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Deus em Questão -- c.s. lewis e freud debatem deus, amor, sexo e o sentido da vida

Deus em Questão

c.s. lewis e freud debatem deus, amor, sexo e o sentido da vida

Armand M. Nicholi, Jr.

Páginas 288
ISBN 978-85-86539-83-1
Formato 16x23
Assunto Apologética, Liderança, Vida Cristã
Ano 2005
Editora Ultimato
Código 40.78
Preço
sugerido
46,80
R$ 46,80
Grande parte dos maiores pensadores já se confrontou com a questão crucial de acreditar ou não em Deus. O século 20 produziu dois homens que, de forma brilhante, cada qual à sua maneira, levantaram novos argumentos – um, a favor e o outro, contra – sobre essa questão. 

Em Deus em Questão, os argumentos de C. S. Lewis e Sigmund Freud são postos lado a lado. Ambos refletiram cuidadosamente sobre os pontos fracos e as alternativas aos seus posicionamentos. Ambos consideraram o problema da dor e do sofrimento, a natureza do amor e do sexo, e o sentido último da vida e da morte. Depois de “assistirmos” a todo esse debate, podemos tomar os nossos lugares do lado que quisermos, num dos confrontos mais profundos da história.

“Esta elegante e convincente comparação entre a visão de mundo de Freud e a de C. S. Lewis é uma oportunidade de reflexão dialógica sobre as mais importantes questões que a humanidade sempre se fez: Deus existe? Ele se importa comigo? Este livro destina-se a todos que buscam, sinceramente, respostas sobre a verdade, o sentido da vida e a existência de Deus.”
Francis Collins, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas em Genoma Humano, EUA

“Armand Nicholi acertou na mosca com essa história irresistível e tão bem contada sobre as duas âncoras – e o dilema – do pensamento moderno. A partir da vida desses dois verdadeiros gênios, podemos identificar o nosso próprio desejo e busca.”
Ken Burns, diretor do premiado documentário The Civil War e do histórico Jazz, megassérie apresentada no Brasil pelo canal GNT

“Alguns livros são equilibrados, acadêmicos e objetivos. Outros são desafiadores e comoventes e prendem a nossa atenção. Quando um livro consegue reunir tudo isso, torna-se simplesmente inesquecível. Deus em Questão é assim. É tão empolgante quanto um romance, com uma diferença: nós escrevemos o final.”
Peter Kreeft, PhD, professor de filosofia do Boston College, autor de “Buscar Sentido no Sofrimento” (Edições Loyola) e “O Diálogo” (Mundo Cristão)

“Assisti a algumas das aulas impressionantemente concorridas de Armand Nicholi em Harvard, que foram uma das experiências mais gratificantes da minha vida. Depois de vinte e cinco anos de ensino e pesquisa sobre Freud e Lewis, o autor coloca o resultado à disposição de todos. Este livro mudará a sua vida.”
Dr. Timothy Johnson, editor da área médica do ABC News

“Deus em Questão é profundo e fascinante. Quem procura o verdadeiro significado da vida precisa ler este maravilhoso livro.”
Ralph Larson, presidente e diretor executivo da Johnson & Johnson

Leia também: Cartas entre Freud e Pfister

                           Freud versus Deus, de Dan Blazer

                           Um Ano com C. S. Lewis — leituras diárias de suas obras clássicas

Prólogo

PARTE UM – EM QUÊ ACREDITAR?
1. Os protagonistas: a vida de Sigmund Freud e de
    C. S. Lewis
2. O Criador: haverá uma inteligência lém do
    universo?
3. Consciência: haverá uma lei moral universal?
4. A grande transição: que estrada seguir rumo à
    realidade?

PARTE DOIS – COMO VIVER?
5. Felicidade: qual é a fonte dos maiores prazeres da
    nossa vida?
6. Sexo: a busca de prazer seria o nosso único
    propósito?
7. Amor: todo amor seria sexo subliminado?
8. Dor: Como resolver o problema do sofrimento?
9. Morte: seria a morte o único destino?

Epílogo

Notas

Bibliografia

Índice Onomástico
Autor de Deus em Questão — C.S. Lewis e Freud debatem Deus, amor, sexo e o sentido da vida, Dr. Armand M. Nicholi, Jr. é psiquiatra e professor da Escola de Medicina de Harvard e do Hospital Geral de Massachusetts. É consultor de grupos do governo, corporações e atletas profissionais. É casado, tem dois filhos e vive em Concórdia, Massachusetts, nos Estados Unidos.
O QUE DISSERAM

Foi Freud quem disse...


“Uma [...] comunidade está perfeitamente justificada, psicologicamente” a proibir o comportamento sexual de crianças, “pois não haverá perspectiva de refrear os apetites sexuais dos adultos, se a base para tanto não tiver sido preparada na infância”.
"Obrigações morais" com relação à sexualidade devem ser aprendidas "no período da confirmação [religiosa]". 

"Achar que a psicanálise busca qualquer cura para as desordens neuróticas, dando livre vazão à sexualidade, é um equívoco sério, que só pode ser desculpado a partir da ignorância. Quando conscientizamos as pessoas dos seus desejos sexuais reprimidos, por meio da análise, isso, pelo contrário, lhes permite ter domínio sobre eles mesmos, coisa que a repressão prévia era incapaz de conseguir. Seria mais certeiro dizer que a análise liberta o neurótico das cadeias da sexualidade". 

"No declínio das civilizações antigas, o amor ficou destituído de valor e a vida, vazia". 

Estas citações do famoso médico austríaco Sigmund Freud (1856-1939), fundador da psicanálise, encontram-se no capítulo Sexo: A busca de prazer seria o nosso único propósito? do livro Deus em Questão C. S. Lewis e Freud (p. 139), escrito pelo psiquiatra Armand M. Nicholi Jr., professor da Escola de Medicina de Harvard (286 páginas, Editora Ultimato, agosto de 2005). 

São tão desconhecidos e surpreendentes estes pronunciamentos que o autor faz o seguinte comentário: "Muitas vezes é difícil imaginar como Freud tenha se tornado símbolo internacional da liberdade sexual" (p. 262). A maioria dos biógrafos de Freud concorda que ele não teve experiências sexuais antes de se casar aos 30 anos. Um deles, Ernest Jones, "descrevia Freud como ‘peculiarmente monogâmico’, argumentando que ele permaneceu fiel por todo o seu casamento" (p. 160). 

Sã Doutrina, Vitória da Conquista, BA, novembro—dezembro de 2005.



CS. Lewis e Freud
(muitas semelhanças e uma diferença enorme)
Elben M. Lenz César

Há algo mais importante do que a idéia de Deus, do amor, do sexo e do sentido da vida? Essas inquietações básicas é que fazem a diferença entre os animais e os seres humanos. Nós as temos, em todos os tempos e em todos os lugares; e o resto da criação de Deus nem sequer tem conhecimento delas. Essas palavras-chaves definem nossa existência e, conforme o valor que damos a elas, nos empurram gloriosamente para cima ou vergonhosamente para baixo. 

É, portanto, uma boa notícia para o público brasileiro o lançamento de Deus em Questão - C. S. Lewis e Freud debatem Deus, amor, sexo e o sentido da vida (Editora Ultimato, agosto/2005), originalmente publicado em inglês pela Simon & Schuster, nos Estados Unidos, há apenas três anos. Escrito pelo psiquiatra Armand M. Nicholi Jr., professor da Escola de Medicina de Harvard e do Hospital Geral de Massachusetts, o livro foi traduzido pela professora Gabriele Greggersen, especialista em C. S. Lewis, da Faculdade Teológica Sul-Americana, em Londrina, PR. 

Sigmund Freud e C. S. Lewis - Freud nasceu na Áustria na metade do século 19 (1856) e Lewis nasceu na Irlanda no final do mesmo século (1898). Mas ambos morreram na Inglaterra e foram sepultados a noroeste de Londres, Freud aos 83 anos e Lewis aos 65. 

Freud é o fundador da psicanálise. Seu nome aparece em sexto lugar numa relação dos 100 cientistas mais influentes. C. S. Lewis foi o famoso crítico literário, escritor e professor de literatura medieval e renascentista de Oxford. Há quem se refira ao século 20 como o "século de Freud", e Nicholi considera Lewis "o mais popular defensor da fé no século 20". 

Os dois gigantes do século passado não eram tão gigantes assim. Tanto Freud como Lewis tiveram várias crises de depressão, algumas bem agudas. Os dois experimentaram problemas seríssimos com a morte de entes queridos. Três anos depois de perder a filha mais querida (Sophie), Freud viu morrer o neto de 4 anos de idade (filho de Sophie). Ele sonhava o tempo todo com a morte e sofria de ataques de pânico. Aconselhava: "Se você quer suportar a vida, prepare-se para a morte". Lewis, por sua vez, nunca se esqueceu da morte da mãe quando era um garoto de 9 anos nem da morte da esposa, com a qual se casou aos 58 anos, ambas vítimas de câncer. Afirmava que a morte é "o maior de todos os males". 

Os dois homens, especialmente o primeiro, tiveram uma vida muito sofrida. Numa carta escrita ao editor do jornal britânico Time and Tide, Freud se queixa amargamente do anti-semitismo (ele era judeu): "Eu vim para Viena, quando era uma criança de 4 anos. Depois de 78 anos de trabalho assíduo, tive de deixar o meu lar, vi a sociedade científica que fundei sendo dissolvida, nossas instituições destruídas, nossa imprensa tomada pelos invasores, os livros que eu havia publicado, confiscados ou reduzidos a uma pasta, meus filhos expulsos das suas profissões" (ele se refere ao nazismo). Vítima de câncer no céu da boca nos últimos 16 anos de vida, Freud se submeteu a cerca de 30 cirurgias, todas com anestesia local, além dos efeitos dos inúmeros tratamentos de radioterapia. Lewis também sofreu por longos anos as lembranças pessoais da Primeira Guerra Mundial, quando foi ferido por um estilhaço que matou amigos que estavam ao seu lado na linha de frente. Além de alguma discriminação em Oxford, que só lhe ofereceu uma cadeira quando ele estava com 50 anos. 

Freud e Lewis eram netos de religiosos - o primeiro, de um rabino e o segundo, de um pastor anglicano - e foram educados no temor de Deus e nas religiões da família. 

Outra semelhança notável entre os dois grandes expoentes foi o ateísmo confesso de ambos. Mas essa semelhança acabou, com a conversão de Lewis aos 31 anos. 

Surpresas e mais surpresas - Há 30 anos, o psiquiatra Armand Nicholi, professor da Universidade de Harvard, oferece um curso sobre Freud na Escola de Medicina de Harvard. Para dar essas aulas e escrever Deus em Questão, Nicholi pesquisou intensamente, visitou a biblioteca de Freud em Londres, esteve em Viena e outros lugares relacionados com a vida do médico austríaco e entrevistou várias pessoas, inclusive Anna Freud, a filha e sucessora de Freud. Depois de discorrer sobre as idéias filosóficas de Freud, Nicholi começa a fazer comparação entre Freud e C. S. Lewis, o que torna o curso fascinante. Em seu livro, Nicholi discorre sobre ambos ao mesmo tempo, tanto na parte um (Em quê acreditar?) como na parte dois (Como viver?). 

Opinião do leitor

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#1

José Carlos Dantas Arboés

Brasília - DF

Um dos livros mais lindos que já li. É, ao mesmo tempo, profundo em seu conteúdo e leve em seu estilo e apresentação, além de muito rico em informações sobre a vida desses dois grandes homens: C. S. Lewis e Freud. Quanto ao autor, Armand Nicholi Jr, não há o que se comentar; como professor da Universidade de Havard, ele honra plenamente sua escola ao nos apresentar esse livro tão belo.

Postado em
#2

Michel Santos Silva

São Vicente - SP

Pela introdução do livro já dá pra sentir o clima do mesmo. Muito profundo e instrutivo, Armand nos dá um vislumbre das obras desses dois gigantes do pensamento deste último século. Obra obrigatória em todas as bibliotecas. Já tenho o meu exemplar! E você, o que está esperando que não comprou?

Postado em 09/05/2007 às 11:47:47
#3

Allan Mattos Alves

Rio Branco - AC

Simplesmente maravilhoso! É notável a forma como o autor desenvolve o debate. A impressão que eu tive, foi que os dois grandes pensadores estavam frente a frente discutindo os assuntos em questão. Com certeza, essa não será a última leitura do livro. Essa é uma leitura obrigatória.

Postado em 17/02/2008 às 01:56:12
#4

Luis Inacio Da Silva Júnior

Mogi Guaçu - SP

Se me pedissem para fazer uma relação dos livros que mais me influenciaram nestes 18 anos de vida cristã, com certeza, este estaria nesta lista.

Postado em 28/08/2008 às 14:06:33
#5

Matheus Bornelli De Castro

Ponta Porã - MS

Livro bom, mas menos espetacular do que a propaganda. O autor incita um debate consistente, mas sempre tendencioso. Faltou a imparcialidade, tão almejada em minhas leituras. Mas compensa ler.

Postado em 10/02/2011 às 16:32:30
#6

Adelia

Cuiabá Mt - MT

É um livro rico em experiências, informações, quem gosta de uma boa leitura,deve ler. Eu nunca tinha emcontrado um livro que do começo ao fim é prazeiroso.Graças a Deus temos homens de mente brilhante para colocar no papel algo que nos edifica. Estou buscando outros livros deste nível para eu ler.

Postado em 06/05/2012 às 09:39:17
#7

Caline

- EX

A obra transcede o material, faz-nos analisar e criticar a subjetividade da existência, a verdadeira dor do "não-saber", a tristeza pungente da certeza sobre a brevidade da vida, a ansiedade pulsante do encontro com o fim para a descoberta do "depois". Não há como ficar emocionalmente incólume ante tantas dúvidas deixadas pelas cartas de Freud, tanto quanto sobre a intrigante felicidade que transbordava pelas feições e atitudes de Lewis, quando este mudou sua maneira de enxergar a própria existência.

Com características acadêmicas, a obra contribui também para despertar no leitor a crítica sobre algumas questões muitas vezes consideradas encerradas, como o ateísmo convicto de Freud.

Livro para ser lido sem preconceitos religiosos, analisado, criticado, debatido e para convencer o leitor a não ficar "em cima do muro", pois este é frequentemente e sutilmente desafiado a abraçar, em definitivo, a cosmovisão que mais lhe convém.

Postado em 22/08/2012 às 17:33:34
#8

Js Fernandes

Maringá - PR

Uma pena que esteja esgotado e não haja a versão em ebook. Façam a versão em ebook por favor! :)

Postado em 14/08/2013 às 21:04:01
Editora Ultimato ABU Editora