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Evangelização ou Colonização?

O risco de fazer missão sem se importar com o outro

Analzira Nascimento

Páginas 160
ISBN 978-85-7779-117-0
Formato 14x21
Assunto Igreja, Liderança, Missões
Ano 2015
Editora Ultimato
Código 41.97
Preço
sugerido
41,90
R$ 41,90
Quantas almas você ou sua igreja ganharam para Cristo ano passado?

A pergunta revela nossa obsessão pelo cumprimento da agenda da igreja. Pior, não leva em conta o nome, a história e a identidade do outro. O “outro” é visto como objeto, é apenas um “alvo” da missão, que mostra se alcançamos (ou não) os objetivos do “nosso” grupo.

Evangelização ou Colonização? mostra historicamente como chegamos a esse modelo no mundo evangélico. Por que nossos métodos e motivações ainda reproduzem uma prática missionária colonialista, caracterizada pelos “superiores” que sabem o que é melhor para “eles”? Para a autora, é possível mudar e ousar novos “jeitos de fazer” missão. É preciso desconstruir aquilo que a tradição moldou ao longo dos séculos, voltando ao modelo simples do nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo.

Analzira Nascimento aponta alguns elementos que podem ajudar aqueles que estão incomodados com os nossos modelos e mostra como pegar o caminho de volta para trabalhar-viver com o outro, e não pelo outro.
Apresentação
Introdução

1. Crise paradigmática – Exaustão dos modelos ocidentais

2. A sedimentação do modelo missionário dominante

3. A formatação do modelo missionário protestante dominante

4. Reencontrando o caminho da prática dialógica

Conclusão
Notas
Analzira Nascimento, autora de Evangelização ou Colonização?, é missionária da Junta de Missões Mundiais e serviu em Angola por 17 anos durante a guerra civil naquele país. Doutora em ciências da religião pela Universidade Metodista de São Paulo, coordena o ministério Com Vocação, da JMM, e trabalha com a Associação de Missões Transculturais Brasileiras e a Associação de Professores de Missões do Brasil. É responsável pelos projetos missionários da Igreja Batista de Água Branca, em São Paulo.
A igreja, no decorrer da história, adotou práticas evangelizadoras que contribuíram para sedimentar um modelo de missão fortemente marcado pela expansão colonialista do final do século 15 e início do século 16. Esse modelo foi formatado nos Estados Unidos e deu origem ao formato missionário protestante dominante.

Nos dias atuais, a igreja, zelosa por cumprir programas de expansão, continua reprodu-zindo a mesma lógica colonialista de dominação. Minha hipótese é que, na ânsia de cumprir uma agenda eclesiástica, muitas vezes o missionário não consegue reconhecer o “outro” como sujeito. O modelo de missão que predomina, principalmente no mundo evangélico, reforça a negação da identidade do outro e o reduz a objeto.

É preciso parar de invadir “a casa do outro”, entender que ele também tem o que dizer e que, ouvindo-o, alcançaremos condições de diálogo.

-- Analzira Nascimento

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