diferentes denominações.
Duas expectativas este livro ja me garantiu por seu título: A performance do pentecostalismo clássico comparado às igrejas tradicionias, e como sucedeu a permissão do protetantismo no Brasil (as associações) uma vez que a evangelização era instrumento da colonização (exploração))
Escrevi um pequeno artigo no "espaço de leitor" (Nada como um culto pentecostal) dedicando às Assembléas de Deus e por fim a todas as igrejas. Acredito que qualquer ação legítima na igreja nos unirá...Posteriormente foleando o site, deparei-me com este anúncio. Desde já, recomendo este livro. Afinal... um livro é sempre um livro.
Parabéns ao autor pela obra. Ouso, mesmo sem lê-lo.
Grato.

Postado em 24/06/2011 às 09:13:36
Editora Ultimato ABU Editora