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A Arte Não Precisa de Justificativa

H. R. Rookmaaker

Páginas 80
ISBN 978-85-7779-042-5
Formato 14x21
Assunto Espiritualidade, Ética / Comportamento, Vida Cristã
Ano 2010
Editora Ultimato
Código 41.49
Preço 19,20
R$ 19,20
A Arte Não Precisa de Justificativa é uma leitura para todos os cristãos que desejam usar seus talentos para a glória daquele que os presenteou. É um chamado aos artistas, artesãos e músicos cristãos para que chorem, orem, pensem e trabalhem. Para o autor, qualquer discussão sobre o papel da arte deve ser precedida por uma afirmação básica: a arte não precisa de justificativa — nem por motivos religiosos ou propósitos evangelísticos, nem por fins econômicos ou políticos.

É verdade que, quase sempre, vemos os artistas como sumos sacerdotes da cultura — nossos gurus — ou como celebridades e bobos da corte. Ao mesmo tempo, esperamos que eles criem coisas de valor quase eterno, sobre as quais se possa conversar séculos depois. No entanto, se os artistas quiserem alcançar sucesso, é preciso aderir à moda e ter apelo comercial. Para Rookmaaker, esse não é um problema novo.

“As coisas têm valor por aquilo que são, e não pelas funções que exercem, por mais que estas sejam importantes.”

* * *

“Às vezes os cristãos produzem música ruim porque não têm talento, porque não se esforçam o suficiente ou porque demonstram sua natureza pecaminosa. Às vezes o mundo produz boa música. [...] A música não é apenas letra. Sua expressão é total, e mais na melodia, no ritmo e na harmonia do que na letra. Claro, isso não significa que se pode escrever qualquer coisa. [...]

A vida e a arte são complexas demais para aplicarmos regras legalistas. Porém, isso não significa que não há normas. [...] Falar de música cristã não significa necessariamente falar de uma música cuja letra transmita uma mensagem bíblica explícita ou expresse a experiência de uma vida de fé e obediência piedosa. [...] A “Paixão de São Mateus”, de Bach, é cristã, assim como os “Concertos de Brandenburgo” o são. Não são apenas as letras das cantatas que são cristãs, mas também a parte instrumental. Se não for assim, estaremos reduzindo o cristianismo e excluindo do comprometimento com Deus, nosso Senhor e Salvador, uma grande parte da nossa vida, que deve manifestar o fruto do Espírito.”
Prefácio
Introdução
1. O pano de fundo de um dilema
2. A resposta da igreja
3. A tarefa do artista cristão
4. Diretrizes aos artistas
Autor de A Arte Não Precisa de Justificativa, Hans R. Rookmaaker (1922-1977) foi fundador e professor do departamento de história da arte da Universidade Livre de Amsterdã e, talvez, o principal historiador e crítico cultural protestante do século 20. Deixou dezenas de livros publicados, abordando as relações entre a cultura e o cristianismo, centenas de artigos, como também departamentos de arte estruturados tanto na Europa como nos Estados Unidos.
 

Opinião do leitor

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#1

Jennifer Barboza

São Paulo - SP

Gostei.
Deu vontade de ler!!

Postado em 10/11/2010 às 17:09:54
#2

Jose Franco De Lima

Aracatuba - SP

Interessante o tema , e nâo havia pensado nisso antes.Vou ler o livro depois quero opinar mais o tema.

Postado em 17/11/2010 às 10:03:33
#3

Adriana

Belo Horizonte - MG

Li, amei e recomendo!

Postado em 19/11/2010 às 02:49:01
#4

Guilherme Mendonça Batista

Sao Paulo - SP

Sou cristão, músico (amador), e designer (profissional), já li vários livros sobre artes, artes x religião, música, etc.
Este livro me agradou pela simplicidade e essência cristã no assunto.
O autor foi direto ao ponto!
Recomendo.

Postado em 15/12/2010 às 12:44:40
#5

Leandro Lança

Bh - MG

Realizei um texto crítico aprofundado sobre o livro e que não caberia aqui por uma questão de espaço.
Está disponível neste endereço:
Aqui

Postado em 06/01/2011 às 13:22:47
#6

Claudia Ferreira

Paracambi - RJ

Gostei da sinopse e do interessante título.Vida e arte sempre são boas publicações.Certamente uma boa leitura!

Postado em 26/04/2011 às 18:19:25
#7

Jorge

Itumbiara - GO

Bem o autor no teve clareza na exposição de seus argumetos para justificar e validar sua tese central, e o titulo apesar de sugestivo demostra uma visão um tanto equivoada sobre a função que a arte teve, desempenha e que sempre terá "a de comunicar e transmitir idéias, ideologias, crenças, verdades e valores,sejam para bem ou para mal. Assim é simples comprender que não existe arte sem principio ideológico explicito ou implicito, toda arte foi sempre produzida nesta persperctiva, por tanto não há neutralidade nela, agora concordo com ele de que tudo deve ser feito com excelência máxima.

Postado em 12/07/2011 às 21:59:16
#8

Isabella Mariano

Vitória - ES

Li o livro a pouco tempo. Estudo Comunicação Social e dança. Estudei teatro por dois anos. Ajudo nessas áreas, na igreja. Gostei muito. O autor é bem otimista em relação à mudança que somos capazes de gerar. E coloca como cerne dessa transformação o mundo das artes. Como ele mesmo explica, arte não são só as obras de arte, é quase tudo o que se relaciona à vida e às tendências. Um olhar mais atento perceberá o poder da arte, que é tão sutil e poderoso.

Apesar da diferença temporal entre o tempo do autor e nosso, considero uma leitura viável e bastante prática. Mas muitas coisas mudaram hoje. Poucos se dedicam à pintura e à escultura. Fica difícil de enxergar os artistas cristãos dessa área, a quem ele se dirige - sem, é claro, excluir as outras formas de manifestação artística.

Quem me dera, poder ouví-lo hoje, vendo o que o mundo se tornou e como a banalização cresceu. O poder da arte foi negligenciado pela igreja por muito tempo - o que deu espaço para muita errada coisa acontecer.

Postado em 03/08/2011 às 17:31:44
Atenção