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História e pensamento
Elben M. Lenz César
| Páginas | 288 |
|---|---|
| ISBN | 85-86539-95-3 |
| Formato | 16x23 |
| Assunto | Biografia, Igreja, Liderança |
| Ano | 2006 |
| Editora | Ultimato |
| Código | 41.02 |
| Preço | 38,50 |
13 comentário(s)
Diretor-fundador da Editora Ultimato e redator da revista Ultimato, Elben César é autor de, entre outros, Por Que (Sempre) Faço o Que Não Quero?, Refeições Diárias com Jesus, Mochila nas Costas e Diário na Mão, Para Melhor Enfrentar o Sofrimento, Conversas com Lutero, Refeições Diárias com os Profetas Menores, A Pessoa Mais Importante do Mundo, História da Evangelização do Brasil e Práticas Devocionais. Ex-presidente da Associação de Missões do Terceiro Mundo e fundador do Centro Evangélico de Missões, do qual é presidente de honra, é também jornalista e pastor emérito da Igreja Presbiteriana de Viçosa.Apesar de ter lido apenas algumas partes, estou convencido de que a História, que é tratada em nossos ensinos, e hoje é ensinada aos nossos filhos, nunca chegou e nem chegará ao ápice. Hoje vemos um mundo todo corroído pela inversão da verdade em mentira e a mentira em verdade. Somos um povo que fomos ensinados apenas pela Igreja que é considerada pelo "Doutor", de Igreja viúva de Cristo. Mas, graças ao bom Deus, saímos desta condição e hoje podemos dizer que o que Lutero escreveu ou até mesmo profetizou, está patente aos nossos olhos e estamos vivendo algo que não se diferencia do passado.
Bom, uma coisa é descobrir que Lutero enviou as teses. Outra é negar que as tenha afixado na porta da igreja de Wittenberg. Ele poderia ter feito as duas coisas. Fiquei com a impressão de que a manchete quer sensacionalismo, o que não pega bem.
Ótimo livro. Mais um pra questionar a história e fazer comparações. Exalta-se a vontade do que tem fé em contraste ao que prefere viver cego.
Também acredito que a manchete seja bem marketeira! Será que o Elben quer fazer barulho e fazer o público comprar o livro?
Parece-me mais com uma necessária crítica ao cristianismo moderno. Não li o livro, mas já consigo perceber que é uma ótima crítica ao legalismo das igrejas cristãs do século 21, que muitas vezes mais se parecem com "pedágios" de acesso ao Céu e pouco se assemelham na sua essência, com a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. Por isto o autor intitula a igreja atual de "viúva de Cristo", pois da forma como os cristãos andam atualmente faz parecer que Nietzsche estava certo quando disse que "Deus está morto". O livro parece ser relevante e filosófico-teológico.
Não pude ler ainda mas vou encomendar o meu esta semana ou a outra, pois aparentemente ele fala de como a igreja tem perdido, sua espiritualidade, principalmente as neopentecostal, só falam (pregam) prosperidade, de e ficará abençoado etc etc etc. Cada dia mais ficam como a basílica de São pedro em Roma, que Lutero tanto foi contra, pois não tinham que tomar dinheiro dos fiéis com ofertas dela e de cá, crescem prédios e nomes de igrejas, e ídolos Pregadores e cantores, mas a espiritualidade diminui, abusam da fé como o papa fez na época de Lutero oferta para fazer a basílica de São Pedro.
Livro elaborado de forma inteligente, o que facilita em muito a leitura por pessoas de fraca ou pouca cultura, além de nos conduzir através da história, leva-nos a repensar o que hoje nos é apresentado por muitas igrejas e líderes evangélicos, tão distantes dos princípios ensinados pelo Senhor Jesus, bem como da vida coerente de quem lutou pela consistência da fé. Excelente!
Agora, depois de ler o livro, posso dizer que todos que se acham cristãos no sentido literal, que são discípulos de Cristo devem comprar, ler e emprestar para o maior números de amigos católicos possível, eu após ler fiquei tão impressionado, que comprei mais 2 e presenteei um de meus Pastores, com certeza ele usará bem esta excelentíssima ferramenta de trabalho, glórias a Deus por este livro inspirado pelo Espírito Santo...
Vejo nos reformadores grandes pesquisadores que não foram capazes de convegir suas teses em um padrão doutrinário (Lutero, Calvino, Armínio e etc) e em consequência desta pluralidades de linhas doutrinários a religião (cristianismo) perdeu a visão de reino se tornando parte de mais um grupo denominacional exclusivista.
Leitura agradável principalmente pelo uso do estilo entrevista. Apresenta o pensamento e motivações de Lutero e vem enriquecido com fatos históricos relacionados ao Papado e a Igreja Católica. Me chamou a atenção a questão da Grande Comissão na passagem em que o Doutor diz: "...era para ser cumprida... pelos apóstolos e naquele tempo", deixando claro a importância dada à reforma e o esquecimento do ide de Jesus, desprezou o trabalho missionário. Esperava mais sobre as críticas anti-semitas feitas a Lutero, no entanto recomendo aos amantes da história da Igreja e pensamento de Lutero.
O livro foi bem escrito por Elben, em forma de perguntas e respostas. O leitor viaja no tempo e "vê" Lutero respondendo pelo Espírito tudo o que o repórter dispara. Em meus livros sempre grifo palavras inteligentes e nesse foram inúmeras, porém cito esta: "se quizermos converter o ímpio, isso deverá ser feito com a boca, pela pregação".
O livro Conversas com Lutero, sem hesitar, leva-nos a desfiar um bate-papo anelado por uma pujante teimosia em trabalharmos em benefício da vida. Não é por menos, a reforma encabeçada por ele e todo o desdobrar de mudanças e transformações tiveram no espertar da palavra o fator primal. Por isso, a presente obra nos desafia e fomenta a também indagarmos: por qual motivo relutarmos em vivenciarmos e experimentarmos a possibilidade de uma reforma, no limiar do Séc. XXI. Cabe frisar, a começar por nossas vidas.
A degustação serviu para abrir um apetite de milhares de leões não dá para não ler; evidentemente estaremos lendo pela ótica do autor e aplicaremos nossa otica ao texto. Ele selecionou o que selecionou o que selecionaria você? eu? Somos interpretes e cada qual tem a sua forma de ler nas linhs, entre linhas, pulando linhas e assim alinhavamos a interpretação que será muito bem aceita por alguns, quiça muitos; e outros tantos rejeitarão e ainda outros farão dura e persistente critica. Amei que li e quero ler mais, minhas impressões ou interpretações depois
Bronzeli
A Jesus foram imputados os pecados dos homens e aos homens foi imputada a justiça de Jesus.
Alfredo Borges Teixeira
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