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Cristianismo e Política -- Teoria bíblica e prática histórica

Cristianismo e Política

Teoria bíblica e prática histórica

Robinson Cavalcanti

Páginas 288
ISBN 978-85-86539-50-3
Formato 14x21
Assunto Ética, Liderança, Vida Cristã
Ano 2002
Editora Ultimato
Código 40.51
Preço
sugerido
54,40   (INDISPONÍVEL NO MOMENTO)
Avise-me Quando Estiver Disponível
R$ 54,40
 
Para o autor, não há nada mais cientificamente inexato e conceitualmente impossível do que a pretensão de ser apolítico. Ser político é algo inerente à condição do ser humano. Política significava, originalmente, o conhecimento, a participação, a defesa e a gestão dos negócios da polis. É impossível a existência sem autoridades, normas, sanções, mecanismos de participação, formas de decisão.

Ser apolítico é fazer uma opção para fora, uma opção pelo não ser, pela omissão. O apolitismo é uma elaboração de desculpa para o indesculpável, revestida, no caso do cristão, de uma embalagem espiritual, uma “espiritualização” do pecado. A ignorância, o medo, o preconceito, o egoísmo e a não-autenticidade são causas de tão danosa escolha.

Na história da batalha entre o reino de Deus e o reino da perdição, a tarefa do cristão é derrotar o demônio e empurrá-lo para fora desse domínio. É afirmar o senhorio de Jesus Cristo na história. A luta por um sistema mais justo ou por leis mais justas não pode ser travada às custas do esquecimento de que é necessária a graça de Deus para transformar o velho homem. E que qualquer mobilização ou ação política deve começar de joelhos.

Visite o Memorial Robinson Cavalcanti
Prefácio

Introdução

I. A POLÍTICA NO ANTIGO TESTAMENTO
1. Do patriarcado à monarquia
2. Os caminhos da decadência

II.A POLÍTICA NO NOVO TESTAMENTO
1. O político em Jesus
2. A política da igreja
3. A doutrina social dos apóstolos:
    em Hebreus, Tiago e Pedro
4. A doutrina social dos apóstolos: João

III.A POLÍTICA NA HISTÓRIA DA IGREJA
8. A Igreja e a política na Idade Antiga
9. Política e Igreja na Idade Média
10. A Reforma e os tempos modernos
11. Política e Igreja na Idade Contemporânea
IV. Política e Igreja no Brasil
12. Religião e política no Brasil
13. Presentes e diferentes

Apêndice: Declaração de Jarabacoa

Bibliografia
Robinson Cavalcanti foi colunista da revista Ultimato durante 27 anos, até a sua morte, em fevereiro de 2011. Cientista político e bispo da Igreja Episcopal Anglicana do Recife, foi também diretor do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Pernambuco. Era membro do Conselho Consultivo da Aliança Bíblica Universitária (ABU) e do London Institute of Contemporary Christianity, além de membro-fundador da Fraternidade Teológica Latino-Americana. Integrou a Comissão de Lausanne pra a Evangelização Mundial e a Comissão Teológica da Aliança Evangélica Mundial. É autor de, entre outros, A Igreja, o País e o Mundo, A Utopia Possível e Cristianismo e Política.
O QUE DISSERAM

Por uma Igreja engajada
 
Robinson Cavaltanti discute participação política dos cristãos brasileiros em lançamento da Ultimato

Pioneiro da discussão sobre a participação política da Igreja Cristã brasileira, o bispo anglicano Robinson Cavalcanti é autor de alguns livros que se tornaram referência. Os muitos anos de experiência como cientista político e na docência de duas universidades de Pernambuco fazem dele uma autoridade no assunto, ministrando palestras em vários pontos do Brasil. Uma das mais recentes foi em São Paulo, durante o lançamento de Cristianismo & Política - Teoria bíblica e prática histórica, publicado pela Ultimato. 

No livro, Robinson Cavalcanti aborda questões das quais muitos cristãos têm um certo medo, como as referências bíblicas à política no Antigo e no Novo Testamento, o caráter social das atividades de Jesus, o envolvimento partidário das igrejas e muito mais. No momento em que o país passa por mudanças políticas, é uma leitura facilmente recomendável nos pontos de venda. 

Consumidor Cristão, 2003, nº 15.

Opinião do leitor

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#1

Nilson Mello

Agudos - SP

Disse Deus: façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança(Gn 1.26); Deus os abençoou e disse-lhes: frutificai e multiplica-vos...(Gn 1.28). Portanto, Deus é nosso Criador e SENHOR! No AT, através dos profetas, Deus apresentava sua vontade e buscava trazer o homem para o centro dela, mostrando seu objetivo que é seu Reino (do Céu) e Sua justiça. Nossos antepassados rejeitaram esses profetas que traziam a "Verdade", perseguimdo-os e até matando-os, o legalismo está impregnado, surgindo facções como dos Fariseus(moralistas) e os Saduceus(políticos). Os livros de Isaías e Zacarias apontavam para o Messias(Jesus Cristo) como libertador e o Salvador.Porém, os judeus esperavam como líder político e militar de Israel, que os livraria do domínio de Roma. Jesus sequer contestou a situação política(material), mas, a Moral/Caráter (espiritual), Ele, com sua vida, deu exemplo e nos orientou que buscar o Reino de Deus e sua Justiça era a vontade de Deus. O NT fala de tesouros nos Céus!

Postado em 16/09/2012 às 11:53:16
#2

Ruben Ferreira Maria

Rio De Janeiro - RJ

Já no sinopse observa-se que o autor impõe opção "apolítico" que muito provavelmente é um equivoco, demonstração arrogante, intimidatória, constrangedora, intencional de cercear ou influenciar danosamente o livre-arbítrio e a soberania do leitor. Reino de Deus, princípios bíblicos transcendem pressupostos sistemas ou leis "eleitas" justas a luz do secularismo relacionadas ao ambiente hostil em que vive o ser humano é fruto do pecado. Certamente separar o espiritual do secular além de ser racional não se compatibiliza e isso inclina a optar pela vertente de que ao justificado pela fé não convém compartilhar com a ideia proposta pelo autor. Isto sugere "Cesar legislar o que é de Cesar e para Cesar - e que a legislação de Deus além de sobrepor aquela, os que nela verdadeiramente trilham não deve se envolver e ou se preocupar se "existência sem autoridades, normas, sanções, mecanismos de participação, formas de decisão". Os escândalos e descalabros são a tônica dos "políticos".

Postado em 23/05/2013 às 13:10:06
#3

Esther Yamakawa

Campinas - SP

Feliz o chamamento/alerta do autor para que deixemos de ser "omissos" diante dos problemas da humanidade, pois nós cristãos que temos em Jesus Cristo nosso Mestre e Senhor, não podemos ignorar a prática da Igreja Primitiva, dirigidas por seus primeiros apóstolos.
Penso que se tivéssemos feito isso desde sempre, Karl Marx seria (pode até ser que por razões equivocadas) um cristão exemplar, pois vejamos:
- Atos dos Apóstolos - 4:32-37 " E era um o coração e a alma da multidão DOS QUE CRIAM, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas eram comuns"...
E o castigo dos que se diziam cristãos e não procediam como tal. era imediato: exemplo:"Ananias e Safira" ( Atos dos Apóstolos - 5: 1-10).
Como cristãos não podemos nos omitir diante da "fome" alheia. ACUDIR os necessitados, principalmente quando o Estado é responsável por promover a miséria, a má distribuição de renda e serviços públicos, É OBRIGAÇÃO DO CRISTÃO (continua...)

Postado em 18/12/2013 às 16:00:01
#4

Esther Yamakawa

Campinas - SP

(continuação (2/3), É OBRIGAÇÃO DO CRISTÃO (AT: 4-34 "Não havia pois entre eles necessitados algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos"). Se a Igreja dominante na época de Marx assim procedesse, acho que nunca ouviríamos falar desse tal, né? E como fazer isso senão exigindo melhores Leis e seu cumprimento honesto e ético? Se não podemos contar com a "conversão de toda humanidade ao cristianismos", penso que devemos intervir POLITICAMENTE na sociedade, não necessariamente uma política partidária (apoiar partidos políticos), mas politicamente, apoiando e lutando por IDÉIAS e propostas que ATENDAM MELHOR A NOSSA FÉ.
Não encontrei, em minhas leituras bíblicas - confesso "não são muitas" -, nada que disse que não devemos nos envolver "Politicamente". Ao contrário, todos os profetas que li "REPREENDIAM AS AUTORIDADES CONSTITUÍDAS". (continua (3/3)

Postado em 18/12/2013 às 16:12:39
#5

Esther Yamakawa

Campinas - SP

(continuação 3/3)
Como esperar(ter fé) os "Reinos dos Céus" se nossa fé não nos permite nos despojar dos nosso bens terrenos nem nos "arriscarmos em ajudar os alheios"? Podemos separar os "coisas deste mundo" das" coisas dos céus"? Não é neste mundo que, ao nos convertermos ao cristianismo, nos fazemos "novos"? Não é neste mundo que "nascemos de novo em Nosso Senhor Jesus Cristo"? Como apresentamos nosso renascimento ao mundo? Nos omitindo? Nos escondendo dos problemas sociais? É prática dos cristão/dos renascidos em Cristo se omitir diante das injustiças, das corrupções, das prostituições políticas? Está escrito que "Não serão nossas práticas que nos salvarão"!!! Mas, POR SERMOS SALVOS é que devemos ter uma prática cristã de atuação e não omissão em defesa dos mais necessitados, mesmo que isso nos imponha uma pratica político-partidária, que não é a melhor, porém que seria menos ruim que a indiferença, o ostracismo, a omissão. Fim.

Postado em 18/12/2013 às 16:15:37