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Um idioma morre a cada 14 dias no mundo

Mais de 100 línguas desapareceram nos últimos 10 anos, outras 400 estão em correndo risco de extinção e 51 são faladas por uma única pessoa. Segundo matéria publicada na última terça-feira (27) pelo jornal El Pais/Brasil, a cada 14 dias morre uma língua, de acordo com a Unesco. A matéria chama a atenção para a seriedade do problema, pois se continuar assim, metade das 7 mil línguas e dialetos falados hoje no mundo, se extinguirão ao longo deste século.

“Quando uma língua morre não se perdem apenas as palavras, mas todo o universo cultural ao qual davam forma: séculos de histórias, lendas, ideias, canções transmitidas de geração em geração [...], junto com valiosos conhecimentos práticos sobre plantas, animais, ecossistemas, o firmamento. Um dano comparável à extinção de uma espécie.”, afirma a reportagem.

O jornal lista alguns nomes de pessoas que morreram e que eram os últimos falantes de alguns dialetos no mundo. No mês passado, por exemplo, foi assassinada na floresta do norte do Peru Rosa Andrade, de 67 anos, a última mulher falante de resígaro, uma das 43 línguas indígenas da Amazônia. No dia 29 de julho, morreu Tommy George, o último dos kuku-thaypan de Cape York (Austrália). Tommy George era o último falante de awu laya, uma língua aborígene da Austrália.

Outros dialetos, como yagán, estão ameaçados de desaparecer. Cristina Calderón (nascida em 24 de maio de 1928) é a última falante nativa da língua yagán, da Terra do Fogo. Hoje ela vive em Puerto Williams, um assentamento militar chileno na ilha Navarino.

Leia a matéria na íntegra.

Com informações de El Pais/ Brasil.

Foto 1: Tommy George, que morreu em julho, era o último falante de awu laya, uma língua aborígene da Austrália. (Mark Kolbe / Getty Images)

Foto 2: Rosa Andrade, a última mulher que falava resígaro, foi assassinada em novembro, na Amazônia peruana. (EL PAÍS)


Equipe Editorial Web
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