- Seja bem-vindo Visitante!
- Login
- Cadastre-se



sacola de compras
Sua sacola de compras está vazia.
| Sua sacola de compras está vazia. |
H. R. Rookmaaker
| Páginas | 80 |
|---|---|
| ISBN | 978-85-7779-042-5 |
| Formato | 14x21 |
| Assunto | Espiritualidade, Ética / Comportamento, Vida Cristã |
| Ano | 2010 |
| Editora | Ultimato |
| Código | 41.49 |
| Preço | 19,20 |
8 comentário(s)
Autor de A Arte Não Precisa de Justificativa, Hans R. Rookmaaker (1922-1977) foi fundador e professor do departamento de história da arte da Universidade Livre de Amsterdã e, talvez, o principal historiador e crítico cultural protestante do século 20. Deixou dezenas de livros publicados, abordando as relações entre a cultura e o cristianismo, centenas de artigos, como também departamentos de arte estruturados tanto na Europa como nos Estados Unidos.Interessante o tema , e nâo havia pensado nisso antes.Vou ler o livro depois quero opinar mais o tema.
Sou cristão, músico (amador), e designer (profissional), já li vários livros sobre artes, artes x religião, música, etc.
Este livro me agradou pela simplicidade e essência cristã no assunto.
O autor foi direto ao ponto!
Recomendo.
Realizei um texto crítico aprofundado sobre o livro e que não caberia aqui por uma questão de espaço.
Está disponível neste endereço:
Aqui
Gostei da sinopse e do interessante título.Vida e arte sempre são boas publicações.Certamente uma boa leitura!
Bem o autor no teve clareza na exposição de seus argumetos para justificar e validar sua tese central, e o titulo apesar de sugestivo demostra uma visão um tanto equivoada sobre a função que a arte teve, desempenha e que sempre terá "a de comunicar e transmitir idéias, ideologias, crenças, verdades e valores,sejam para bem ou para mal. Assim é simples comprender que não existe arte sem principio ideológico explicito ou implicito, toda arte foi sempre produzida nesta persperctiva, por tanto não há neutralidade nela, agora concordo com ele de que tudo deve ser feito com excelência máxima.
Li o livro a pouco tempo. Estudo Comunicação Social e dança. Estudei teatro por dois anos. Ajudo nessas áreas, na igreja. Gostei muito. O autor é bem otimista em relação à mudança que somos capazes de gerar. E coloca como cerne dessa transformação o mundo das artes. Como ele mesmo explica, arte não são só as obras de arte, é quase tudo o que se relaciona à vida e às tendências. Um olhar mais atento perceberá o poder da arte, que é tão sutil e poderoso.
Apesar da diferença temporal entre o tempo do autor e nosso, considero uma leitura viável e bastante prática. Mas muitas coisas mudaram hoje. Poucos se dedicam à pintura e à escultura. Fica difícil de enxergar os artistas cristãos dessa área, a quem ele se dirige - sem, é claro, excluir as outras formas de manifestação artística.
Quem me dera, poder ouví-lo hoje, vendo o que o mundo se tornou e como a banalização cresceu. O poder da arte foi negligenciado pela igreja por muito tempo - o que deu espaço para muita errada coisa acontecer.
Ninguém que não tenha sido perdoado é livre
John Stott
Todo o conteúdo do site da Editora Ultimato está licenciado sob a