- Seja bem-vindo Visitante!
- Login
- Cadastre-se



sacola de compras
Sua sacola de compras está vazia.
| Sua sacola de compras está vazia. |
Desafios a uma fé engajada
Robinson Cavalcanti
| Páginas | 160 |
|---|---|
| ISBN | 85-86539-14-7 |
| Formato | 14x21 |
| Assunto | Ética / Comportamento, Igreja, Liderança |
| Ano | 2000 |
| Editora | Ultimato |
| Código | 40.37 |
| Preço | 27,00 |
5 comentário(s)
Robinson Cavalcanti é bispo da Igreja Episcopal Anglicana do Recife, ex-diretor do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Pernambuco, onde é professor de ciência política. É membro da Academia Pernambucana de Educação e Cultura, do Conselho Consultivo da Aliança Bíblica Universitária (ABU) e do London Institute of Contemporary Christianity. É membro fundador da Fraternidade Teológica Latino-Americana e representante para a América Latina da Associação dos Evangélicos na Comunhão Anglicana. Integrou a Comissão de Lausanne pra a Evangelização Mundial e a Comissão Teológica da Aliança Evangélica Mundial. É autor de, entre outros, A Igreja, o País e o Mundo, A Utopia Possível e Cristianismo e Política.Ufa! Até que enfim encontrei um evangélico diferente, descomprometido com o sistema político vigente, independente, imparcial. Gostaria de parabenizar o Bispo Robinson Cavalcanti pela sua correta postura na pregação do evangelho. Estou lendo seus livros A igreja, o país e o mundo e A utopia possível. Estou gostando muito. Finalmente encontrei um evangélico que prega a Palavra em todas as dimensões, e não apenas de cima para baixo e permeado de ideologias de quem está no poder, como a maioria faz.
Como cristão me sinto atormentado diante da ousadia e coragem do Bispo Robinson Cavalcanti. Ele me faz lembra Bartolomeu de Las Casas que denunciava com precisão e vigor a injustiça da conquista das "índias da América". Houve no entanto teólogos que justificavam a violenta conquista. Será que também existem teólogos a favor da injustiça social e contra os excluídos?
A Igreja exerce ou deveria exercer o papel de ser a comunidade plasmada pela proposta da solidariedade, fraternidade e justiça; isto dentro de uma dimensão ortopráxis e, por consequência, venha culminar na restauração do etlhos, da espiritualidade e da humanidade. Por isso, não podemos incorrer no equívoco de um País eivado por ser cristão; em direção oposta, pelo soerguer de uma igreja, pessoas banhadas pelo Mediador Supremo, Cristo Jesus, dispostas a serem partícipes de um evangeho inter-relacional e não polarizado na concepção mítica do púlpito. Enfim, uma igreja de compromisso e engajada.
A Igreja, ou, melhor dizendo, pessoas regidas pelo Deus-ser humano, amigo e companheiro Jesus Cristo tem a incumbência de ser a porta-voz do viver. Destarte, o maior desafio perpassa por restaurar e disseminar a justiça criativa no oikos, ou seja, na mundanalidade. Eis o desafios da Igreja, novamente reitero, pessoas, em ser um âmbito voltado ao serviço, ao discipulado, a não monopolização eclesiástica, a não ser regida por cargos e sim serviço. Eis a tônica de uma Igreja atuante, prolífica, expressiva, sem receio de ser humana e espiritual, sem neuroses doutrinárias e aprendiz da liberdade.
Pr. Robinson gostei muito do livro e com certeza estarei indicando ele para outros amigos. Temosum pensamento em comum, o de ver o povo de Deus sendo igreja mesmo quando não estão na igreja. Fique na paz.
www.igrejaurbana.org
A Jesus foram imputados os pecados dos homens e aos homens foi imputada a justiça de Jesus.
Alfredo Borges Teixeira
Todo o conteúdo do site da Editora Ultimato está licenciado sob a